Não há perguntas burras
Dizem por aí que vai faltar água. Mas se o planeta é um sistema fechado, onde essa água vai parar? Essa é a primeira de uma série de "perguntas estúpidas" que o site Treehugger se propõe a responder para seus leitores. A questão, aparentemente, é que estamos esgotando as nossas fontes de água potável. Além disso, a mudança climática deve afetar o ciclo hidrológico de maneiras ainda pouco previsíveis. →
As 10 mais
Responda rápido: quais são as 10 maiores eco-atrações no território brasileiro? Agora elimine da sua lista as paisagens naturais, e fique apenas com exemplos de gestão inteligente de recursos naturais, da paisagem e da biodiversidade. Se estiver faltando inspiração, vale a pena dar uma olhada na lista compilada pela revista Country Life para a Grã-Bretanha. De Edimburgo à Cornualha, dos jardins botânicos ao museu da ciência, a lista seria convidativa se não fosse tão complicado chegar lá. →
Fiscalização da lagosta
Aconteceu ontem uma operação de grande porte para fiscalização de pesca de lagosta no litoral do Rio Grande do Norte. Nos municípios de Touros e Rio do Fogo, cerca de 150 agentes apreenderam barcos compressores de ar e redes, cuja utilização é proibida por lei. O Ibama conduziu a operação com apoio da Marinha, dos Bombeiros e das polícias federal, militar e rodoviária. Segundo o instituto, o grande efetivo foi justificado depois que fiscais do Ibama foram recebidos a pedradas por pescadores, há 45 dias na mesma região. →
Apressados
Depois que o governo de Santa Catarina começou a anunciar a desapropriação de áreas para construção da barragem do rio do Salto, em Timbé do Sul, o Ministério Público Federal fez questão de esclarecer em nota que nada será feito antes de concluído o licenciamento ambiental do empreendimento. Até agora o governo e a empresa Casan, empreendedores responsáveis, ainda não apresentaram estudo de impacto ambiental válido e sim um que continha deficiências elementares, que não foi aceito →
Áreas para concessão
O Diário Oficial da União publicou hoje uma versão consolidada do Plano Anual de Outorga Florestal (Paof), com a incorporação de sugestões recolhidas durante consultas públicas. Entre elas, a exclusão da lista de áreas para concessão das florestas nacionais de Caixuanã e Itacaiunas, no Pará, Pau Rosa, no Amazonas e Irati, no Paraná. Agora, em vez de 13 milhões, são 11,7 milhões de hectares de áreas que podem ser concedidas para exploração. →
Conjunto habitacional quilombola
O Paraná quer elaborar um programa de habitação popular para atender principalmente a população quilombola no estado. Já foram cadastradas 934 famílias em 37 comunidades. Mas a expectativa é de que outras 86 também sejam identificadas. O estado se compromete com as casas, mas não se envolve com processos de aquisição de terras para essas famílias. →
Placar do fogo
De quinta para sexta-feira, os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) identificaram 755 focos de calor em Mato Grosso, 671 no Pará e 529 no Maranhão. Foram 3643 queimadas no país inteiro. →
Campanha
O Ministério Público de Mato Grosso fará uma campanha de mobilização na próxima segunda-feira contra o uso do fogo no estado, cujo céu já fica permanentemente acinzentado por causa das queimadas urbanas e florestais. →
Árvores do petróleo
A petrolífera hispano-argentina Repsol YPF plantou 15 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica no municío de Salesópolis, em São Paulo. O local do plantio foi a barragem de Ponte Nova, responsável por grande parte do abastecimento de água do Sistema do Alto Tietê. A região foi escolhida pela SOS Mata Atlântica, que fechou parceria com a Repsol, em virtude da degradação do solo provocada por desmatamento que gerou assoreamento do reservatório. →
Convite
O governo dos EUA convidou nesta sexta-feira onze países, além da União Européia e ONU para uma reunião de alto escalão nos dias 27 e 28 de setembro, em Washington, para discutir formas de combater as mudanças climáticas. Entre as nações que devem pegar o avião rumo à terra do Tio Sam estão China, Índia e Brasil. O encontro faz parte dos esforços do país para fixar metas de longo prazo de combate às mudanças climáticas até 2008. A notícia está no site da agência Reuters. →
Escritórios verdes
O inglês The Independent já deu algumas dicas, em outras edições, de como apagar (pelo menos em parte) a pegada de carbono deixada por cada pessoa em suas residências. Desta vez, dez sugestões de como emitir menos CO2 no trabalho ganharam lugar de destaque no site do maior jornal britânico. Entre elas, estão algumas medidas básicas, como desligar os equipamentos eletrônicos enquanto eles não estão em uso, e outras mais excêntricas, como pensar várias vezes antes de tomar um avião para fazer uma viagem de negócios. No fim das contas, é fácil fácil diminuir emissões no escritório. Exemplos como imprimir somente o que for realmente necessário e promover a reciclagem podem fazer uma grande diferença no total. →
