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2 de outubro de 2007

Fumaça no ar

No norte de Mato Grosso a 1ª grande chuva depois da estiagem está atrasada e tem sido esperada com ansiedade. A grossa camada de fumaça no ar não deixa a população enxergar o céu azul e muda a cor do sol e da lua para um estranho vermelho.

Por Redação ((o))eco
2 de outubro de 2007
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2 de outubro de 2007

Mais seco por mais tempo

O governo de Mato Grosso resolveu estender o período proibitivo de queimadas no estado até o dia 15 de outubro. Ua lei estadual de 2005 estabelece que é proibido autorizar queimas entre 15 de julho e 15 de setembro, mas a falta de previsão de chuvas motivou a ampliação do prazo. Detalhe: o governador Blairo Maggi já tinha prorrogado o período até o último dia 25 de setembro, mas como as gotas que caíram do céu não ajudaram em nada, se viu obrigado a declarar que os tempos de seca estão durando mais.

Por Redação ((o))eco
2 de outubro de 2007
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2 de outubro de 2007

Multa milionária

A contaminação de águas subterrâneas por 60 mil litros de óleo diesel provocou a maior multa ambiental já aplicada no Rio Grande do Sul: pouco mais de quatro milhões de reais. O combustível vazou de uma composição ferroviária no município de Ijuí, no dia 25 de agosto.

Por Redação ((o))eco
2 de outubro de 2007
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2 de outubro de 2007

Reforço

O Ibama mandou mais 35 brigadistas para ajudar no combate ao incêndio que há duas semanas consome a Reserva Biológica do Guaporé, em Rondônia.

Por Redação ((o))eco
2 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

Clima doido

Normalmente, a chuva recomeça a cair em Brasília um pouco antes do feriado de 7 de setembro. Chegou um mês atrasada.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

O tempo virou

Choveu, e forte, na noite de segunda-feira, 1º de outubro, em Brasília. Foi a primeira chuva desde abril na capital, onde o calor prolongado incendiou um Parque Nacional e outro Municipal. Quem sabe agora Renan cai.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

Relevância

É verdade que sobra muito pouco de São Paulo para preservar. Mas os 10% que restaram da cobertura original do estado são muito importantes. Nessa conta está, por exemplo, a maior faixa contínua de Mata Atlântica do país, na Serra do Mar.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

Come quieto

Na surdina, São Paulo adiantou-se aos estados da Amazônia e entrou na era do desmatamento zero. No dia 21 de setembro, o governo estadual publicou decreto suspendendo todas as licenças para a derrubada de vegetação nativa no estado. O decreto cria ainda um projeto para acabar com o corte de árvores em florestas de unidades de conservação e áreas públicas do estado.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

Cobertura

O decreto do governo de São Paulo é fundamental também para proteger o que resta de floresta nativa fora de áreas protegidas. Um levantamento preliminar do Serviço Florestal Brasileiro indicou que além das matas que sobram em terras indígenas e reservas, existem florestas públicas em áreas militares, assentamentos e até em mãos de instituições de ensino estaduais. Somando tudo, dá em torno de 1 milhão de hectares. Não é pouca coisa.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

Olho vivo

O site do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) tem uma novidade que nunca antes na história desse país aconteceu. Trata-se do pré-edital com as sugestões de normas e condições para quem quer se candidatar à explorar um naco da Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia. Ele foi parar na Internet para ser objeto de uma consulta pública sobre seu conteúdo antes de o SFB fechar sua versão final. Duas audiências públicas sobre o texto foram marcadas para os dias 17 e 18 de outubro em Rondônia, nos municípios de Cujubim e Itapoã do Oeste.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

Vento em popa

A SOS Mata Atlântica apresentou no II Congresso Latino Americano de Áreas Protegidas (Bariloche, Argentina) um balanço de seu programa de incentivo à criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN). Desde 2003, a iniciativa já conseguiu proteger 11,7 mil hectares de florestas de Mata Atläntica. E o que é melhor, 70% dessas RPPNs estão em zonas de amortecimento de unidades de conservação públicas, o que aumenta a conectividade de áreas preservadas.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007
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1 de outubro de 2007

Funil

O gárgalo das RPPNs continua sendo a demora do governo em reconhecê-las legalmente. Segundo o levantamento da SOS Mata Atläntica, nestes 4 anos de duração de seu programa, 200 reservas privadas foram criadas. Mas apenas 17 estnao integralmente regularizadas. Quando aprovadas, as reservas dão ao seu proprietário desconto no imposto territorial rural.

Por Redação ((o))eco
1 de outubro de 2007