Causas

Centros de pesquisa mantidos pela Marinha no arquipélago de São Pedro e São Paulo – a cerca de mil quilômetros da costa do Rio Grande do Norte – foram destruídos em junho passado por ondas de cinco metros de altura. Agora pesquisadores descobriram que a causa do problema pode ter sido quatro terremotos com epicentro no fundo do oceano Atlântico, que aconteceram pouco antes do desastre. Segundo o jornal Folha de São Paulo, os terremotos – o maior dos quais bateu seis pontos na escala Richter – foram registrados pelo serviço geológico dos Estados Unidos.

Por Redação ((o))eco
26 de setembro de 2006

El calor

Cientistas do instituto Goddard de Estudos Espaciais, da NASA, disseram na última segunda-feira que a Terra esteve, em 2005, em seu ponto mais quente dos últimos 1 milhão de anos, particularmente na região do Oceano Pacífico, onde surge o fenômeno El Niño. Segundo o site Planet Ark, isso não quer dizer que El Niños – que desregulam o clima em todo o mundo – acontecerão com mais freqüência; mas sim, que eles serão mais potentes, quando ocorrerem. O planeta, diz os pesquisadores, está 1º C mais quente do que nunca em todo esse tempo. E o mais alarmante: a temperatura aumentou 0,2º C em cada uma das últimas três décadas.

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26 de setembro de 2006

Rally dos Ventos

Se você achava que rally era coisa para carros ou excursionistas a pé, saiba que a modalidade está sendo praticada também por atletas de kitesurf....

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26 de setembro de 2006

Parapente 2007

O Campeonato Brasileiro de Parapente 2007 vai começar com ventos sulinos. No Rio Grande do Sul acontece a primeira etapa entre os dias 20 e 27 de...

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26 de setembro de 2006

Mais vencedores

Além da Oskalunga, grande campeã da terceira etapa do Kaluanã Amazônia Extrema, outras equipes subiram a um dos pódiuns mais disputados das...

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26 de setembro de 2006

Rally 4×4 no sul

A 5ª edição do Rally 500 Milhas Off-road, será realizada entre os dias 16 a 19 de novembro, com a largada oficial confirmada na cidade de Guaíba e...

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26 de setembro de 2006

Eles não perdem tempo

A Gerência Executiva do Ibama em Imperatriz (MA) constatou quatro tentativas de fraude do Documento de Origem Florestal (DOF), o novo sistema de controle do transporte de madeira, que entrou em vigor não faz um mês. Empresários fantasmas, que se diziam instalados nas cidades de Açailândia e Imperatriz, tentavam esquentar a madeira ilegal, declarando no DOF uma quantidade superior do que tinham no estoque. A Polícia Federal está investigando o caso, mas ainda não chegou aos autores do crime.

Por Redação ((o))eco
26 de setembro de 2006

Culpa de invasores?

Teoricamente, o novo sistema online do Ibama teria que bloquear CNPJs inexistentes no ato de cadastramento das empresas. No caso recém-ocorrido no Maranhão, os CNPJs apresentados eram inválidos e mesmo assim foram aceitos pelo DOF. Uma das justificativas do Ibama é que o sistema teria sido invadido por hackers.

Por Redação ((o))eco
26 de setembro de 2006

Atraso prejudicial

Como os técnicos do Ibama receberam suas senhas para monitorar as autorizações do documento apenas no dia 13 de setembro (12 dias depois de o DOF entrar em funcionamento), não foi possível identificar a irregularidade antes. Somente agora, depois que as empresas fantasmas conseguiram a emissão de duas autorizações de transportes, a gerência detectou a fraude.

Por Redação ((o))eco
26 de setembro de 2006

Por pouco

Os técnicos do órgão só suspeitaram dos dados cadastrados porque as supostas empresas não possuíam pastas cadastrais na Superintendência do Ibama no Maranhão – exigência para que uma empresa seja aberta. Além disso, as informações de diferentes empresas foram inseridas no DOF a partir de um mesmo computador, com datas e horários consecutivos.

Por Redação ((o))eco
26 de setembro de 2006

Recorrente

Esta não é a primeira tentativa de fraude do DOF. Cinco dias depois de instalado o novo sistema, o Ibama confirmou duas e detectou cinco outras empresas suspeitas de super faturarem os estoques de madeira em tora que possuíam. Elas estavam localizadas nos estados do Pará, Maranhão e Rio Grande do Norte.

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26 de setembro de 2006

Índices africanos no Brasil

Uma pesquisa do IBGE revela que 11 estados brasileiros têm condições sanitárias inferiores ao do país africano Djibouti. A rede de saneamento básico de Mato Grosso do Sul é a pior do Brasil, atingindo 16% da população. Esse índice é semelhante ao do Camboja, na Ásia. No quesito cobertura de esgoto, a pesquisa também relacionou o desempenho de cada estado brasileiro a um país subdesenvolvido correspondente. Assim, o acesso à rede no Tocantins (24%) equipara-se à da Somália (25%). Alagoas (31%) tem indicadores parecidos com os da Namíbia (30%). O mesmo acontece entre Goiás e Lesoto (37%) e Pernambuco e Ceará em relação a Ruanda e Botsuana (41%).

Por Redação ((o))eco
26 de setembro de 2006