Desmate zero

O governador do Amazonas, Eduardo Braga, anunciou nesta quarta-feira um projeto para impor desmatamento zero dentro e no entorno das unidades de conservação do estado.

Por Redação ((o))eco
25 de abril de 2007

Sala de aula

O Atlas de Ecossistemas da América do Sul e Antártica, lançado em novembro de 2006, já teve 2.100 unidades distribuídas em escolas do continente latino-americano. Desenvolvido pelo Programa Educa SeRe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), permite a visualização de ecossistemas e ecoregiões por meio de imagens de satélites. A distribuição dos exemplares é gratuita, feita mediante requisição no site do programa.

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25 de abril de 2007

Reciclagem

Com essa história de aquecimento global, toda hora alguém levanta o braço para dizer que encontrou a saída para produção de energia sem o uso de combustíveis fósseis. Dessa vez, uma companhia neozelandeza anunciou ter desenvolvido uma técnica para produzir etanol a partir de monóxido de carbono. O gás é resultado de uma série de processos industriais, como da produção de ferro. A empresa recebeu 3,5 milhões de dólares de uma firma de investimentos americana para tornar o processo comercial. A inovação da LanzaTech, afirma a reportagem do The New York Times, está em usar bactérias para fermentação de um gás ao invés de carboidratos (como a cana e o milho).

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25 de abril de 2007

Terrorismo

A parte energética do governo está jogando sujo (literalmente) na tentativa de convencer quem quer que seja da necessidade de construção das usinas do rio Madeira. O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau disse à coluna da jornalista Miriam Leitão no jornal O Globo que, se não saírem as hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, vai ter que apelar para a controvertida usina nuclear de Angra 3 e, veja só, termelétricas a carvão (o combustível é o que há de mais sujo no mundo dos sujos, com altíssimas emissões de gases do efeito estufa). A ameaça salpicaria de manchas negras a imagem da dita limpa matriz energética brasileira, de que o governo tanto se orgulha em fóruns internacionais. Aguardemos os próximos capítulos.

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25 de abril de 2007

Bike

Habitat de tigres, leopardos e elefantes, a província de Mondulkiri, no norte do Camboja, tem sua rica biodiversidade ameaçada por assentamentos e madeiragem ilegal. Uma série de fotografias da BBC News conta a aventura de integrantes da WWF que passearam de bicicleta pela região acompanhando a fiscalização do governo numa área protegida.

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25 de abril de 2007

Boa notícia

A ministra Marina Silva anunciou nesta terça-feira a criação do Instituto Brasileiro de Conservação da Biodiversidade, que a partir de agora será responsável pela gestão das unidades de conservação do país. O Ibama perderá esta função. A existência deste novo órgão é uma reivindicação antiga dos ambientalistas brasileiros, e a felicidade deles foi expressada por Paulo Nogueira Neto, o primeiro secretário de Meio Ambiente do Brasil. Na platéia, ao escutar a boa nova, ele gritou: “Viva!”. Marina prometeu ainda que cada unidade terá um gestor.

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25 de abril de 2007

Novo formato

O Ibama passará agora a exercer apenas as funções de fiscalização, licenciamento e autorização de uso de recursos naturais. A mudança foi noticiada pela ministra na reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), nesta manhã, em Brasília.

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25 de abril de 2007

Clima

A estrutura do Ministério do Meio Ambiente em si também sofreu mudanças. Novas secretarias foram criadas. Entre elas a de Mudanças Climáticas, que ficará sob os cuidados de Thelma Krug, pesquisadora do INPE e vice-presidente do IPCC.

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25 de abril de 2007

Florestas

E quem ocupará a Secretaria de Biodiversidade e Floresta será Maria Cecília de Brito, ex-diretora da Fundação de Florestas de São Paulo. Ela substituirá João Paulo Capobianco que assumirá o cargo de secretário executivo da Ministra Marina Silva no segundo round do governo Lula.

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25 de abril de 2007

Pacto pelo clima

O Brasil tem agora um Pacto de Ação em Defesa do Clima, assinado nesta última terça-feira em São Paulo. Não se trata de uma iniciativa do governo, mas de uma parceria entre as Ongs Greenpeace, WWF, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e as empresas Petrobras, Alcoa e Votorantim. O documento prevê a promoção de ações que, no intervalo de 10 a 20 anos, contribuam para a redução de gases de efeito estufa na atmosfera. Novos signatários são bem-vindos.

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25 de abril de 2007

Pressão

A idéia do pacto é pressionar o governo a discutir um plano de desenvolvimento que lide com os desafios colocados pelo aquecimento global. "Precisamos de uma mobilização maior por parte do governo, mas já que o governo não está fazendo o seu papel, a sociedade não vai ficar parada esperando", afirmou Marcelo Furtado, diretor de projetos do Greenpeace Brasil, no evento.

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25 de abril de 2007

Compromisso

Ao assinarem o pacto, as empresas se propõem a adaptar suas políticas internas e suas formas de produção a metas definidas. Algumas delas são combate ao desmatamento, identificação de áreas vulneráveis do país e redução de emissões. A Votorantim deveria começar por desistir da construção de usina de Tijuco Alto no preservado rio da Ribeira, em São Paulo.

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25 de abril de 2007