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Conservação incentivada

Vinte e seis projetos de 11 estados receberam sinal verde da Fundação O Boticário para implementar, a partir deste ano, estudos e ações para a conservação ambiental. Destacam-se propostas de mapeamento científico de espécies da fauna em diversos ecossistemas. Os morcegos são objeto de dois projetos aprovados, um no Parque Nacional da Serra da Bodoquena (MS) e outro no agreste pernambucano. Ariranhas pantaneiras, peixes recifais no Espírito Santo, lagartos das restingas fluminenses, sagüis amazônicos, preás catarinenses, onça pintada e tuco-tuco (foto) gaúchos também ganharão estudos para sua conservação nos habitats específicos, entre outros bichos. Na parte de flora, integram a lista os ameaçados jacarandá da Bahia e araucária do Paraná, ao lado dos igarapés na Amazônia e coisas pouco conhecidas do público, como as algas calcárias (rodolitos). Haverá ainda, com um representante cada, projetos de controle de espécies invasoras (bagre africano introduzido em Paranaguá), manejo de unidade de conservação (Chaco pantaneiro) e recuperação ambiental de bacia hidrográfica (Rio Pacuí, em Minas). Ao todo, o Programa de Incentivo à Conservação da Natureza vai investir 488 mil reais nos 26 projetos, selecionados entre 224 inscritos. Desde 1990, a Fundação O Boticário já financiou 915 projetos ambientais. Veja a lista dos projetos aprovados.

Lorenzo Aldé ·
11 de janeiro de 2005 · 21 anos atrás
  • Lorenzo Aldé

    Jornalista, escritor, editor e educador, atua especialmente no terceiro setor, nas áreas de educação, comunicação, arte e cultura.

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