Notícias
5 de julho de 2006

Reação

O Ibama soltou uma instrução normativa regulamentando as práticas de turismo na Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, em Santa Catarina. Aproveitou também para fechar à visitação duas áreas de costa, que juntas não chegam a somar 10% da extensão total da APA, que tem 156 mil hectares. Do ponto de vista da conservação, a medida é bem vinda. Mas as prefeituras dos municípios afetados, Imbituba e Garopaba, e empresários locais insistem que isto vai prejudicar a atividade turística. Não há notícia de que os críticos tenham se questionado se vai ser bom para a baleia.

Por Redação ((o))eco
5 de julho de 2006
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5 de julho de 2006

Comigo não tá!

A leitora Priscila Lopes escreveu denunciando focos de queimada dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, do qual é vizinha. Segundo ela, há pelo menos seis pontos de fogo em meio à mata, desde o último sábado. Procurada pela reportagem de O Eco, a administração do Jardim Botânico disse não saber dessas queimadas. Limitou-se a informar que, se existem, devem ser provocadas por moradores das 600 casas que existem ilegalmente dentro de seus portões. De acordo com o diretor da prefeitura da entidade, não há nada que ela possa fazer para evitar ou impedir incêndios provocados pelos moradores.

Por Redação ((o))eco
5 de julho de 2006
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5 de julho de 2006

Sem desculpas

Sair de férias e perder o ritmo de corridas e, ainda de quebra, engordar? Nem pensar. O site O2 ensina como aproveitar o mês de descanso para...

Por Redação ((o))eco
5 de julho de 2006
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5 de julho de 2006

Obreiros verdes

O Centro TIBÁ - Tecnologia Intuitiva e Bio-Arquitetura - abriu inscrições para um curso de bio-arquietura a interessados em aprender conceitos da construção ligada ao meio ambiente. Quem ministra é o professor holandês Johan Van Lengen, arquiteto que trouxe a técnica para o Brasil. As aulas serão em seu sítio, em Bom Jardim, onde fica a sede do TIBÁ.

Por Redação ((o))eco
5 de julho de 2006
Análises
5 de julho de 2006

Reservas extrativistas no Cerrado, para quê? II

De Carlos Valério Gomes Estudante de Doutorado em Geografia - Universidade da FlóridaPrezado Editor, O artigo da Verônica Theulen soa como se ainda estivéssemos debatendo sobre as possibilidades teóricas de implantar o modelo de Reservas Extrativistas. Ou seja, suas críticas são iguais às que surgiram no início do processo de discussão do modelo de implantação das primeiras reservas no início dos anos noventa. A autora trabalha com unidades de conservação e deveria estar um pouco mais familiarizada sobre as discussões e números desses quinze anos de experiência da política de Reservas Extrativistas. Se o modelo deve ser empregado no Cerrado Brasileiro, que vem sendo destruído pela expansão da soja, é uma boa e desafiadora discussão. Ao ser contra tal possibilidade com "argumentos" estritamente conservacionistas, a autora esqueceu de apontar ao menos uma possível solução contra a rápida degradação do Cerrado. Porém, a capacidade de replicação do modelo de reservas é realidade hoje - e chegou até mesmo a populações de pescadores da costa brasileira, onde a questão agrária não é o grande foco. Sua implantação e/ou adaptação aos diversos cenários ecológicos e realidades sócio-culturais na Amazônia é um fato, e não foge aos princípios originais porque são populações extrativistas locais que estão constantemente fazendo tal opção. Entre os modelos disponíveis de ocupação por populações locais da Amazônia, o modelo de reservas tem sido o mais escolhido por sua origem dentro da luta de reforma agrária, mas também por sua capacidade de conciliação entre conservação e desenvolvimento. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
5 de julho de 2006
Notícias
4 de julho de 2006

Obras para a natureza

No Realclimate.org acaba de ser publicado um posting sobre uma ciência que não chega a ser necessariamente nova, mas que ganhou novo impulso com a questão do aquecimento. Chama-se geo-engenharia e destina-se a corrigir problemas naturais, ou problemas que o homem causa à natureza. Como aponta o texto, a história da geo-engenharia é formada por desastres, com as correções feitas pelo homem provocando problemas adicionais ao meio ambiente. A discussão do assunto centra-se sobre a proposta de um prêmio Nobel de química, Paul Crutzen, de saturar a atmosfera com elementos que ajudem a esfriar sua superfície. O governo Lula, que insiste em transpor o São Francisco como remédio para a seca do Nordeste, deveria saber que pelo menos o passado condena esse tipo de obra.

Por Redação ((o))eco
4 de julho de 2006
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4 de julho de 2006

Sufocando o pau-brasil

São Paulo, a capital, tem um ecossistema impróprio à árvore que batizou o país. Reportagem na Revista da Fapesp diz que pesquisa feita na Espanha, submentendo pés de pau-brasil às condições do ar de da capital paulistana, mostra que eles têm dificuldades de adaptação a um ambiente tão inóspito.

Por Redação ((o))eco
4 de julho de 2006
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4 de julho de 2006

Sambaqui

Trabalhadores que faziam manutenção de uma estrada em Santa Catarina descobriram por acaso um sambaqui com cerca de seis mil anos. O sítio arqueológico, localizado a 125 km ao sul de Florianópolis, pode ser mais antigo do estado, conforme noticiou o jornal Folha de S.Paulo.

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4 de julho de 2006
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4 de julho de 2006

Uma droga contra as outras

Previna-se contra a doença do vício. Um novo tipo de vacina promete bloquear as sensações de prazer advindas da nicotina, o que impediria a dependência da substância. A vacina não deixa as moléculas de nicotina alcançarem o cérebro humano. A idéia é estender o tratamento contra cocaína, heroína e metanafetaminas. Saiu no The New York Times.

Por Redação ((o))eco
4 de julho de 2006
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4 de julho de 2006

Agenda

Começa amanhã, em Monte Alegre, no Pará, a série de três consultas públicas que o governo estadual vai realizar para criar a Floresta Estadual do Paru, na calha Norte do rio Amazonas, próxima ao Projeto Jari. Ao contrário do que O Eco informou no dia 30 de junho, as consultas ainda não tiveram início.

Por Redação ((o))eco
4 de julho de 2006
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4 de julho de 2006

Homem por todo o lado

O projeto da Floresta foi desenhado pelo Imazon e seus estudos mostram que a noção de que o Norte do estado ainda está livre de pressão humana, atualmente, virou lenda. Entre o Jari e a futura floresta há uma área onde já houve conflito no ano passado. E um levantamento fundiário comprovou que vários madeireiros fizeram requerimentos de terra na região ao Instituto de Terras do Pará (Iterpa). O requerimento não tem valor legal. Mas é o primeiro passo para uma eventual grilagem.

Por Redação ((o))eco
4 de julho de 2006

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