De Clóvis Ricardo Schrappe BorgesDiretor ExecutivoSociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVSwww.spvs.org.br Prezado Marcos,Ótimos os textos da Maria Tereza, Lorenzo Aldé e do Marc Dourojeanni. Acho que a Maria Tereza está certa. Onde está o movimento ambientalista brasileiro numa hora destas.Me parece que estão embaixo das asas do discurso do “desenvolvimento sustentável” e de iniciativas agroflorestais de comunidades tradicionais e outras situações que podem até representar avanços de geração de renda ou melhoria na vida no curto prazo para algumas comunidades. Mas degradam e pressionam a biodiversidade, paralelamente.Conservação mesmo, como você sabe, está virando agenda de minorias no movimento ambiental. Estamos focados no apoio à criação das UCs de Floresta com Araucária e dos Campos Gerais aqui no sul, o que nos desarmou de certa forma em relação a esta questão das APPs. Vamos divulgar os textos do O Eco por aqui e dar apoio a iniciativas que contestem esta posição do Conama.Um abraço,
Leia também
Perigos explícitos e dissimulados da má política ambiental do Brasil
pressões corporativas frequentemente distorcem processos democráticos, transformando interesses privados em decisões públicas formalmente legitimadas →
Transparência falha: 40% dos dados ambientais não estavam acessíveis em 2025
Das informações ambientais disponibilizadas, 38% estavam em formato inadequado e 62% desatualizadas, mostra estudo do Observatório do Código Florestal e ICV →
O Carnaval é termômetro para medir nossos avanços no enfrentamento da crise climática
Os impactos da crise climática já são um problema do presente. Medidas políticas eficazes de prevenção aos eventos climáticos extremos não podem ser improvisadas às vésperas das festividades →


