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Caindo na real

O uso de álcool e biomassa na substituição de combustíveis fósseis tem sido vendido como uma solução quase mágica para todos os problemas energéticos. Mas não há motivo para tanto oba-oba. Reportagem da revista Grist faz um tour pelos impactos ambientais dos biocombustíveis, a começar pela erosão e contaminação da água decorrentes da plantação de soja ou milho em larga escala. Cientistas conscienciosos da questão estudam uma nova forma de produzir etanol, a partir de celulose. Com a nova tecnologia, seria possível obter álcool basicamente de qualquer planta. Até grama. Mas, antes que se crie uma nova febre de animação descontrolada, o texto afirma: produtores devem continuar plantando milho para aproveitar os rejeitos com essa nova técnica. E a previsão é que ela ainda demore alguns anos para ser desenvolvida.

Redação ((o))eco ·
6 de dezembro de 2006 · 20 anos atrás

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