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19 de junho de 2006

Guia vertical

Você sabia que a palavra alpinismo surgiu graças às escaladas dos Alpes europeus? Pois essa curiosidade, além de explicações sobre cada tipo de...

Por Redação ((o))eco
19 de junho de 2006
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19 de junho de 2006

Há testemunhas

Na sexta-feira passada, em pleno feriado, 27 tratores da multinacional Aracruz Celulose foram vistos destruindo mata atlântica em avançado estado de regeneração na cabeceira do rio Jacutinga, em Linhares, no Espírito Santo. Segundo moradores da região, que tentaram impedir a ação, os funcionários da empresa alegaram que tinham permissão do Ibama. Não mostraram o documento que, aliás, não deveria ser dado pelo Ibama mas pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do estado. O caso deve ser investigado.

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19 de junho de 2006
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16 de junho de 2006

Gigante marinho

Quem poderia imaginar que o vilão do aquecimento global, o presidente americano George W. Bush, seria capaz de uma benesse ambiental de larga escala? Pois é exatamente o que está acontecendo, segundo notícia do New York Times. Bush anunciou que vai criar o maior parque marinho do mundo no Havaí. Batizado de Ilhas Havaianas do Nordeste, o parque será uma espécie de linha com uma extensão de quase 2000 quilômetros. Cerca de 7 mil espécies vivem lá, entre elas algumas em risco de extinção, como a tartaruga verde. Também serão protegidos bancos de corais e importantes montanhas marinhas.

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16 de junho de 2006
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16 de junho de 2006

Poluição noturna

Os aviões estão cada vez mais na mira do combate ao efeito estufa. Desta vez, uma pesquisa da Universidade de Reading, no Reino Unido, revela que vôos noturnos são ainda mais prejudiciais ao clima global. Os resultados da investigação foram publicados na revista “Nature” e reportadas pela Folha de S. Paulo. A razão do dano seria a condensação das emissões das turbinas. De dia a nuvem de partículas de gelo formada pelos aviões reflete a luz do sol e absorve menos calor. À noite o efeito é o inverso.

Por Redação ((o))eco
16 de junho de 2006
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16 de junho de 2006

Petróleo e esgoto

Angola está enriquecendo com os royalties pagos pelas empresas petrolíferas, entre elas a Petrobras Mas isso não está ajudando a reverter um quadro de degradação ambiental e condições insalubres nas favelas de Luanda. Reportagem do New York Times mostra que a poluição do Bengo, o rio que cruza a capital angolense, está levando o país a um grande surto de cólera. Estima-se que existam 43 mil doentes e 1,6 mil já morreram desde fevereiro. A água do Bengo é o principal suprimento da população das favelas. Diariamente 1,3 milhões de metros cúbicos são bombeados e depois distribuídos por 10 mil vendedores.

Por Redação ((o))eco
16 de junho de 2006
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16 de junho de 2006

Saúde Ambiental

Uma em cada quatro mortes no mundo está relacionada com a exposição a um meio ambiente degradado. Isto é o que mostra relatório da Organização Mundial da Saúde reportado pelo O Globo. De acordo com o estudo, até 95% das mortes por diarréia, principal causa de mortandade infantil, estão relacionadas à veiculação de vetores em água contaminada. No caso de doenças respiratórias, as mortes causadas por má gestão ambiental chegam a 41%. Outro dado alarmante é de que das 105 doenças conhecidas, 85 tem relação com desequilíbrio ambiental. Melhor tratamento da água e intervenções sobre atividades produtivas poluentes poderiam evitar 4 milhões de mortes por ano.

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16 de junho de 2006
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16 de junho de 2006

Terra fértil?

Dois brasileiros e um americano ganharam ontem o prêmio World Food Prize por terem ajudado a transformar o cerrado num dos maiores celeiros do mundo. A notícia, que está no Globo, conta que o ex-ministro da Agricultura, Alysson Paullelli, o ex-diretor da Embrapa Cerrados, Edson Lobato, e o engenheiro agrônomo americano A. Colin McClung, dividirão um prêmio de US$ 250 mil por terem possibilitado que o cerrado hoje tenha 40 milhões de hectares plantados. Em 1955, a área cultivada era de 2 mil hectares. Em uma mensagem, a organização do prêmio nos Estados Unidos afirmou que o “Brasil já ganhou a Copa do Mundo contra a fome”. Bem, se ganhou contra fome também ganhou o campeonato de destruição, pois hoje só restam 35% da cobertura original do cerrado.

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16 de junho de 2006
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16 de junho de 2006

Cheirando queimado

Uma boa querela se instalou em Londres nesta semana. Prometendo solução para o lixo doméstico e oferecendo uma alternativa de geração de energia, o governo britânico autorizou a instalação de uma grande usina de incineração nas margens do Tâmisa. A notícia não agradou aos ambientalistas, como conta reportagem do The Guardian. A planta deve começar a funcionar em 2010 e queimará 585 mil toneladas de lixo por ano. Já existem 16 plantas como essa na Inglaterra, mas nenhuma de grande porte em Londres. O governo diz que lidar com o problema é melhor que exportar o lixo da metrópole para pequenos condados. Já a organização Amigos da Terra afirma que materiais recicláveis serão perdidos e a queima contribuirá para o aquecimento global.

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16 de junho de 2006
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16 de junho de 2006

Soja do bem II

De Maurício Galinkinv Prezado senhor Ronaldo,A partir da leitura atenta de sua correspondência, vejo que houve alguma dificuldade na percepção do que afirmei ao repórter de O Eco. Não sei se me expressei mal, se ele foi muito econômico ao inserir nossa conversa no texto ou se o senhor leu o texto já com alguma concepção prévia. Mas isso não importa.Perguntado pelo repórter se conhecia o projeto da CI no sudoeste goiano, disse a ele que sim, e que o considerava muito interessante mas, no meu entender, sendo uma ação que exige conversar e convencer fazendeiro por fazendeiro, tomaria um tempo enorme para ser replicada em todo Cerrado. Minha conclusão, para ele, foi que quando isso acontecesse o Cerrado já estaria acabado...A referida "visão de conjunto" era relativa a esse projeto, que no meu entender só focaliza o micro, ao trabalhar fazenda por fazenda. Em momento algum tratamos de outros projetos, e muito menos usei qualquer expressão "pejorativa", como o senhor afirma. Antes pelo contrário, ressaltei ao repórter que a CI é uma organização que merece respeito, onde tenho amigos (acho eu...). Sempre defendi a auto-determinação dos povos e, por similaridade, defendo a auto-determinação das organizações, cuja responsabilidade de condução e escolhas cabe às suas respectivas direções. Posso concordar ou discordar, mas sempre respeitei e respeito essa autonomia. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

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16 de junho de 2006
Análises
16 de junho de 2006

Soja do bem

De Ricardo B. Machado, D.ScDiretor do Programa Cerrado-PantanalConservação InternacionalPrezado Senhor Maurício,No artigo 'Soja do Bem", publicado pelo site O Eco em 10/jun passado, vi que há um comentário seu sobre a atuação da CI-Brasil em relação à conservação do Cerrado. Não é a primeira vez que vejo uma fala sua mencionando que nossa atuação é tacanha, ou seja, não é ampla o suficiente para promover a conservação do bioma. É bem verdade que não temos pernas ou a pretensão de salvar o Cerrado sozinhos, mas as iniciativas que empreendemos e vamos empreender no Cerrado estão longe de serem tímidas ou estão longe de serem consideradas como de um instituição que "não tem visão de conjunto".Eu avalio que talvez o seu comentário nesse artigo e também no episódio da discussão entre a Funáguas e a Bunge, quando o senhor também comentou especificamente que o nosso projeto com a Bunge é pretensioso e não vai conseguir salvar o Cerrado, seja fruto de um desconhecimento das atividades recentes da CI-Brasil no Cerrado. Por esse motivo, tomo a liberdade de elencar algumas das mais expressivas atividades por nós desenvolvidas e que tratam a questão de conservação do Cerrado de forma mais ampla.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
16 de junho de 2006