Macaco na Panela III

De Antonio Marrocos Prezada Ana d'Amico, grato por sua observação. Mas, para manter o debate, posso dizer: 1º Não consigo encontrar esses enfeites com "rabo de macaco" nas lojas da cidade. Por outro lado, tenho certeza que se fossem postos à venda, a representação local do IBAMA já teria punido os autores (a falta de fiscais não ocorre nas cidades); 2º É óbvio que o abate de animais silvestres deve ser coibido (claro, também a caça para mantê-los como animais de estimação). No entanto, nem mesmo a legislação exige isso das populações que vivem na floresta (seria, quase, condená-los à morte), onde são importantes fontes de proteínas; 3º Quanto ao desmatamento, aí temos um assunto espinhoso. Mas é outro assunto. Saudações

Por Redação ((o))eco
20 de março de 2007

Os cetáceos e o petróleo

De Leonardo Liberali Wedekin Biólogo, pesquisador - Instituto Baleia JubarteCaros amigos,Simplista e irresponsável as conclusões apresentadas pelo biólogo Salvatore Siciliano ("o que sugere que a exploração do petróleo não cause impacto negativo direto sobre a fauna").Gostaria de ter contato com o estudo realizado pelo autor. Existe uma grande probabilidade de que o desenho amostral e os métodos analíticos não tenham sido direcionados para responder a questão ao qual o mesmo tirou as referidas conclusões. A sugestão, neste caso, é infundada e, como bem mencionado, aparente. Somente uma análise empírica sobre a distribuição e ocorrência de cetáceos não são suficientes para verificar os impactos da atividade petrolífera sobre cetáceos.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
19 de março de 2007

Macaco na panela II

De Ana Rafaela D'Amico Apenas uma consideração sobre a manifestação do Sr. Antonio Marrocos, pode até ser que encontrar carne de macaco nos restaurantes em Porto Velho não seja tão fácil, mas basta passear por algumas lojas de artesanato da cidade (mesmo nas que não vendem artesanato indígena) para encontrar "enfeites" com cauda de macaco-prego pindurada, e com certeza alguém deve ter comido a carne dos bichinhos.... o abate desses e de outros animais como tem acontecido é muito sério sim e precisamos falar mais nisso, e não só nas taxas de desmatamento da Amazônia...

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19 de março de 2007

Macaco na panela

De Antonio MarrocosPrezado Eric Macedo,Li com curiosidade e certo espanto, sua matéria "Macaco na panela". O espanto é o mesmo de sempre: onde essa turma do "Care for the wild" e "Pro wildlife" fizeram suas pesquisas? Teria sido pela Internet? Hoje é uma grande fonte de dados para certo tipo de trabalho (claro, para todo tipo de trabalho!)."Macacos pregos podem ser apreciados em restaurantes de Manaus, Porto Velho e Rio Branco". Não conheço Rio Branco, não vou a Manaus há muitos anos. Mas a população rural de Porto Velho comendo macaco? Companheiro, a carne de boi é muitas vezes mais barata que qualquer macaco, prego, ou outro qualquer.Bem o município de Porto Velho tem área de 34.082 km2 (14% da área do Reino Unido), as populações tradicionais, que vivem na floresta - os índios, os seringueiros, o ribeirinhos, etc. - esses sim, certamente comem carne de macaco, tatu, anta, etc. Suponho, continuarão fazendo isso. Lá não existem restaurantes. Então, novamente, não sei onde eles localizaram essas "casas de repasto".Tentando "falar sério". É preciso deixar de "pontificar" sobre a Amazônia, a partir dos salões aquecidos do 1º mundo (ou, às vezes, dos refrigerados dessa Terra de santa Cruz).Saudações

Por Redação ((o))eco
14 de março de 2007

Antes que seja tarde

De Paulo WollnyOlá,li com interesse sua matéria, datada de 06.07.2006, intitulada "Antes que seja tarde".Não considero a Teca como uma boa alternativa. Acredito que sua introdução foi feita por empresas estrangeiras que já o conheciam. O Guanandi, sim, é uma boa, assim como Bacuri. Árvores nativas, de boa qualidade e com possibilidades melhores que a Teca, além de servirem melhor ao reflorestamento e projetos ambientais, com ou sem manejo. E monocultura, qualquer que seja, é um risco ambiental.No tocante ao "se todos plantarem, o preço cairá", não acredito, pois o Brasil exporta US$ 25 Bi em madeira, enquanto a "gigante" Finlandia exporta cerca de US$ 150 Bi.Ou seja, o potencial Brasil no que se refere a madeira, ainda é pífio diante das necessidades mundiais de madeira de qualidade, extraidas de forma responsável.Um abraço,

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12 de março de 2007

Salada Verde

De Antônio da Justa FeijãoGeólogoILMO.SR.Representante Legal do Sítio O EcoNestaSenhor ResponsávelNo dia 05 de março próximo passado, este Jornal Eletrônico O Eco, publicou em sua Coluna “ Salada Verde” a seguinte nota:Gente fina05.03.2007Na sexta-feira, durante a apresentação de um trabalho sobre desmatamento na Amazônia na sede do Banco Mundial em Brasília, um grupo presente na platéia chamou a atenção. Eram quatro pessoas ligadas à Confederação Nacional de Agricultura (CNA), entre eles Antonio da Justa Feijão, ex-garimpeiro e ex-deputado federal pelo PSDB. Ao fim dos debates, Feijão se aproximou de Paulo Adário, coordenador da Campanha Amazônia do Greenpeace, apresentou-se como consultor da CNA e prometeu que da próxima vez que que algum navio da Ong aportar na Amazônia, vai tacar fogo nele. Por se tratar de uma acusação séria e injuriosa gostaria de merecer o Direito de Resposta, pois me foi negado por este veículo de comunicação, as seguintes ponderações:Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

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8 de março de 2007

Diversão proibida

De Daniela Caride Adorei a matéria "Diversão proibida", publicada no dia 1/3. Mostra bem como é difícil conciliar regras ambientais com as necessidades sociais de comunidades que não recebem o apoio devido. Parabéns ao jornalista e ao Eco.Só não entendi o comentário no final, que Eduardo Pegurier escreveu a matéria sobre algo que testemunhou durante uma visita. Isto me parece óbvio.

Por Redação ((o))eco
5 de março de 2007

História sem fim

De LincolnOlá,Manuel BritoSaudações,Muito precisa sua reportagem no “O ECO”, o Incra dificilmente poderá responder conclusivamente: Em nossa região o PDS VALE DO JAMANXIN numca passou de uma portaria, apesar de ter uma relação de benefeciarios ( RB ). O PDS TERRA NOSSA tem 950 familias em RB e menos de uma centena na área do

Por Redação ((o))eco
1 de março de 2007

Aula magna

De Paulo José RibeiroPrezado editor,quero afirmar meu total apoio ao trabalho de vcs. É simplesmente brilhante. Tenho orgulho de receber suas matérias sempre repletas de informações etc. Fico na torcida de +++ sucesso.Aproveito para solicitar esclarecimento: Há como adquirir o material (PDF, ARTIGOS, SLIDES ETC) da apresentação realizada no planetário PROMOVIDA PELA PREFEITURA sobre "aquecimento Global"?Aguardo aperecer,

Por Redação ((o))eco
26 de fevereiro de 2007

O exemplo vem de baixo II

De LeilaMarcos querido,Longe de mim querer ensinar o padre-nosso-pro-vigário, mas guardadas as devidas proporções, também há em nosso nordeste pequenas grandes iniciativas de estruturação e preservação da vida no cerrado.Em tempo: adorei a matéria!beijo,

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2007

Banho de Cheiro

No último Carnaval, o Rio de Janeiro, a cidade do samba e de encantos mil, ficou gravada na memória de muitos como aquela onde as praias cheiram a urina de foliões embriagados.

Por Carlos Secchin
23 de fevereiro de 2007

O exemplo vem de baixo

De Paulo LemellePrezado Sr. Marcos Correa,O Niger é realmente um país interessante.Quando lá esteve em novembro de 1976, visitando uma mina de urânio em Arlit, de propriedade da empresa francesa Pechiney e localizada no meio do Sahara, observei um fenômeno inesperado: assim que um corpo mineralizado, explorado a céu aberto, esgotou-se, a cava formada encheu-se de água fóssil, proveniente de lençol existente, formado em era geológica mais ou menos recente (na escala geológica, por óbvio). Não mais sendo necessário esgotá-la por bombeamento para permitir a operação de lavra, ela se acumulou, formando um pequeno lago.Quase imediatamente foi notada a presença no local de pássaros migratórios, que lá pousavam para beber e prosseguir a viagem. Imagina-se que houve um “desvio de rota” da corrente migratória causado pela sutil elevação da umidade do ar e, o que é mais desconcertante, que os pássaros foram capazes de perceber isto. Anteriormente à existência do “lago”, jamais fora observada vôos de pássaros sobre a região.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2007