Cogumelos no Juruena

Na margem amazonense do Rio Tapajós, a escuridão da floresta abrilhantava uma centena desses avermelhados cogumelos. Eles apareciam no entorno das picadas, como se marcassem o caminho a ser seguido. Se espalhavam por todo canto. Em março, a repórter Andreia Fanzeres encontrou, no Parque Nacional do Juruena, os mesmos fungos coloridos que já a tinham encantado na Reserva Particular Cristalino, em Alta Floresta. E se retorceu para encontrar um ângulo que coubesse na capa de O Eco. A imagem foi captada com uma Sony DSC-H7, com diafragma em 2,7 e velocidade 1/400 s.

Por Redação ((o))eco
25 de novembro de 2008

Lavadeira

Dentro de uma lancha ancorada às margens do Rio Paraguai, no Pantanal, o repórter Aldem Bourscheit aguardava um piloteiro que o levaria até o próximo ponto no interior da planície alagada. Entre vários insetos que perambulavam entre os aguapés, sob sol escaldante, essa lavadeira ganhou destaque pelo alto contraste entre vermelho e negro. O registro foi feito com sua Canon Powershot S3IS, com diafragma em 3,5 e velocidade 1/400 segundos.

Por Redação ((o))eco
17 de novembro de 2008

Sapo-de-chifre

Este Proceratophrys boiei veio, intato, entre os dentes do ancinho que capinava um jardim em Nova Friburgo. Marcos Sá Corrêa pegou-o para soltar em terreno mais adequado a um sapo-de-chifre, mas, antes, cobrou-lhe o serviço nesta pose para uma Canon 5D em ISO 100, lente Canon Macro MP-E de 65mm, trilho de focalização Velbon, flash de anel Canon MT-24EX, tripé e disparador de cabo. O resultado foi este retrato duas vezes maior que o tamanho natural.

Por Redação ((o))eco
10 de novembro de 2008

Três emas

Essas três emas apareceram no horizonte de Campo Novo do Parecis, em Mato Grosso, para indicar à reporter Andreia Fanzeres que ela devia estar se aproximando de algum dos raros fragmentos de mata em meio a imensidão de lavouras. Era abril e boa parte das plantações de soja já começava a ceder espaço para o milho. Em diversas épocas do ano, é comum encontrar a maior ave brasileira ciscando em monoculturas de grãos no Centro-Oeste, em busca do alimento que o Cerrado já não pode oferecer. A imagem foi capturada com uma Sony DSC-H7, velocidade 1/800 s e diafragma 5,6.

Por Redação ((o))eco
3 de novembro de 2008

Piracema em MT e MS

A partir de amanhã fica proibida a pesca nos rios da bacia do Araguaia dentro do estado de Mato Grosso. Dia 5 de novembro a piracema começa oficialmente para as bacias do Paraguai e amazônica. O defeso durará até o dia 28 de fevereiro de 2009. Em Mato Grosso do Sul, será permitida a modalidade amadora de “pesque e solte” na calha do rio Paraguai apenas no mês de fevereiro. Quem desrespeitar a medida pode ter que pagar multa de 700 a 100 mil reais, com acréscimo de dez reais por quilo de peixe apreendido. Quem já pescou e pretende fazer estoque precisa declará-lo aos órgaos ambienatis estaduais até o dia 7 de novembro.

Por Redação ((o))eco
31 de outubro de 2008

Vazamento em Itacaré

A Associação Ambientalista do Município de Itacaré, na Bahia, denunciou nesta quinta-feira ao Ministério Público Federal que a Petrobras foi responsável por um vazamento de óleo oriundo de uma plataforma próxima às paradisíacas praias da cidade, procurada especialmente por turistas estrangeiros no sul baiano. Os ambientalistas afirmam que o óleo atingiu unidades de conservação como o parque estadual Itacaré-Serra Grande e todo o litoral do município até a Península de Maraú, e pedem providências urgentes para que maiores danos sejam evitados.

Por Redação ((o))eco
31 de outubro de 2008

Arbusto

A estação das chuvas se aproxima do Cerrado, quando tudo se tornará mais verde, com vida renovada. Os longos meses de seca, no entanto, foram generosos em exibir cores muitas vezes desprezadas por quem só vê o bioma como fronteira aberta ao desmatamento, ao boi, à soja. Em suas andanças, Aldem Bourscheit cruzou com este pequeno e multicolorido arbusto nas estradinhas de terra que cortam o Jardim Botânico do Distrito Federal. O registro foi feito com sua Canon PowerShot S3IS, em velocidade 1/500 e diafragma em 3.5.

Por Redação ((o))eco
28 de outubro de 2008

Comemorar o quê mesmo?

Alguns ambientalistas gaúchos comemoram a decisão da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que determinou à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) que obedeça aos critérios da Fundação Zoobotânica, outra autarquia governista, para licenciar novos plantios de eucaliptos no Pampa. Mas os sorrisos não têm muita justificativa, já que todas as polêmicas licenças já expedidas continuam em vigor. Além disso, a medida judicial acontece só agora, quando a crise econômica abafa planos de investimentos das papeleiras na Metade Sul daquele estado e o secretário de Meio Ambiente Carlos Otaviano Brenner de Moraes, procurador de Justiça, deixou o cargo rumo ao trono da Secretaria da Transparência.

Por Redação ((o))eco
23 de outubro de 2008

Muita atenção para os que usam plástico

O primeiro conselho sexual do PlanetGreen fala de vibradores. A maioria ganha um banho de fitalato, um produto químico usado para amaciar plásticos. Em 2004, a União Européia, preocupada com seus efeitos nas pessoas e na natureza, baniu seu uso em brinquedos infantis. Para isolar a toxicidade nos brinquedos de adultos, o PlantGreen sugere vesti-los com camisinhas. E, para ficar tudo verde, basta utilizar vibradores com bateria recarregável.

Por Redação ((o))eco
23 de outubro de 2008

Vegetarianos em apuros

A dica número três discorre sobre o uso de camisinhas. Existe uma biodegradável. É produto de tecnologia antiga, feita de pele de cordeiro. Não é muito fácil de achar. E serve só para impedir uma gravidez. Não protege contra doenças sexualmente transmissíveis. O PlanetGreen toma o cuidado de alertar os vegetarianos que a camisinha de látex, sua melhor opção, tem uma enzima semelhante a do leite. Para piorar, nem se sabe se ela é tão verde assim. Ainda não há consenso sobre se são biodegradáveis.

Por Redação ((o))eco
23 de outubro de 2008

Excesso de libido pode ser fatal

A dica cinco diz que comportamentos ditados pela paixão ou o amor podem ser bons para o planeta. Tomar banho junto diminui o consumo de água e o jantar à luz de velas o de luz. E amantes gostam de andar de mãos dadas, reduzindo as emissões de gás carbônico. Mas atenção com a libido. Uma paixão desabrida debaixo do chuveiro com água correndo, pelo menos do ponto de vista do banho, é um desperdício.

Por Redação ((o))eco
23 de outubro de 2008