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Estratégia

No início desta semana, técnicos do governo, Ongs e empresários se encontraram para bater o martelo sobre o novo mapa de áreas prioritárias para a conservação do Cerrado. Agora são 331, quase quatro vezes o número definido no último mapa, de 1998. O salto, segundo o Ministério do Meio Ambiente, deve-se a uma nova abordagem da questão, que não é tão nova assim. Leva em consideração a questão social, o que determinou a delimitação de áreas menores, boa parte delas designada para uso sustentável. Na prática, significa que as Reservas Extrativistas passam a fazer parte da estratégia de conservação do governo para o Cerrado.

Redação ((o))eco ·
24 de novembro de 2006 · 19 anos atrás

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