Sessenta e seis propriedades rurais em Mato Grosso, que representam uma área de 40 mil hectares na bacia do rio pantaneiro São Lourenço, vão iniciar os trabalhos de inventário de emissões de carbono para que tenham créditos negociados na Bolsa de Ativos Ambientais do Brasil, a ser inaugurada em Goiânia em abril. As propriedades fazem parte do Projeto São Lourenço Mata Viva, que terão títulos certificados pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e pelo Instituto para o Desenvolvimento Socio-ambiental (Idesa). Este é o segundo projeto do tipo em Mato Grosso, que também é palco de experiência semelhante na região do rio Xingu, desde 2008. As informações são do projeto Brasil Mata Viva.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
ATL: Indígenas tomam as ruas de Brasília pedido demarcação
Segunda marcha do Acampamento Terra Livre 2026 reuniu povos indígenas de todo o país nesta quinta-feira (09); Veja fotos →
O capitão Kirk e o papagaio engaiolado
A morte do cão Orelha causou indignação nacional. Estamos maduros para falar da morte e cativeiro de milhares de papagaios e outros bichos? →
Povos indígenas propõem plano global para eliminação dos combustíveis fósseis durante ATL
Documento apresentado durante mobilização em Brasília propõe zonas livres de exploração e coloca territórios tradicionais no centro da estratégia climática global →

