Notícias
17 de julho de 2007

Cetáceos à vista

Começou a temporada de observação de baleias e o suplemento de Viagens do Estadão dá dicas para os amantes dos mamíferos. Nesta época do ano, um mês antes do previsto, as baleias-jubarte começam a aparecer no arquipélago de Abrolhos, na Bahia. E as baleias-franca logo estarão presentes em Florianópolis (SC). Vindas das Ilhas de Geórgia, no Atlântico Sul, atrás de águas mais quentes, ficam até novembro e dezembro no país. A diferença entre elas é nítida. A jubarte é mais exibida, faz acrobacias e fica horas parada com o rabo fora da superfície. A franca fica mais perto da praia e é mais tranqüila, chamando atenção devido ao esguicho de água em forma de V.

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2007
Notícias
17 de julho de 2007

Ultimato

A Justiça do Paraná determinou que o Ibama conclua o plano de manejo do Parque Nacional de Ilha Grande, na divisa com Mato Grosso do Sul, até o dia 30 de novembro deste ano. Em decorrência de uma ação movida por uma colônia de pescadores que quer saber o que pode ou não ser feito na área da unidade de conservação, o instituto também está obrigado a apresentar o cronograma de finalização do plano em um mês.

Por Carolina Elia
17 de julho de 2007
Notícias
17 de julho de 2007

Herpetologia em foco

Cerca de 700 especialistas estão reunidos em Belém no 3º Congresso Brasileiro de Herpetologia. Entre outros temas, eles discutem nesta terça-feira o manejo e a conservação de jacarés na Amazônia, além da taxonomia de serpentes e estratégias de proteção e anfíbios e répteis no país.

Por Carolina Elia
17 de julho de 2007
Notícias
17 de julho de 2007

Limite

O Ibama tem três meses para terminar o processo de regularização fundiária da Reserva Biológica do Gurupi, uma das mais ameaçadas unidades de conservação da Amazônia. Por isso começou hoje a treinar 11 técnicos terceirizados que ficaram responsáveis pela atividade.

Por Carolina Elia
17 de julho de 2007
Reportagens
16 de julho de 2007

Ilustre desconhecido

Rico e diverso, o Pampa gaúcho carece de proteção legal dentro de unidades de conservação. E de pesquisas que ajudem a definir limites e potencialidades de seus ecossistemas.

Por Sílvia Marcuzzo
16 de julho de 2007
Notícias
16 de julho de 2007

Aves apreendidas

Na noite do último sábado policiais de São Paulo apreenderam 600 aves silvestres na zona Leste da cidade. Entre as espécies estavam corrupião da caatinga, pássaro-preto do cerrado, gralha-cancã, guriatã, bico-de-veludo, picharro, cardeal, galo de campina e papagaios. Boa parte deles provenientes da Bahia. Seis pessoas foram detidas, acusadas de tráfico de animais silvestres e formação de quadrilha. As aves foram encaminhadas à Ong SOS Fauna, que pede ajuda para reabilitação dessas aves.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2007
Reportagens
16 de julho de 2007

Sob o signo do marketing

Procura por neutralização de emissões de carbono cresce no país. Mas a maioria das empresas opta por plantação de árvores, enquanto desmatamento ataca florestas primárias.

Por Eric Macedo
16 de julho de 2007
Notícias
16 de julho de 2007

Manejo Comunitário

A Organização Internacional de Madeira Tropical (ITTO, em inglês) lançou em evento em Rio Branco, no Acre, um amplo diagnóstico sobre as atividades florestais de empresas comunitárias de pequeno porte. De acordo com o relatório, a atividade de extração de bens da floresta, como madeira, mel, bambu, castanhas, entre outros, emprega 110 milhões de pessoas em todo o mundo. E o manejo florestal comunitário já movimenta 2,5 bilhões de dólares por ano.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2007
Notícias
16 de julho de 2007

Terras disponíveis

Em todo o mundo, as comunidades detém 11% das florestas nativas, ou cerca de 300 milhões de hectares. A expectativa da ITTO é de que em 2050, essa parcela chegue a 50%.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2007
Análises
16 de julho de 2007

Discurso no Senado

Senado Federal Sessão On-line – Discursos Sessão : Nº 113 - Deliberativa Ordinária - SF em 11/07/2007 às 14:00h 'O SR. GERSON CAMATA (PMDB - ES. Para uma comunicação inadiável. Sem revisão do orador.) - "Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, (...) Mas quero falar hoje sobre um assunto que tem preocupado a mim e ao Estado do Espírito Santo, que é o problema dos quilombolas. O jornalista Marcos Sá Corrêa escreveu, outro dia, um artigo no Estadão muito interessante. Ele disse o seguinte: "Nenhum brasileiro precisa ir muito longe para encontrar um quilombo nascendo, com selo oficial, praticamente na esquina de casa. Se alguma coisa está acontecendo pela-primeira-vez-na-história-deste-país ou mesmo deste planeta é que, 120 anos depois da Lei Áurea, o Brasil produz quilombolas como nunca". O Presidente da República assinou um decreto, mas o Partido de V. Exª, Senador Marco Maciel, entrou com uma ação no Supremo, porque, pelo que entendem os juristas, o Presidente da República não pode regulamentar um artigo da Constituição. Sua Excelência pode regulamentar uma lei, mas artigo da Constituição só pode ser regulamentado por lei complementar do Congresso Nacional. É o Congresso que pode regulamentar um artigo da Constituição. O Presidente Fernando Henrique incorreu neste erro: regulamentou um artigo da Constituição. O Presidente Lula cancelou a regulamentação do Presidente Fernando Henrique. E o fez bem. Só que aí fez pior: regulamentou um artigo da Constituição também. “Clique aqui para ler esta carta na íntegra”

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2007
Notícias
16 de julho de 2007

Problema em dobro

Um artigo publicado no Financial Times diz que são duas as crises energéticas que afetam o planeta. A primeira diz respeito à disputa pelos recursos naturais entre os países de maior economia, o que gera uma corrida pelo controle cada vez mais maior sobre a produção de petróleo. Já a segunda (que contradição) exige uma cooperação internacional para solucionar o problema da mudança no clima: a redução considerável da dependência dos países em relação aos hidrocarbonetos. A questão, no entanto, parece ter um longo caminho pela frente. Na década de 70, o presidente americano Nixon, alarmado pela crise do “ouro negro”, disse que os EUA teriam 20% de sua demanda energética supridas pelo sol até o ano 2000. Hoje, a energia adquirida do astro maior cuida de menos de 1% das necessidades norte-americanas. O Valor também veiculou a análise.

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2007

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