Notícias
19 de julho de 2006

Transferência

Nesta semana, o Ibama de Mato Grosso do Sul e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) firmaram um acordo de cooperação que transfere do órgão federal para o estadual as atribuições de controle florestal. De acordo com o superintendente do Ibama em Campo Grande, Nereu Fonte, a Sema será responsável por conceder autorizações para queimada, desmatamento e planos de manejo. O controle da reposição florestal, por enquanto, ainda fica com o Ibama. Mas a tendência é que o Ibama apenas ajude na fiscalização e se dedique mais ao monitoramento ambiental de forma mais ampla, segundo explicou Fonte.

Por Redação ((o))eco
19 de julho de 2006
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19 de julho de 2006

Sem prazo

Dois grupos de trabalho (um estadual e outro federal) foram formados para definir a data em que a Sema assumirá efetivamente o controle florestal.

Por Redação ((o))eco
19 de julho de 2006
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19 de julho de 2006

Ao mesmo tempo

A transferência de atribuições do Ibama para os estados obedece a uma política de descentralização do órgão federal, para que se torne mais ágil e menos burocrático. Uma lei sancionada em março deste ano reforça a obrigatoriedade dessa prática em todos os estados, que agora têm que se virar para assumir as novas funções - independentemente de, hoje, terem condições operacionais para isso.

Por Redação ((o))eco
19 de julho de 2006
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19 de julho de 2006

Erramos

Diferentemente do que informamos semana passada, o estado de Mato Grosso do Sul vai suspender a emissão de licenças para queimada apenas a partir do dia 1º de agosto. O prazo vai até o dia 15 de setembro.

Por Redação ((o))eco
19 de julho de 2006
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19 de julho de 2006

IPÊ no Pará

Até o final deste ano o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) vai começar a atuar também no Pará. A área fica próxima à cidade de Tucuruí, a 350 quilômetros de Belém. É uma fazenda de 160 mil hectares pertencente ao Grupo Martins, onde serão feitas pesquisas científicas, com visitação para fins turísticos, recreativos e educacionais. Batizado como Floresta Naativa, o local terá trabalhos para recuperação de áreas degradadas e realização manejo de recursos naturais.

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19 de julho de 2006
Análises
18 de julho de 2006

Legislar não é brincadeira

De Mauricio MercadanteDiretor de Áreas Protegidas da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente Marc Dourojeanni, em geral, escreve bons artigos. Chama a atenção para questões importantes, fundamenta suas críticas, contribui para o debate. São artigos consistentes, equilibrados, relevantes. Infelizmente, não se pode dizer o mesmo do artigo “Legislar não é brincadeira”. Ao ler o artigo, eu me perguntei se o Marc tem algum compromisso com O Eco de produzir artigos periodicamente. Colunistas obrigados a produzir artigos periodicamente não raro são vítimas da falta de inspiração. Eu penso que quando uma pessoa não tem algo realmente relevante para dizer, deve optar por não escrever. Assim não perde tempo e, melhor, não toma o tempo do leitor. Marc gasta metade do seu artigo tecendo longos comentários sobre duas questões irrelevantes: o registro de moto-serras e o registro de usuários de tinta spray. Quem sabe por que se irritou na hora de comprar uma moto-serra para podar árvores no sítio ou na hora de comprar uma tinta spray para pintar a geladeira.Clique aqui para ler esta carta na íntegra e a resposta do autor.

Por Redação ((o))eco
18 de julho de 2006
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18 de julho de 2006

Jogo legal

A Associação de Preservação do Meio Ambiente do Vale do Alto do Itajaí (Apremavi) levou para o encontro nacional de escoteiros em Brasília, o III Jamboree, um enorme tabuleiro do jogo "Planejando Propriedades e Paisagens". Trata-se de uma estratégia para ensinar aos jovens conceitos de reserva legal e áreas de preservação permanente, entre outros elementos para manutenção de uma propriedade sustentável.

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18 de julho de 2006
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18 de julho de 2006

O mapa do mapa

Navegue sem sair de terra firme. Orientações preciosas na hora de utilizar um mapa, uma bússola e outros apetrechos de trilhas valem para quem não...

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18 de julho de 2006
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18 de julho de 2006

Desenvolvidos

Foi-se o tempo em que dar uma corridinha requeria apenas disposição e um par de tênis. De olho nas competições e maratonas, os atletas precisam de...

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18 de julho de 2006
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18 de julho de 2006

Sonhos além terra

Já imaginou se hospedar em um futurístico hotel no espaço? Pois o americano Robert Bigelow já. O magnata dono de diversas propriedades em Las Vegas...

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18 de julho de 2006
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18 de julho de 2006

Fora das prateleiras

O Greenpeace lançou nesta terça-feira um relatório mostrando que algumas das maiores indústrias de alimentos e redes varejistas no Brasil preferem trabalhar com produtos não transgênicos. O “Relatório Brasileiro de Mercado: a Indústria de Alimentos e os Transgênicos” conta a experiência de13 grandes empresas que optaram por não usar organismos geneticamente modificados: Batavo, Brejeiro, Caramuru, Ferrero, Imcopa, Josapar, Perdigão, Sadia, Sakura e Unilever e as redes Carrefour, Pão de Açúcar e Sonae. Segundo o documento, as empresas temem rejeição dos consumidores e não querem ter a imagem vinculada aos transgênicos.

Por Redação ((o))eco
18 de julho de 2006