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20 de abril de 2007

Drama

O jornal The Independent desta sexta-feira traz na capa o drama da seca na Austrália, que dura seis anos. Esta semana, o governo do país avisou que pode ter que desligar o suprimento de água para as áreas de produção de comida, guardando o recurso para o consumo humano. Milhares de fazendeiros estão à beira do desastre. Se não chover significativamente nas próximas oito semanas, a irrigação parará na princípal área agrícola do país – e plantações de arroz, uvas e algodão, entre outras, irão para o beleléu. Há quem diga que a mudança nos padrões climáticos da região seja culpa do aquecimento global. O jornal não perde a oportunidade de, na reportagem, alfinetar o primeiro ministro australiano, um reconhecido cético das mudanças climáticas.

Por Redação ((o))eco
20 de abril de 2007
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20 de abril de 2007

Concorrência

O estado de Nova York resolveu entrar na briga com a Califórnia pelo título de estado mais ambientalmente correto dos EUA. Quer assumir a liderança das políticas de energia limpa no país. Na última quinta-feira, o governador Eliot Spitzer revelou um plano para cortar a demanda de energia local em 15% até 2015. Ele também planeja atrair investimentos em fontes de energia alternativas, como solar e eólica. E descartou qualquer nova usina nuclear. A notícia é do site Planet Ark.

Por Redação ((o))eco
20 de abril de 2007
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20 de abril de 2007

Ausência

A Onu entregou nesta quinta-feira em Singapura prêmios para personalidades ligadas à questão ambiental em todo o mundo. O quórum dos vencedores, no entanto, foi decepcionante: não só faltou nossa Marina Silva – preocupada com o rearranjo do Ministério do Meio Ambiente – como também o ex-vice-quase presidente dos EUA Al Gore e o chefe dos jogos olímpicos Jacques Rogge. A cerimônia, conta o site Planet Ark, foi marcada por pedidos de novas ações contra o aquecimento global.

Por Redação ((o))eco
20 de abril de 2007
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20 de abril de 2007

Licença negada

A irritação demonstrada pelo presidente Lula na quinta-feira em relação ao processo de licenciamento das usinas do Rio Madeira tem motivo bem simples: o parecer do Ibama referente à licença prévia foi negativo.

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20 de abril de 2007
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20 de abril de 2007

Forca

A conclusão de que o projeto é complexo, contém brechas e pode prejudicar a migração de peixes na bacia Amazônica e causar impactos a países vizinhos custou os cargos de Luis Felipe Kunz, diretor de licenciamento ambiental do Ibama, e de Claudio Langone, Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente. Ambos tentaram mostrar ao governo o porquê da decisão contrária ao empreendimento. Acabaram sendo convidados a deixar a equipe pela própria ministra.

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20 de abril de 2007
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20 de abril de 2007

Outro estudo

Em fevereiro, Kunz prometeu que até o fim do mês um parecer seria liberado sobre o licenciamento das usinas de Santo Antônio e Jirau. Segundo fontes do Ibama, o parecer não foi divulgado no site do Instituto, como de praxe, porque estuda-se a possibilidade jurídica de se pedir um novo Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima). As empresas responsáveis pela obra, Odebrecht e Furnas, foram informadas sobre o parecer, mas não o consideram a resposta final do governo.

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20 de abril de 2007
Fotografia
20 de abril de 2007

Vista

Numa manhã de fevereiro deste ano, Manoel Francisco Brito subia pela estrada Rio-Teresópolis encantado com a visão panorâmica da Serra dos Órgãos,...

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20 de abril de 2007
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19 de abril de 2007

O fiel escudeiro

Nesta quinta-feira o Diário Oficial da União trouxe a exoneração do procurador-geral do Ibama, Sebastião Azevedo. Ele faz parte da equipe do presidente demissionário do órgão, Marcos Barros. Azevedo foi o homem que comandou diversos processos administrativos na primeira gestão de Marina Silva, quando 113 funcionários do Ibama foram presos por corrupção.

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19 de abril de 2007
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19 de abril de 2007

Novidade

Além da parceria com agricultores para monitorar as plantações de soja e cana no Mato Grosso, o encontro entre ONGs e o governador Blairo Maggi nesta quarta rendeu mais uma surpresa. O Secretário de Meio Ambiente Luis Henrique Daldegan lançou o Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental - SiMLam. O mecanismo possibilita acompanhar pela internet processos de licenciamento e obter a localização georreferenciada dos empreendimentos industriais e rurais.

Por Redação ((o))eco
19 de abril de 2007
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19 de abril de 2007

Chegou para ficar

Um estudo do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) e da Eletrobrás comemora a mudança no consumo brasileiro de lâmpadas residenciais. As fluorescentes (que consomem menos energia) substituíram – parece que definitivamente – as incandescentes. Em 1998, a taxa era de uma fluorescente para cada sete incandescentes. Em 2005, a relação se igualou. Legado da economia de energia provocada pelo maldito apagão de 2001. Enquanto isso, o lobo mau energético dos lares brasileiros continua sendo o ineficiente chuveiro elétrico. A notícia é da Folha de São Paulo.

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19 de abril de 2007
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19 de abril de 2007

Drible

Saiu na Nature: pesquisadores ingleses desenvolvem método para diminuir os efeitos dos pesticidas nas colheitas transgênicas. A idéia é simples: ao deixar de pulverizar 2% da plantação, agricultores permitiriam que ervas daninhas produzam sementes, o que preservaria a diversidade vegetal e serviria como fonte de alimento a pássaros e insetos. Claro, os fazendeiros teriam que concordar em perder parte da produção. Mas seria uma maneira de retirar uma das objeções mais freqüentes contra as sementes transgênicas.

Por Redação ((o))eco
19 de abril de 2007
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19 de abril de 2007

Publicidade

Depois de ver uma pesquisa em que consumidores norte-americanos tiraram nota zero no assunto “energia solar”, a Sharp – um dos principais fabricantes de painéis domésticos para geração de eletricidade a partir da luz do Sol – resolveu emplacar uma campanha publicitária de esclarecimento do povaréu. Quer contornar alguns conceitos que cismam em aparecer no papo dos americanos: que a energia solar só funciona em dias quentes e sem nuvens; que o equipamento para captação dos raios é grande e enfeia os telhados; e que não dá para vender para a rede elétrica a energia sobressalente. Na Califórnia, é tudo mentira. A Sharp diz que o cidadão pode até anular a conta de luz, compensando o que usa do sistema nos momentos em que sua casa produz mais eletricidade do que necessita. A tática de conscientização, que ficará restrita ao público californiano – onde o governo dá pesados incentivos para o uso da energia –, será intensa: a empresa atuará até em escolas. A idéia é que as crianças façam a cabeça dos pais. A reportagem é do jornal The New York Times.

Por Redação ((o))eco
19 de abril de 2007