Conama, um fora da lei III

De Lucíola CabralPGM/Fortaleza Caro Professor,Faço minhas suas palavras - ontem mesmo coloquei aqui na lista a possibilidade de nós nos insurgirmos contra mais essa aberração jurídica. Creio que nós ambientalistas, muitos representantes de instituições, deveríamos começar a questionar as resoluções e por que não, a própria formação do CONAMA.Enetendo, que, para ser um Conselho verdadeiramente democrático - e não é hoje - deveria, primeiramente, ter representantes de todos os Estados brasileiros e das capitais, afinal, a realidade de cada um deçes é bem diferente.Por outro lado, algumas regras do vigente Código Florestal, com efeito, são impossíveis de aplicação prática, isto porque a realidade das cidades são distintas, muitas áreas foram descaracterizadas e não possuem mínima possibilidade de recuperação.Defendo que nossas capitais deveriam realizar estudos ambientais para delimitar suas áreas de proteção em área urbana para fazer a adequação da lei a realidade.Entendo mais que não compete ao CONAMA expedir resoluções flagrantemente ilegais, vez que não pode um Conselho alterar dispositivo de lei, em especial para criar regra de exceção.Isto não existe.Portanto, renovo minha sugestão: façamos um estudo desse problema, desde sua origem, daí, começamos questionando: 1) a legalidade do Conselho, deveria ter sido criado por lei, princiaplamente porque possui caráter consultivo e deliberativo; 2) a falta de legitimidade do CONAMA para legislar sobre matéria reservada a lei; 3) ilegitimidade do CONAMA ainda sobre o aspecto democrático, se considerarmos que a lei representa a vontade popular traduzida pelos legítimos representantes do povo; 4) aplicabilidade de suas decisões; 5) falta de participação dos representantes dos municípios das capitais - onde se concentram maiores e mais graves problemas; enfim, poderíamos arrolar uma série de outros questionamentos. Aceito sugestões e me disponho a participar do trabalho.Resposta do autor:Grato.A representação do CONAMA é outro problema. Veja que os seus membros não são indicados por lei, mas por um decreto. A lei não tem a previsão da composição do Conama. Na minha opinião, deveria ter.Paulo Bessa

Por Redação ((o))eco
14 de julho de 2005

A legalização do loteamento das Florestas Públicas do país

De Sulema Mendes de Budin Sr. Marcos:Assisti sua entrevista ontem, no Programa do Jô. Concordo com todas as suas colocações, mas acho que a hora é de agir, enquanto é tempo. Eu ando pelas ruas, convivo com pessoas de todos os níveis, uso o metrô e posso lhe garantir que é muito fácil motivá-las para iniciativas em defesa do meio ambiente.Estou lhe eviando uma resenha sobre o Projeto de Lei 4776/2005 que, na forma de substitutivo, foi votado e aprovado por maioria absoluta à meia-noite do dia 07, aproveitando o fato de a opinião pública e a imprensa estarem focadas nas bandalheiras do Congresso. Como a fonte do "mensalão" secou, eles devem ter buscado outros "doadores"!Sou apenas uma cidadã brasileira, consciente, ambientalista com o pé no chão, mas que não se intimida e usa todos os seus parcos recursos para defender o que acredita. O senhor, porém, é um homem de imprensa, conhecido e respeitado. Pode levar essa denúncia para todos os canais de TV, os jornais etc, além de usar a Internet. Não busco visibilidade. Peço-lhe que leia o material em anexo e use como achar melhor. Sua colaboração é muito importante.P.S.: Para lhe dar uma idéia das dificuldades, até agora não consegui entrar em contato nem com a Rede Mata Atlântica, nem com SOS Mata Atlântica.

Por Redação ((o))eco
13 de julho de 2005

Parabéns pelo site

De Alfredo BergmanOlá,Parabéns pelo site. Acabei de ver a entrevista com o Sr. Marcos Sá Correa. Sou formado em M.A. e me interesso muito pelo assunto. Forte abraço,

Por Redação ((o))eco
13 de julho de 2005

O outro lado da moeda

De Fernando Raiter Eng. Florestal - Sinop - MTOla Jô,Gostaria de levar ao seu glorioso programa a outra face da Exploração Madeireira e da Agricultura na Amazônia, fico triste de ver uma pessoa em seu programa falando que uma estrada na página inicial do site dele na imagem é “somente terra raspada”, e que uma área de desmate é “cultivo de alguma coisa”, que a preservação é necessária, mas não mostra saídas para formar a sustentabilidade. Nos dê a oportunidade de mostrar as qualidades do setor, a quantidade de empregos, a quantidade de impostos arrecadados que desaparecem, a forma de vida dessa parte do Brasil que só aparece em notícias ruins ao mundo, mostrar como os Órgãos Federais não colaboram com o desenvolvimento e promovem a degradação. Não podemos apenas mostrar a parte que destrói a floresta e os produtores, devemos mostrar também a parte boa desse setor.Fico muito grato e me apresento a levar essas informações ao seu programa.Abraços

Por Redação ((o))eco
13 de julho de 2005

Parabéns – Programa do Jô II

De Elano Caro Marcos,Sou um telespectador assíduo do Programa do Jô, e não poderia deixar de parabenizá-lo pela entrevista e também belíssimo trabalho desenvolvido no site O Eco.Trabalho com Internet, e site como o de vocês é exemplo de como utilizar esta ferramenta disponibilizando informação e conteúdo. A partir de agora tenha certeza que serei leitor deste projeto.Até mais,

Por Redação ((o))eco
13 de julho de 2005

PCH Santa Fé

De Carlos Martins NetoPrezado Marcos, Sou leito d'O Eco há aproximadamente um mês e já planejava enviar esse e-mail há algum tempo. Só que depois de assistir à sua entrevista no Programa do Jô e constatar sua indignação com o episódio de Barra Grande, me dei conta de que deveria entrar em contato com você imediatamente.Está prestes a acontecer um dos maiores crimes ambientais do Estado do Rio de Janeiro: a construção da PCH Santa Fé, no município de Três Rios. O consórcio encabeçado pelo Grupo Votorantim (como sempre) já obteve a Licença de Instalação junto ao IBAMA, mas as obras ainda não começaram.Ainda não tive acesso ao EIA/RIMA, mas segundo fontes sérias, há grande possibilidade de haver fraudes nesses documentos.Como praticante de rafting, cidadão trirriense e amante da natureza que sou, quero impedir que esse crime se consume. Por isso, estou fazendo alguns contatos com o objetivo de reunir pessoas sérias e envolvidas na causa ambiental para que juntos possamos conseguir o embargo dessa obra.Gostaria de saber se o senhor se interessaria em participar desse "movimento" contra a construção da PCH Santa Fé.Sei que é uma luta difícil, em se trantando do adversário que temos de enfrentar; sei que há grandes chances de ser tudo um esforço em vão; mas o que eu não quero é, podendo fazer alguma coisa, assistir a tudo isso acontecer sem nada fazer.Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
13 de julho de 2005

Marcos Sá Corrêa – Programa do Jô

De Walber S Sales www.onlineautomacao.com.br Olá Marcos Sá Corrêa,Parabéns pela entrevista no programa do Jô. O brasil precisa de pessoas como você. Nota 10...Gostei quando falou sobre os problemas que a soja causa ao país.Obrigado mesmo pelo seu trabalho, o braZil agradece.

Por Redação ((o))eco
13 de julho de 2005

Conama, um Fora da Lei – II

De Kláudio Cóffani Nunes Coordenação Institucional da Rede de ONGs da Mata Atlântica Prezados, Mais uma vez nos defrontamos com textos como esse, escrito pelo Sr. Paulo Bessa, servindo a concepção ditatorial, utilitarista e maniqueísta de combater qualquer proteção ambiental. Entendo que o CONAMA tem várias falhas, mas como disse no envento dia 04 de Julho em SP: Ele possibilita a participação direta da Sociedade Civil - destrutiva ou ambientalista - em decisões que norteiam nossas vidas. Ele É um instrumento vivo da Democracia. E, sempre pudemos assistir, que é muito mais fácil subornar (doar dinheiro para "caixinhas de campanha") órgãos públicos onde só acordos politiqueiro-partidários escolahm os dirigentes. No CONAMA, devem haver corruptos, mas eles são bem menos decisivos no processo, elas não conseguem determinar a votação dos demais. E nunca ouvi falar em "mensalão" no CONAMA.Espero que o Sr. Paulo Bessa não seja mais um "Procurador Anfíbio", ou seja, aqueles beneficiados pela legislação antiga que possibilitava que eles se licenciassem do Estado e pudessem, durante um período, fazer muito dinheiro prestando assessoria para empresas que - normal mente - estavam sendo acionadas pelo Estado. Ou seja, chamamos de "anfíbios" para não dizermos "giletão" ou "vira-casaca". Nem tudo o que é legal deixa de ser Imoral.Se o CONAMA tem "vocação para assembléia estudantil" que dizer de nosso Congresso? De nossas Assembléias Legislativas e nossas Câmaras de Vereadores? Se o Sr. Bessa quer unanimidade, lebro a frase do Nelson Rodrigues: "Toda unanimidade é burra", ou é ditadura! E toda ditadura é burra, E toda ditadura é corrupta E toda ditadura é inadmissível.O Sr. Paulo Bessa, deve ganhar bem à beça para pensar que seu dinheiro vai comprar saúde para seus netos, vai possibilitar que eles tenham acesso a uma sociedade segura e livre de desgraças e contaminações.Há muita ciência no que ele escreveu. Mas há muito mais DEFIciência na perspectiva que ele aborda. Deve lhe faltar CONSciência social e sobrar EFIciência para aproveitar a Lei de Gerson.Há muita ciência no que ele escreveu, mas é uma INDEcência os resultados do que ele defende.Não acho que devo ser agressivo com ele, acho que tenho que ter pena dele e cuidado com sua habilidade em vender o futuro de todos para garantir seu presente.Saudações, Solidariedade e Paz.Resposta do autor:Prezado KlaúdioFiquei encantado com o e-mail que você mandou para O ECO. Não o conheço, mas acredito que você deve ser uma pessoa extremamente importante no contexto das ONGs brasileiras, pois da Coordenação Institucional da Rede de ONGS da Mata Atlântica, seja lá o que isto for. Não me acredito ditatorial, ao contrário, na minha vida de estudante na Faculdade Nacional de Direito entre 1975 e 1979 combati a Ditadura, tendo participado da refundação do Centro Acadêmico Cândido de Oliveira – CACO, do qual fui secretário geral em 1978-79. Não acho que o CONAMA seja um instrumento vivo da democracia, acho que ele é um órgão que permite alguma participação para alguns setores representativos da sociedade e outros nem tanto.. Acho que o Conama é um órgão administrativo do governo que não tem a sua constituição fundada em lei, pois há apenas uma previsão para a sua existência e competência na lei da PNMA. Não havendo definição de seus membros, o que é uma falha legal grave. E, muitas vezes, tal órgão extrapola as suas competências legais, em nome de uma abstrata defesa do mundo e das gerações futuras.Não sei se existem subornos ou corrupção no Conama. Se você souber, por favor, denuncie, para não cometer crime. Da minha vida pessoal não lhe devo satisfação e não vou perder tempo com suas agressões extremamente chulas e de mau gosto. As minhas idéias estão expostas em livros e artigos para serem criticados. Escreva um artigo para o ECO para que possamos saber como você pensa. Tenha um pouco mais de calma. Suco de maracujá ajuda muito.Que Deus te abençoe. Paulo Bessa

Por Redação ((o))eco
12 de julho de 2005

Conama, um fora-da-lei

De Maximiliano RoncolettaGerente Operacional - IFT Caro Senhor,Primeiramente agradeço a oportunidade de poder comentar as notícias do ECO, atuo a muitos anos no movimento ambiental e moro na Amazônia.Confesso que ao ler artigos como o do Sr. Paulo Bessa fico mais decepcionado com os advogados “ ambientalistas” que se alastram Brasil a fora.Meio ambiente não é o Direito!!!Nem o direito será o meio ambiente!!!!!Esta regra não existe...Creio que este senhor para poder estar escrevendo para o ECO tenha um currículo exemplar, com cursos, teses, trabalhos, eventos, etc..... Mas ele precisa ter muita cautela ao se enveredar pela área ambiental, é preciso saber o que se diz, e principalmente o que se escreve, denegrir o CONAMA como ele faz, é ridículo! Para um colunista, o que ele deve questionar são ações que o CONAMA trata, apenas isto. Quando comecei a ler o artigo esperava algo mais profissional, mais profundo e atual, trazendo informações do que vem acontecendo no CONAMA sobre as APPs, e não um texto para cativar apenas estudantes e porras loucas de plantão.Advogados sempre falam em inconstitucionalidade, do que é legal ou não, escolher advogados para falar de meio ambiente esta sendo uma decepção! Além de ser muito chato e com conteúdo fraco.Infelizmente APP é um conceito sem fundamento técnico, surgiu de uma demanda induzida pelo Desembargador Osny Duarde (outro jurista) basta ler o “ Livro Saudades de Matão”, da Fundação Boticário, lá se conta como surgiu este assunto bem como o tema Reserva Legal, porém para um advogado questionar isto é uma afronta, pois para eles APP pode ser considerado um dos pilares do Direito ambiental.O ECO deve repensar em pedir apenas para advogados escreverem sobre Meio Ambiente, ainda mais advogados que ainda crêem em Cesar;Para escrever e opinar sobre meio ambiente é preciso reflexões profundas, ainda mais sobre temas tão técnicos e conflitantes como APP, principalmente quando são publicados em um veículo como o ECO.Desculpe minha forma de intervir, minha petulância, mas não posso me calar diante te tal informação que chegou até meu computador.Agradeço a oportunidade.ATTResposta do autor:Prezado MaximilianoGrato pelo e-mail. Eu não quis denegrir o CONAMA. Apenas me limitei a apontar alguns dos erros por ultrapassagem de suas competências legais. Infelizmente, meio ambiente não é uma questão só de técnicos em assuntos ambientais. Já se disse que a guerra era um assunto tão sério que não deveria ser tratada por generais. Com o meio ambiente é a mesma coisa. A propósito, não sou um advogado ambientalista. Sou um advogado que cuida de assuntos de meio ambiente. Caso você queira ver, com mais profundidade, o que penso sobre o CONAMA recomendo-lhe a leitura de meu livro Comentários à Política Nacional de Meio Ambiente. Também acho que as APP surgiram não se sabe de onde. Especialmente as medidas a serem observadas. Caberia um bom estudo sobre o tema. Não entendi o que você quis dizer com acreditar em Cesar. Acredito em Deus, apenas. Forte abraçoPaulo Bessa

Por Redação ((o))eco
12 de julho de 2005

Tamanho é documento

De Ingrid NielsenSilvia, acabei de ler o que você escreveu sobre os anões e confesso que estou pasma...nunca imaginei que uma pessoa falaria sobre este tema, ainda mais de uma forma divertida e, ao mesmo tempo, alertando para o fato de que eles vivem uma realidade injusta.Muito legal o texto! Parabéns.

Por Redação ((o))eco
12 de julho de 2005

Preservar dá lucro

Na ponta do lápis, a comprovação de que para o agricultor vale muito mais a pena preservar os recursos naturais do que remediar os estragos da devastação.

Por Luiz Eduardo Cheida
8 de julho de 2005

Uma breve história dos equipamentos III – II

De Renato DebouchLicença esportiva Nº 71605 - categoria AConfederação Brasileira de Pára-QuedismoClube Atmos de Pára-Quedismo - Boituva - SPPrezada Ana Araujo,Muito interessante sua coluna sobre equipamentos e história dos esportes... Parabéns!O motivo de escrever para vc é que, ao ler o texto sobre Skydive, deparei-me com informações que nem imaginava sobre este esporte maravilhoso e que pratico a mais de um ano no maior centro de pára-quedismo da américa latina - CNP Boituva - e sobre algumas correções.Certamente, suas informações são de fonte confiável, mas sobre o funcionamento de Cypres - DAA - está um pouco errado!Sim, está errado! O DAA não aciona, em nenhum momento ou ocasião, o velame principal. O único modo de acionamento do principal é manual. O Cypres funciona somente no reserva. Garanto e me ponho a diposição para qualquer esclarecimento. Acho muito legal todo e qualquer apoio para este esporte de alto nível técnico (refiro-me aos profissionais brasileiros assim como eu) mas informações não verdadeiras devem ser evitadas a todo custo, pois bem sabemos, as pessoas já têm um "pé atrás" com o esporte.Mais uma vez, parabéns pela matéria.P.S.: O nome do dispositivo semi-automático é Steven (nome do criador).Geralmente chamado de STEVEN´S SISTEM.

Por Redação ((o))eco
5 de julho de 2005