Apesar de não ter saído decisão formal sobre o funcionamento de projetos de REDD+ na Conferência do Clima de Copenhague, em dezembro passado, algumas alianças têm sido consolidadas para permitir emissões provenientes de desmatamento e degradação florestal com garantias de benefícios sociais e ambientais. O exemplo mais recente é o acordo a ser firmado entre Noruega e França, que prometem viabilizar ações de curto prazo o quanto antes. Líderes dos dois países reunem-se hoje para discussão sobre o tema. Em Copenhague, países como Australia, França, Japão, Noruega, Grã-Bretanha e Estados Unidos ofereceram 3.5 bilhões de dólares para viabilizar projetos de REDD+ no planeta.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
“A água conecta todos os seres vivos do planeta”, reforça Paul Watson
Em palestra de encerramento da UCBIO, ativista ambiental destacou como o oceano e todos os seus seres estão no centro da vida no planeta →
Florestas sem destino definido sustentam rios voadores na Amazônia, aponta estudo
Estudo aponta que florestas públicas sem destinação são fundamentais para à segurança hídrica na Amazônia e nos Andes →
Mutirão 2: o inimigo não é outro
Por um errante minuto, a qualidade da imaginação do cinema carioca me faz desejar que o setor climático aprenda a mobilizar a opinião pública com o marketing do setor de segurança →
