Sadismo

Um cretino da secretaria de turismo de Santa Catarina dá entrevista ao Diário catarinense dizendo que a farra do boi, em que o animal é torturado por uma turma ensandecida, além de ser tradição local serve para atrair turistas para o estado. Pelo que diz o secretário, devem todos ser adeptos do turismo sádico.

Por Redação ((o))eco
1 de março de 2006

Ironia

Na costa de um dos poucos países que insiste em arpoar baleias, o Japão, 50 delas praticaram suicídio coletivo encalhando numa praia. Só pode ser um protesto radical. A notícia está no The Independent.

Por felipe Felipe Lobo
1 de março de 2006

Legal

A repressão ao camping ilegal na Ilha Grande, litoral do Rio de Janeiro, comeu solta no carnaval, segundo O Globo. Vários foram fechados e o excesso de turistas sem lugar para amarrar a barraca causou confusão. Mais de 800 deles ficaram na vila do Abraão, sem condições de retornarem aos seu lares e sem lugar para dormir. Tiveram péssimo carnaval. Bem feito.

Por Redação ((o))eco
1 de março de 2006

Sem proteção

Estudo do Museu Goeldi, de Belém do Pará, publicado na Folha de S. Paulo, acusa o programa do governo de criar áreas protegidas na Amazônia com financiamento internacional, de deixar de fora regiões críticas para a conservação. O trabalho acusa o governo de não proteger determinadas áreas sob o argumento que elas já estão excessivamente degradas.

Por Redação ((o))eco
1 de março de 2006

Desequiíbrio

Choque ambiental é isso aí. O Pinus, velho vilão da natureza nas serras gaúcha e catarinense, quem diria, está ajudando a recuperar a população de pumas nas duas regiões. A descoberta foi peita por Peter Crawshaw, um dos maiores especialistas brasileiros em felinos carnívoros. Mas antes que os madeireiros saiam decantando os benefícios ambientais do Pinus, é bom saberem que seu impacto positivo na população de pumas é de curto prazo. As florestas replantadas oferecem a eles proteção para se moverem entre as áreas onde há mata nativa remanescente. Mas não dão alimento. No longo prazo, isso significa que os pumas deverão intensificar seus ataques contra ovelhas, potros e bezerros de criadores locais.

Por felipe Felipe Lobo
1 de março de 2006

Vai sumir

Um estudo da Forest Trends diz que toda a indústria madeireira que atua na Papua Nova Guiné, costa ocidental da África, é não só ilegal, como toda ela ambientalmente incorreta. O estudo estima que se não houver mudanças, a Papua Nova Guiné entra na próxima década sem qualquer floresta viável em seu território. O relatório pode ser visto aqui www.forest-trends.org/documents/png .

Por felipe Felipe Lobo
1 de março de 2006

Dupla irregularidade

As fazendas que cultivam soja no entorno do Parque Nacional do Iguaçu (PR) estão duplamente irregulares. O Ibama descobriu que, além de estarem a menos de 10 quilômetros da unidade de conservação – o que é proibido – as propriedades cultivam soja transgênica. Até agora, 13 lavouras foram embargadas por causa de uma operação de fiscalização iniciada na última quarta-feira.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Pizza

O Ibama quer negociar um termo de ajuste de conduta (TAC) para resolver o problema com os fazendeiros e cooperativas que fornecem as sementes geneticamente modificadas.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Assinatura solitária

Circula pelos parlamentos do mundo um abaixo-assinado pedindo uma proibição global do uso do amianto. Aqui no Brasil, por enquanto, só Eduardo Suplicy, senador pelo PT de São Paulo, colocou seu jamegão no documento.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Retirada

Representantes do Ibama e dos Ministérios Públicos Federal e Estadual abandonaram audiência pública no Maranhão sobre a licença ambiental do Distrito Industrial de São Luis. Foi protesto contra o que dizem ser uma fraude no EIA-Rima preparado pelo governo do estado e apresentado no encontro. Pelo menos ¼ de seu conteúdo foi copiado de um EIA-Rima feito para a Companhia Vale do Rio Doce.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Dinheiro novo

O Banco Mundial estuda retomar seus empréstimos aos estados da Amazônia brasileira. Eles estavam suspensos desde fins da década de 90, quando dois programas de financiamento para infra-estrutura em Rondônia, o Planagro e o Planaforo, tiveram seus propósitos desviados sem qualquer cerimônia pelo governo local. Boa parte desse dinheiro financiou desmatamentos no estado. O Banco tem neste momento dois pedidos de dinheiro. Um, mais antigo, do Pará. O outro é do Amazonas. Para evitar os problemas do passado, encomendou-se à Ongs da região estudos para se ter uma noção de que promessas ambientais os dois governos tem capacidade para cumprir.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Novidade

O historiador Artur Soffiati lança em breve livro sobre a importância do manguezal na cultura e na história do Brasil.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006