Notícias
20 de janeiro de 2006

Em nome da fé

Esporte e saúde também podem virar religião. É o caso da Corpo pelo Senhor, ou, em inglês, Body by God. A seita prega o lema de que o corpo é um...

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Notícias
20 de janeiro de 2006

Corra por mais tempo

Esqueça a intensidade. Em corridas de longa distância, o que conta é o tempo e o ritmo. Esse tipo de treinamente traz muitos benefícios, pois...

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Análises
20 de janeiro de 2006

A reeleição da ministra

De Mauricio Mercadante Diretor de Áreas ProtegidasMinistério do Meio AmbienteMarcos Sá Corrêa é, indubitavelmente, um jornalista de primeira linha. Quando li o seu artigo intitulado "a reforma da natureza", publicado no jornal O Estado de São Paulo no dia 12 de janeiro, me perguntei, sinceramente: o que motiva um jornalista como o Marcos a escrever um artigo tão disparatado? Se o Marcos fosse um escritor menor, desprovido de conhecimento e argumentos, ansioso por chamar a atenção maldizendo tudo e todos, daria para entender, mas não é o caso. Marcos começa dizendo que a consulta pública sobre o Plano Nacional de Áreas Protegidas proposto pelo Ministério do Meio Ambiente começou muito, muito mal. E por quê? Por que ele não conseguiu acessar o prometido documento do Plano na internet, na página do MMA. Mas ele explica, gastando metade do artigo, a razão do problema: é que o Ministério é lento e vive sempre atrasado; quando resolve andar mais rápido dá no que deu. Mas felizmente, graças ao empurrão do nosso atento, ágil e competente amigo, o assunto foi resolvido no dia seguinte. O Marcos questiona a legitimidade da proposta do Plano, já que ela foi elaborada por apenas "400 funcionários públicos e lideranças sociais". Convém lembrar que esses 400 funcionários e lideranças incluem servidores públicos federais, estaduais (de quase todos os Estados) e municipais, e a grande maioria das principais organizações não governamentais ambientalistas brasileiras. A proposta está sendo oferecida à consulta pública e será submetida à aprovação do CONAMA. Mas o Marcos talvez queira sugerir um procedimento mais legítimo, que permita ouvir os 185 milhões de brasileiros excluídos do processo. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Notícias
19 de janeiro de 2006

Novidade

O San Francisco Chronicle noticia a descoberta de 27 novas espécies de aracnídeos e outros invertebrados em 30 cavernas nos Parques Nacionais de Sequoia e Kings Canyon, em Sierra Nevada. Muitos animais são endêmicos de uma só caverna ou ainda de um lugar especifico dentro dela.

Por Redação ((o))eco
19 de janeiro de 2006
Notícias
19 de janeiro de 2006

Lambança

As praias do condado de Los Angeles vão ser reabertas depois de quatro dias de interdição. A causa foi um vazamento de mais de 7,5 milhões de litros de esgoto na enseada de Santa Mônica. A notícia é do Los Angeles Times.

Por Redação ((o))eco
19 de janeiro de 2006
Notícias
19 de janeiro de 2006

Paraíso latino

A revista 02 estimula a todos os que gostam de esportes como corrida, mountain bike e escalada a visitarem o Equador. O país abriga montanhas,...

Por Redação ((o))eco
19 de janeiro de 2006
Análises
19 de janeiro de 2006

Proteger o quê? – VI

De André J. Deberdt Brasília - DFHá mais de uma década o Ibama acompanha e autoriza a caça amadorista e a caça de controle de espécies problema no Rio Grande do Sul, sempre com base em estudos realizados pela Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, do Centro Nacional de Pesquisa para a Conservação das Aves Silvestres – Cemave e nos relatórios das saídas de campo dos próprios técnicos do Ibama e dos órgãos ambientais estaduais. Todos os estudos e documentos compõem um processo que é analisado por um corpo técnico qualificado e, na maioria dos casos, submetido à apreciação pelo Ministério Público. Antes da liberação da temporada de caça, é realizada também uma audiência pública, na qual são apresentados os resultados dos estudos e discutidos os argumentos contrários e favoráveis à caça. Cotas de abate, período e áreas específicas para a atividade são estabelecidos de maneira a minimizar impactos negativos sobre as populações silvestres. Mesmo iniciada a temporada de caça, esta pode ser interrompida a qualquer momento, sempre que alguma ameaça for constatada, como, por exemplo, na estiagem ocorrida em 2004.Em momento algum, nesses últimos 10 anos, foram apresentados argumentos técnicos ou estudos concretos que pudessem demonstrar algum impacto negativo significativo da caça, em termos de conservação das espécies. Mesmo em 2005, a temporada só foi encerrada porque a atividade foi considerada deseducativa.Comparando o Rio Grande do Sul com outros estados onde a caça é proibida sob qualquer pretexto, como no caso do Estado de São Paulo, foi constatado que o número de animais abatidos e apreendidos pelos órgãos ambientais é maior naqueles estados onde existe a caça clandestina. No Rio Grande do Sul, os próprios caçadores auxiliam na fiscalização da caça anual, uma vez que existe uma grande preocupação em mantê-la na legalidade.Não quero contestar a crueldade do ato de caça, mas entre fechar os olhos e acreditar simplesmente que a proibição dessa atividade garante a sobrevivência das espécies ou permitir que a caça seja realizada sob controle rigoroso e monitoramento anual dessas espécies alvo, fico com a segunda opção até que sejam apresentados estudos que mostrem o contrário.

Por Redação ((o))eco
19 de janeiro de 2006
Análises
19 de janeiro de 2006

Proteger o quê? – V

De Maricéia Barbosa Silva Perita Ambiental - SIFÉ realmente digno de nota a postura corajosa da Dra. Maria Tereza Jorge Pádua sobre a questão da caça amadorista no Brasil. No entanto, causa uma enorme estranheza observar a manifestação do Sr. Edward Wilson Martins (que deveria honrar o nome análogo ao de um grande cientista das ciências naturais) ao propor para a colunista “se informar mais, aprender mais...”.Até onde sei a Dra. Maria Tereza goza de fama internacional sendo considerada como uma das ambientalistas mais famosas do planeta devido ao fato de ser uma das pessoas responsáveis pelo estabelecimento, devido à sua luta incessante, da maior soma de área conservada do planeta.Naturalmente, quem deveria se informar mais é o desavisado leitor e para isso vou procurar ajudá-lo:- Grandes nomes que deram início ao movimento conservacionista em nível mundial foram de fato caçadores, como Aldo Leopold e Theodore Roosevelt (não custa nada dar uma pesquisada nestes nomes, senhor Edward)- Uma simples pesquisa no Google sobre animal harvesting pode suscitar qualquer dúvida sobre a viabilidade técnica de manejo extensivo de fauna. Fica a sugestão, para estudo e informação, das obras: "Anallysis of Vertebrate Populations" de Greame Caughley e "Wildlife Ecology and Management" de Caughley e Sinclair. Mas é importante lembrar que para quem ainda vive na idade média, período este obscuro e de abnegação da ciência, é procedimento comum decretar ato blasfêmico qualquer manifestação contrária ao que decrete o seu fanatismo irresponsável. Por favor, não queime estas obras.Parabéns Maria Tereza. O Brasil cada vez mais carece de pessoas corajosas, justas e responsáveis como você. Grande abraço.

Por Redação ((o))eco
19 de janeiro de 2006
Fotografia
19 de janeiro de 2006

A abelha mangangá

Há bichos que parecem insistir para ser fotografados. Grande, zumbindo alto e colorida pelo pólen amarelo das cássia em que se lambuzava sem parar...

19 de janeiro de 2006
Notícias
18 de janeiro de 2006

Ótima notícia

Começa, nesta sexta-feira, a cobrança pelo uso da água nas bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí, em São Paulo e Minas Gerais. Estima-se que este ano a arrecadação com a cobrança vai ultrapassar os 10 milhões de reais. O dinheiro será reinvestido na recuperação das bacias dos três rios.

Por Redação ((o))eco
18 de janeiro de 2006