Salada Verde

Universidade do RS ajuda no descarte de remédios

Federal do Rio Grande do Sul cria programa para informar a população sobre descarte incorreto de medicamentos que contaminam água, solo e causam danos à biodiversidade.

Redação ((o))eco ·
3 de dezembro de 2010 · 15 anos atrás
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Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente

É necessário incentivar a sociedade a direcionar seus resíduos médicos de uma maneira ambientalmente viável, evitando riscos à saúde humana e do meio ambiente. A divulgação ainda é pouca em relação aos postos de coleta ou sobre os procedimentos de destino, mas em Porto Alegre (RS) temos um exemplo.  a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) recebe medicamentos dentro do prazo de validade e vencidos para destinação correta. O endereço da universidade é rua Ramiro Barcelos, 2500.

Problemas ambientais relacionados ao descarte incorreto de medicamentos são comuns pela falta de informação por parte da população em relação ao destino desses produtos químicos. O impacto ambiental mais comum e prejudicial é o descarte de medicamentos no lixo doméstico ou na rede de esgoto, causando contaminação e poluição, além de possíveis intoxicações.

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 Existem regulamentações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que prevêm o destino e a reciclagem  das drogas. Medicamentos devem ser levados a postos de coleta para que produtos sejam encaminhados corretamente. Produtos dentro do prazo de validade devem ser mantidos intactos para serem doados, enquanto os produtos vencidos são direcionados a aterros sanitários especializados. Com o descarte especial, minimizam-se os efeitos de contaminação de água, infiltração no solo e danos à biodiversidade. (Laura Alves)

 

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