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29 de outubro de 2007

Queimada n’água

No Pantanal, ainda há focos de calor ameaçando unidades de conservação. O Inpe identificou pelo menos dois deles no Parque Estadual do Guirá (MT), e quatro no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro (MS). O Parque Nacional do Pantanal também apresentou dois focos de incêndio, assim como a Estação Ecológica Taiamã, ambas em Mato Grosso.

Por Redação ((o))eco
29 de outubro de 2007
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29 de outubro de 2007

Cartilha do bom assentamento

Mesmo sem a presença das autoridades, os assentados pediram, em carta de protesto, regularização ambiental dos projetos de assentamento, cumprimento das responsabilidades legais dos órgãos, monitoramento e prevenção de incêndios, punição a quem ateia fogo ilegalmente, instalação de destacamento de polícia florestal e corpo de bombeiros em todos os municípios – para cobrir todo o norte de Mato Grosso existem apenas quatro unidades. Por fim, pedem educação ambiental e o fim da comercialização de lotes de reforma agrária, acusando os novos ocupantes de responsáveis pelos incêndios.

Por Redação ((o))eco
29 de outubro de 2007
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29 de outubro de 2007

Álcool amarelo

Mais três usinas para produção de etanol estão a caminho de Mato Grosso. Na semana passada, um encontro entre o governador Blairo Maggi e o representante da empresa americana Rodman and Renshaw estabeleceram um investimento de 1,3 milhões de dólares no estado nos próximos 10 anos. Mas a intenção é que a primeira usina comece a funcionar daqui a dois anos. Maggi está tão impressionado com a produção de etanol a partir do milho nos Estados Unidos que há tempos vem falando em implantar em seu estado coisa semelhante, por mais que sua eficiência seja sete vezes inferior à da cana-de-açúcar. A questão ainda está aberta.

Por Redação ((o))eco
29 de outubro de 2007
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29 de outubro de 2007

Finalmente

Deve ser oficializado no próximo dia 14 de novembro o Conselho Consultivo do Parque Estadual do Cristalino, no norte de Mato Grosso.

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29 de outubro de 2007
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26 de outubro de 2007

Cancelados

A Companhia Vale do Rio Doce anunciou nesta quinta-feira a suspensão de fornecimento de minério de ferro a quatro empresas siderúrgicas na região de Carajás, divisa do Pará com Maranhão. A medida foi tomada depois de uma auditoria de dois meses feitas pela mineradora no desempenho ambiental das guseiras. Constatou-se que algumas estavam utilizando carvão de mata nativa para misturar ao ferro. Perderam seus contratos a Companhia Siderúrgica do Pará S/A (Cosipar), Ferro Gusa do Maranhão Ltda (Fergumar), Siderúrgica do Maranhão S/A (Simasa); Usina Siderúrgica de Marabá Ltda (Usimar).

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26 de outubro de 2007
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26 de outubro de 2007

Carvão na Câmara

Por falar em carvão ilegal, membros da Comissão de Meio Ambiente da Câmara anunciaram que vão em breve apresentar projeto de lei para endurecer o controle sobre a produção de carvão com mata nativa. Quem lidera a iniciativa é o deputado Sarney Filho (PV-MA).

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26 de outubro de 2007
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26 de outubro de 2007

Não gostei

O Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Pará (Sindiferpa) soltou uma nota à imprensa dizendo lamentar a decisão da Vale e que continuará buscando uma solução negociada. Além disso, a entidade afirmou que as guseiras estão investindo em tecnologia e reflorestamento. “O setor siderúrgico paraense, responsável pela geração de mais de 8 mil empregos diretos e cerca de 35 mil indiretos, está vivendo um novo momento”, sustenta a nota.

Por Redação ((o))eco
26 de outubro de 2007
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26 de outubro de 2007

Ato político

Serra aproveitou a chance para criticar o desmatamento na Amazônia. Em solidariedade ao Greenpeace, disse que apoiará iniciativas que levem ao desmatamento zero da floresta amazônica. “Estamos aqui para nos solidarizar ao Greenpeace e às entidades ambientalistas. A prefeitura e o Estado de São Paulo estão tomando medidas para barrar o consumo de madeira ilegal da Amazônia”, afirmou o Governador. Há quem tenha analisado as palavras de Serra como um gesto político para ganhar espaço no debate ambiental agora que o governo de Lula sofre críticas pelo recente aumento do desmatamento.

Por Redação ((o))eco
26 de outubro de 2007
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26 de outubro de 2007

Castanheira que não veio

O governador São Paulo, José Serra, deu uma forcinha ao Greenpeace nesta sexta-feira na polêmica da tora de castanheira que seria usada pela ONG em uma exposição mas teve o transporte proibido pelo Ibama na semana passada. Durante o evento de inauguração, ocorrido no Parque Villa Lobos, na capital paulista, o tucano lamentou que árvore não chegou até lá. “O Greenpeace foi impedido de trazer uma castanheira que foi derrubada a troco de nada”, alfinetou. Para reforçar, pegou um pincel e atendeu os pedidos dos ativistas de pintar no chão o espaço que seria ocupado pela castanheira.

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26 de outubro de 2007
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26 de outubro de 2007

E o desmatamento local?

Em seu ato em prol da Amazônia, Serra não imaginava que seria criticado exatamente pela degradação da Mata Atlântica. Mas membros da tribo índigena Nhandeva foram ao evento para protestar contra os planos do empresário Eike Batista de construir o maior porto da América Latina no litoral sul paulista. O projeto vai ser licenciado pela secretaria estadual de meio ambiente. A terra indígena na costa teria que ser desapropriada para a obra, e segundo os indígenas este seria um dos últimos remanescentes de restinga naquela região. O líder do grupo disse aos presentes no evento: “Vocês falam do desmatamento na Amazônia, mas o que fazem pelo desmatamento aqui?”

Por Redação ((o))eco
26 de outubro de 2007
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26 de outubro de 2007

A nossa parte:

O secretário de Meio Ambiente de São Paulo, Xico Graziano, usou a palavra para anunciar resultados de operações para impedir a entrada de matéria ilegal da Amazônia. Na Operação Primavera, realizada em nove estradas do estado, mais de 300 toneladas de madeira nativa que sairam ilegalmente da Amazônia foram apreendidas. Na quinta-feira, foi iniciada uma operação nos depósitos de madeira da capital paulista que apreendeu mais de 200 toneladas de madeira ilegal, rendendo R$ 300 mil em multas. Dos 16 depósitos verificados, 11 estão totalmente irregulares.

Por Redação ((o))eco
26 de outubro de 2007