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5 de junho de 2007

Especiais

Os jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo também publicaram cadernos especiais em função da data comemorativa. O primeiro, no formato de informe publicitário, enfoca matérias nos itens equilíbrio, florestas, água, energia, ar e reciclagem – o curioso é que não são assinadas. O Estado, com o título de capa “Rio-92: o futuro, 15 anos depois”, relembra o Eco-92,fala sobre cidades sustentáveis e dá uma entrevista com Achim Steiner, diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Para Steiner, a reunião no Rio foi importante na medida em que deu novas direções para o ambientalismo e criou um pensamento sobre o desenvolvimento sustentável.

Por Redação ((o))eco
5 de junho de 2007
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5 de junho de 2007

Prazo

O prazo do encerramento da queima da cana em São Paulo foi antecipado de 2021 para 2014. A decisão foi protocolada ontem durante o evento Ethanol Summit, organizado pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). As áreas que tinham data final para 2031 terão de acabar as atividades até 2017. Para o governador do estado José Serra, é preciso antecipar a data por causa do avanço da cana na região. Dos 4,2 milhões de hectares em São Paulo, a cana foi colhida em 3,4 milhões no ano de 2006. Dessa área, 10% da colheita foi feita com a queima da cana. A notícia é da Folha de São Paulo.

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5 de junho de 2007
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5 de junho de 2007

Eu garanto

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Pará (Sectam) prometeu que não vai conceder mais nenhuma licença ambiental para a mineradora Alcoa antes de examinar os problemas apontados pelos moradores de Juruti, onde a empresa quer explorar bauxita. Mas para o procurador da República, Daniel Azeredo, isso é pouco. Em função de uma recomendação da Justiça Federal, que considerou inconsistentes os estudos de impacto ambiental para a atividade, Azeredo pressiona pelo cancelamento das licenças já concedidas.

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5 de junho de 2007
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5 de junho de 2007

O maior de todos

A ONG Preserve Muriqui vai lançar, no dia 12 de junho, o livro “Faces na Floresta”, da antropóloga Karen Strier. O texto relata a história de diferentes pessoas que buscam proteger o maior macaco das Américas: o muriqui. O evento acontece às 19h30 na Escola São Paulo (SP), localizada na Rua Augusta, 2239, bairro da Consolação.

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5 de junho de 2007
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5 de junho de 2007

Emendas

A medida provisória que cria o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade já recebeu 14 emendas parlamentares. Para conhecê-las, clique aqui.

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5 de junho de 2007
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5 de junho de 2007

Propaganda paga

Todo dia o governo de Rondônia banca uma propaganda de meia página a favor do Complexo Madeira, no principal jornal do estado, o Estadão do Norte. Como de costume, atribui às usinas hidrelétricas o crescimento, a geração de empregos e renda em Rondônia, “a nova fronteira do progresso”, diz a propaganda.

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5 de junho de 2007
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5 de junho de 2007

Recorde

O Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (Prodes), da Agência Nacional de Águas (ANA), teve recorde de inscrições este ano. Sessenta e oito empreendimentos de treze estados disputam os 40,1 milhões de reais previstos para a construção e a ampliação de Estações Tratamento de Esgoto (ETEs) e investimentos em infra-estrutura de saneamento básico. Em 2004, apenas 15 empresas se inscreveram. Agora a ANA vai avaliar as metas e capacidade de despoluição das propostas.

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5 de junho de 2007
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5 de junho de 2007

Sorteados

Os dez leitores sorteados entre aqueles que gentilmente responderam a pesquisa de opinião de O Eco foram: Rafael Egashira ( DF), Ivan Salzo (MS), José Geraldo de Araujo (DF), Fabio Pellegrini (MS), Danielle Celentano (PA), Vinicius Scofield(RJ), Renato Quintanilha (RJ), Guilherme Figueira (RJ), Luiz Firmo Ferraz Filho(PB), Neli Aparecida (RJ). A equipe do site agradece a todos que preencheram o questionário.

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5 de junho de 2007
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4 de junho de 2007

Hidrelétrica interrompida

Órgão ambiental rejeitou o EIA-Rima apresentado por mineradora que queria construir hidrelétrica em área ainda razoavelmente conservada. Não, não aconteceu no Brasil, mas no Chile, país queridinho dos mercados financeiros e frequentemente citado como exemplo de estabilidade para investidores locais e estrangeiros. A empresa que teve o pedido negado foi a Xtrata, da Suíça, e o projeto rejeitado seria instalado no rio Cuervo, na Patagônia. A comissão ambiental regional chilena, uma espécie de Ibama de lá, disse que os estudos recebidos por seus técnicos eram insuficientes para se avaliar os impactos da obra sobre a fauna, a flora e a paisagem cênica da região.

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4 de junho de 2007
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4 de junho de 2007

Comportamento

Não se tem notícia de que a presidente do Chile, Michelle Bachelet, ou qualquer de seus ministros, tenha reclamado em público da decisão do órgão ambiental e o acusado de impedir o desenvolvimento do país. Também não há indícios que o governo fez pressão para ver o projeto da hidrelétrica aprovado. É a segunda vez que a empresa tenta fazer o seu projeto ser aceito pelas autoridades ambientais chilenas. A primeira foi em 2003.

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4 de junho de 2007
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4 de junho de 2007

Recomendações

Terminou nesta segunda-feira, em Berlim, o diálogo sobre aquecimento global de parlamentares dos oito países ricos e das cinco maiores economias emergentes. O declaração final do encontro, que será entregue aos presidentes do G8 esta semana na Alemanha, defende que se aproveite o momento para iniciar a negociação para um novo acordo de combate às mudancas climáticas que substitua Kyoto em 2012. O ponto principal é que o novo tratado tenha uma meta de redução de gases estufa de longo prazo, a fim de se estabilizar a concentração de poluentes da atmosfera até 2050.

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4 de junho de 2007
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4 de junho de 2007

Desmatamento

Temas caros ao Brasil também foram sugeridos para fazerem parte das negociações para o pós-Kyoto. Segundo a declaração final, os parlamentares defendem que os países ricos se comprometam a financiar instrumentos de redução de emissões de gases estufa causadas pela derrubada de florestas. Outro ponto comemorado pela delegação brasileira é a recomendação para que as nações desenvolvidas derrubem barreiras comerciais e facilitem a importação de energias renováveis provenientes da biomassa. Exemplo, etanol.

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4 de junho de 2007