Análises
7 de agosto de 2006

É fogo…

De Wilson Guimarães Cavalcanti São José dos Campos, SP Caro Manoel Francisco: A nova matéria da Andreia Fanzeres sobre incêndios florestais está muito boa, diria, “no ponto”! Parabéns! Um ano depois, vemos com tristeza que continuamos na estaca zero quanto ao combate a incêndios florestais no Brasil e o depoimento que a Andreia colheu do chefe do Centro Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais do Ibama (Prevfogo), Heloísio Figueiredo, dá bem uma idéia de como o nosso barco está à deriva nesse mar de omissões. Faço minhas as declarações do Cmt. Eustáquio Pereira: para se combater incêndios florestais precisa-se de uma estrutura que é cara! Mas quanto valem as florestas que perdemos a cada ano? Quanto vale a fauna que se perde nesses incêndios? Quanto custam as recuperações das áreas degradadas pelo fogo? Quanto custam os impactos ambientais que os incêndios provocam? Precisamos sair do discurso e passar às ações. E, para isso, é preciso que o MMA se mova, cumpra com o seu papel! Sem dúvida, o trabalho de O Eco, não deixando o assunto ser esquecido, será sempre de valor inestimável para tentar fazer a nossa burocracia estatal sair desse imoblismo e, afinal, cumprir com sua obrigação! Cordialmente,

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2006
Análises
4 de agosto de 2006

A ilusão do paraíso

Família que foi há 22 anos para o interior em busca de natureza preservada, paz e tranquilidade vê as mazelas da cidade grande chegarem cada vez mais perto dela.

Por Liana Olivier
4 de agosto de 2006
Fotografia
4 de agosto de 2006

A praia

Como praia viva não se vê mais todo dia, Coruípe, no litoral da Bahia, acaba de obrigar Marcos Sá Corrêa a levar para caminhadas na beira d'água...

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Reportagens
4 de agosto de 2006

Fogo no lixo

São Paulo procura o que fazer com os seus rejeitos. Experiência européia indica que a incineração cercada de cuidados ambientais pode ser parte da solução.

Por João Teixeira da Costa
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Visão

À semelhança do que fez na BR-163, o governo federal quer também criar um distrito florestal na área da BR-319.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Valor

A Embrapa desenvolveu meio de fazer compensado com embaúba. A árvore, nativa da Amazônia, cresce como praga e até então não tinha qualquer valor econômico. A Cykel, madeireira certificada paraense, já está testando a embaúba como matéria-prima.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Opção

Estudos com o paricá, ou pinho cuiabano, indicam que ele pode virar uma alternativa nativa da Amazônia para o reflorestamento de áreas degradadas na região. A árvore está chegando à maturidade com oito anos. É menos do que a média atual de um eucalipto, que chega ao ponto de corte em cinco anos, mas mais veloz do que seu desempenho quando ele foi transportado da Austrália para o Brasil. Na época, um eucalipto levava entre 12 e 15 anos para crescer.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Outra opção

O Tachi, outra nativa amazônica, também está se mostrando ser uma ótima opção de reflorestamento para áreas que dependem economicamente de carvão vegetal. É por conta dela, e pelas recentes experiências de replantio com outras espécies nativas da Amazônia, que o governo quer transformar a região de Carajás, no Pará, onde as siderúrgicas andaram desmatando sem qualquer dó, em distrito florestal dedicado ao reflorestamento com árvores da região.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Notícias
4 de agosto de 2006

Último capítulo

A novela dos contratos de transição para planos de manejo florestal para o novo regime regulatório definido pela Lei de Gestão de Florestas Públicas está perto do fim. Depois de quase um ano de pancadaria entre governo e madeireiros, e muitos meses de negociação, estima-se que em 15 dias vários planos que estavam paralisados no Pará poderão voltar a funcionar.

Por Redação ((o))eco
4 de agosto de 2006
Reportagens
4 de agosto de 2006

É fogo…

Na época das queimadas, pilotos brasileiros apagam incêndios em Portugal. Aqui falta estrutura, dinheiro e vontade política para o combate eficiente às chamas.

Por Andreia Fanzeres
4 de agosto de 2006
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