Peixe-serra protegido

Neste mês, uma resolução da Convention on International Trade in Endangered Species (CITES) transformou o comércio do peixe-serra, também conhecido como espadarte, em crime internacional. Apesar disso, a Austrália conseguiu aval do órgão para captura de alguns exemplares a fins de exibição pública e pesquisa.

Por Redação ((o))eco
26 de junho de 2007

Refúgio

Os litorais do Pará e do Amapá são considerados um dos últimos refúgios de grandes populações de espadarte do mundo. Todas as espécies desse tipo de peixe são criticamente ameaçadas de extinção.

Por Redação ((o))eco
26 de junho de 2007

Envenenadas

Pelo menos 12 árvores de grande porte amanheceram envenenadas por herbicida em uma das principais avenidas de Cuiabá. Entre as espécies afetadas há ficus e mangueiras”. O produto foi injetado através de furos nos caules durante a madrugada. De acordo com Ralph Macedo, engenheiro florestal da secretaria municipal de infra-estrutura, técnicos lavaram as árvores na tentativa de retirar os resíduos, mas é preciso observar sua saúde nos próximos dias para saber se vão sobreviver. “Geralmente fazem isso quando novos estabelecimentos são abertos na cidade e a licença de corte das árvores, que atrapalham a fachada, é negada pela prefeitura”, diz. Os responsáveis pelo envenenamento não foram encontrados.

Por Redação ((o))eco
26 de junho de 2007

Descontrole

Macedo não quis revelar o nome do produto para não incentivar sua procura por outros criminosos. Falou apenas que o princípio ativo é o grifosato. Mesmo com venda proibida, o engenheiro confirma que esse tipo de herbicida é facilmente adquirido sem receituário agronômico.

Por Redação ((o))eco
26 de junho de 2007

Nomeações

Hoje foi mais um daqueles dias em que o Diário Oficial da União apareceu com dezenas de exonerações de servidores do Ibama e suas respectivas nomeações no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Por Redação ((o))eco
26 de junho de 2007

Impactos da greve

A greve dos funcionários do Ibama pode pôr em risco projetos importantes de conservação - como a reintrodução do mutum-do-sudeste (Crax blumenbachii) no Rio de Janeiro. O plano da reposição dos bichos, do cativeiro em Belo Horizonte, para a Reserva Ecológica de Guapiaçu (Regua) depende de licença de transporte emitida pelo instituto. Christine Steiner, a bióloga que acompanha o processo, informa que a população que ela monitora está em 11 mutuns, o que significa menos de 50% de mortalidade. É um bom desempenho para um projeto de reintrodução, mas o pequeno número de indivíduos preocupa. Por isso cruza os dedos para que a licença de transporte saia logo.

Por Redação ((o))eco
26 de junho de 2007

Obrigatório

Hoje, às 21: 30 na Globonews, programa imperdível. Karen Strier, primatóloga que cuida do bando de muriquis que sobrevive numa nesga de Mata Atlântica em Caratinga, Minas Gerais, vai ser a entrevistada do Espaço Aberto. Quem perder, pode ver o programa amanhã (terça-feira) em dois horários: 8:30 e 15:30.

Por Carolina Elia
25 de junho de 2007

Agora é que são elas

O Conselho Nacional de Política Energética (CNP) acaba de aprovar a construção da usina nuclear de Angra 3, que está com as obras paradas há 21 anos. O único voto contra foi do Ministério do Meio Ambiente. Entre equipamentos e custos de manutenção já foram gastos no projeto da usina cerca de US$ 1,3 bilhão. Para ser construída a usina com 1.300 megawatts de potência exigirá cerca de R$ 7,2 bilhões e precisará de licença ambiental.

Por Redação ((o))eco
25 de junho de 2007

Litorânea

No que depender do ministério do Meio Ambiente (MMA), os manguezais de nossa costa também farão sua estréia no universo das Reservas Extrativistas. A primeira delas já está definida. Será a de Cassurubá, no município de Caravelas, litoral baiano. A Mata Atlântica e a Caatinga, pelo menos por enquanto, continuarão livres do extrativismo com chancela oficial.

Por Redação ((o))eco
25 de junho de 2007

A porteira abriu

A burocracia ambiental do governo federal tem prontinhos, à espera apenas do jamegão presidencial, os decretos para a criação de 15 Reservas Extrativistas (Resex). Sete delas estão fora da Amazônia, onde as Resex se consolidaram como parte da política de conservação de Brasília. A maioria tem como localização o cerrado, onde no ano passado foi instalada a primeira Resex não-amazônica do país. É o caso da futura Resex Chapada Limpa, no município de Chapadinha, Maranhão.

Por Redação ((o))eco
25 de junho de 2007

Mais unidades

Além das 15 Reservas Extrativistas, o MMA aprontou também os decretos para a criação de uma Floresta Nacional e dois Parques Nacionais no Amazonas, três Refúgios de Vida Silvestre e uma Reserva Biológica na Bahia. Na mesma gaveta, estão guardados decretos de ampliação de uma Estação Ecológica, Cuniã em Rondônia, da Floresta Nacional de Balata Tufari no Amazonas, e do Parque Nacional da Serra da Bocaina, na região Sudeste.

Por Redação ((o))eco
25 de junho de 2007

Triunfo

Entre as 8 Reservas Extrativistas prontas para serem criadas na Amazônia está a Renascer, no município de Prainha, próximo do traçado da rodovia Transamazônica no Pará. No ano passado, o governo paraense tentou criar ali, zona de intensos conflitos fundiários, uma Floresta Estadual. Os locais se rebelaram. Queriam virar Resex Federal.

Por Redação ((o))eco
25 de junho de 2007