Ontem, dia 28 de novembro, uma jovem de 21 anos foi sequestrada por uma dupla de policiais militares do 1º BPM, que a extorquiram, alivindo-a de R$ 1.700, e depois, levaram-na a passear pelas sinuosas estradas do Parque Nacional da Floresta da Tijuca onde, a pretexto de admirar uma bela vista, pararam a viatura e resolveram se desfazer da incômoda passageira. Despacharam a moça, baleando-a no rosto e empurrando-a do alto de um dos muitos penhascos que margeam a Estrada das Paineiras, segundo notícia de O Globo.
Nada de novo. Tudo continua como dantes no quartel de abrantes (nesse caso, mais precisamente, no quartel do Estácio, que o 1º BPM divide com o prestigioso Batalhão de Choque). Seria uma pena, se não fosse uma tragédia anunciada. Os sinais de apodrecimento da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, instituição bicentenária, não vêm de hoje, como escrevi em colunas anteriores.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Flávio Bolsonaro repete o pai e apresenta 7 propostas antiambientais
Análise do Observatório do Clima aponta Lula à frente na agenda ambiental; programa de Flávio Bolsonaro tem apenas uma proposta positiva →
Nova espécie de ave é identificada na Serra de Baturité, no Ceará
A tovaca-de-baturité, antes considerada parte de uma espécie de ampla distribuição pela América do Sul, se diferencia principalmente pelo canto e por características da plumagem →
Um dia para dar uma pausa nas redes e se conectar ao mundo
O Dia do Reset propõe passar 26 de setembro longe das telas e conectado a outras atividades e eu posso provar que períodos prolongados offline aumentaram minha atenção, sono e percepção →


