Reportagens
21 de fevereiro de 2006

Nadando na seca

O Acre vive uma inundação inédita, causada por chuvas que caem longe de seu território. É muita água. Mas o estado continua seco e sob o risco de arder como em 2005.

Por Carolina Elia
21 de fevereiro de 2006
Notícias
21 de fevereiro de 2006

Lavajato

Quem oferece o serviço de lavagem de carro no Distrito Federal tem seis meses para instalar um equipamento que possibilite a reutilizaçao da água. É o que determina uma nova lei aprovada por lá. Prevê-se uma redução de até 60% no consumo de água desses locais.

Por Redação ((o))eco
21 de fevereiro de 2006
Colunas
21 de fevereiro de 2006

Exageradamente rápida

O Projeto de Lei 3.057/00, que trata do parcelamento do solo urbano, é a prova viva de que, quando há vontade dos parlamentares, a pauta do legislativo anda.

Por Rafael Corrêa
21 de fevereiro de 2006
Reportagens
21 de fevereiro de 2006

Resistência alada

Várias aves freqüentam as margens dos poluídos rios de São Paulo. Já estão habituadas ao ambiente. No Pinheiros, novas árvores multiplicaram os passarinhos.

Por Karina Miotto
21 de fevereiro de 2006
Notícias
21 de fevereiro de 2006

Limitado

Justiça concedeu liminar que limita o percentual de compensação ambiental a 0,5% sobre os custos totais de uma obra. O caso foi levado aos tribunais pela Associação Brasileira de Concessionárias de Energia Elétrica, que era contra o Ibama poder fixar o percentual de acordo com o grau de impacto ambiental causado pelos investimentos. A decisão foi tomada pelo TRF da 1ª Região, que considerou a falta de precisão na forma de definir o percentual ilegal.

Por Redação ((o))eco
21 de fevereiro de 2006
Notícias
21 de fevereiro de 2006

Geleiras de ouro

Mal foi eleita e a nova presidente do Chile, Michelle Bachelet, já enfrenta uma prova de fogo na área ambiental. Depois de mais de dez anos de briga, está para receber sinal verde o projeto Pascua Lama, que permitirá a empresa transnacional Barrick Gold a explorar jazidas de ouro, prata e cobre nas Cordilheiras dos Andes, bem na fronteira com a Argentina. O projeto é considerado uma bomba-relógio porque pode destruir pelo menos três geleiras, secar rios e exterminar a fauna e flora local. Em campanha, Bachelet se comprometeu a impedir a exploração.

Por Redação ((o))eco
21 de fevereiro de 2006
Notícias
21 de fevereiro de 2006

Fogo

Um dos galpões da Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável de Belo Horizonte (ASMARE) - que já foi assunto em O Eco, pegou fogo no último fim de semana. As investigações ainda não foram concluídas, mas há forte suspeita de incêndio criminoso. Segundo a assessoria, a disputa pelo mercado de reciclagem é movida a ameaças.

Por Redação ((o))eco
21 de fevereiro de 2006
Notícias
21 de fevereiro de 2006

Prejuízo

O incêndio destruiu 15 carrinhos usados em coletas e transformou 30 toneladas de material reciclado em cinzas. Principalmente papel e plástico. Vinte e cinco famílias foram prejudicadas, mas o galpão será reconstruído em menos de 2 meses.

Por Redação ((o))eco
21 de fevereiro de 2006
Análises
21 de fevereiro de 2006

Noronha vale a pena

De Aline Andrade Olá Sérgio,Li sua coluna sobre Noronha e senti falta de uma temática complicada que é a falta de autonomia dos noronhenses sobre a gestão da ilha. Quem governa Noronha é o governo de Pernambuco, certo? A comunidade conta, no máximo, com a presença de dois conselheiros, se não me engano, na folha da administração. Uma grande reclamação de meu amigo Daniel, pescador que nos encantou com pesca de snorkel de garopinha na Cacimba e com o sashimi mais fresco do mundo, é justamente a exclusão dos locais nas tomadas de decisão sobre o futuro da ilha. Diferentemente de alguns noronhenses que conheci e que sonham em morar no Recife, Daniel pretende ficar até seus últimos dias na ilha e não vê solução outra que montar sua própria pousada num futuro longínquo, em terreno que pretende adquirir legalmente por tempo de uso. Reclama da falta de entusiasmo e união entre os locais que estão sempre submetidos às ações do Ibama que, por sua vez, parece não dialogar muito com a comunidade e fecha os olhos para as infrações abertamente cometidas por agentes do eixo Recife-Rio de Janeiro. Não há instrução alguma no sentido da comunidade se organizar em busca de seus interesses como, por exemplo, preços diferenciados de combustível e alimentos, uma das suas grandes reclamações. Não entendo como um governo de Estado ausente pode ter mais autoridade sobre os cuidados da ilha do que aqueles que residem e dependem de seus recursos naturais para sobreviver... Gostaria de saber sua opinião sobre o problema que, a meu ver, esbarra em grande parte com o que vc abordou na coluna dessa semana.Li, também a coluna sobre a questão dos parques e Áreas de Preservação Ambiental, etc, fizemos, em um dos programas que apresento aqui na TV em JF, onde buscamos esclarecer a importância do Urbanismo para a construção da cidadania, abordamos nossos parques e reservas ecológicas e, em uma das muitas tristes conclusões a que pudemos chegar, percebemos que existe um problema crucial de categorização das mesmas de acordo com suas especificidades e interesses. Um erro de nomenclatura emperra todo o desenvolvimento de políticas ambientais valorosas para a cidade e região. Outro ponto: a prefeitura não dialoga com Universidade e outros núcleos de produção de conhecimento para obtençao de dados técnicos e pareceres sobre essas áreas. Como pode? Ela isola acreditando preservar, afastando a população de um contato direto com a natureza e de uma consequente valorização desses espaços para a cidade e para a qualidade de vida urbana. É o caos. Estou realmente muito assustada com as informações que venho adquirindo através dos programas. O problema se estende para a preservação das bacias e mananciais, tão abundantes e fundamentais para toda a região. Não sei por onde começar a denunciar, ou reclamar, ou propor mudanças. Sei que não podemos deixar como está. O prefeito é super populista e só quer saber mesmo de "ficar bem na fita". A impressão que tenho é a de que ninguém sabe o que faz dentro da Prefeitura. E acho que não estou muito longe da verdade.Abraços.

Por Redação ((o))eco
21 de fevereiro de 2006
Colunas
21 de fevereiro de 2006

Intenções vãs

Lei das concessões florestais é apresentada como salvação da Amazônia. Mas iniciativas semelhantes sempre fracassaram no mundo. Nosso problema é o caos social.

Por Marc Dourojeanni
21 de fevereiro de 2006
Notícias
20 de fevereiro de 2006

Caminho Livre

A justiça derrubou a liminar que impedia a criação de três unidades de conservação no Paraná. Não há mais como recorrer. O Parque Nacional dos Campos Gerais, a Reserva Biológica das Araucárias e o Refúgio de Vida Silvestre do Rio Tibagi vão sair do papel. As unidades fazem parte de um conjunto de oito áreas protegidas propostas pelo Ministério do Meio Ambiente para proteção de remanescentes de mata atlântica com araucárias.

Por Redação ((o))eco
20 de fevereiro de 2006
Notícias
20 de fevereiro de 2006

Pedras no sapato

A criação das três unidades foi parar na justiça por protesto de produtores rurais e madeireiros, que afirmaram que ficariam sem o ganha-pão. Outras duas unidades - a Reserva Biológica das Perobas e o Refúgio da Vida Silvestre dos Campos de Palmas - enfrentaram o mesmo problema, mas também receberam aval da Justiça para existir. Juntas, as oito unidades protegerão 540 mil hectares de Mata Atlântica.

Por Redação ((o))eco
20 de fevereiro de 2006

Seja membro e faça parte do maior portal de jornalismo ambiental do país!

Entrar