Salada Verde

Usina de Jirau recebe licença do Ibama para começar a operar

Para manter a licença, consórcio responsável pelas obras precisa cumprir com 32 condicionantes. A licença foi emitida na sexta-feira.

Redação ((o))eco ·
22 de outubro de 2012 · 13 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente
 
Vista aérea das obras da hidrelétrica Jirau, no rio Madeira, em Rondônia. Foto: Ministério do Planejamento/Dezembro 2011.
Vista aérea das obras da hidrelétrica Jirau, no rio Madeira, em Rondônia. Foto: Ministério do Planejamento/Dezembro 2011.

O Ibama concedeu na sexta-feira (19) a licença para o início da operação da usina hidrelétrica de Jirau, localizada no rio Madeira, em Rondônia. Quando estiver pronta, em 2016, a hidrelétrica terá capacidade máxima de geração de 3.759 megawatts (MW). A garantia física, ou seja, a energia que deverá ser comercializada, é de 2.184,6 MW, suficiente para abastecer mais de 10 milhões de casas.

Segundo nota publicada no site do Ibama, o parecer técnico que avaliou o pedido de licença apontou a necessidade de manifestação da Funai e Iphan. Após o atendimento de todas as exigências, a Comissão de Avaliação e Aprovação de Licenças Ambientais composta pelos diretores do Ibama aprovou a emissão da licença, assinada na última sexta-feira.

A licença de operação estabelece 32 condicionantes específicas. Prevê a manutenção dos programas ambientais direcionados à etapa construtiva, somados aos programas relativos à fase de operação.

O cronograma de implantação da usina foi antecipado em três meses, mesmo após haver revoltas de trabalhadores nos canteiros de obras e greves.
A usina hidrelétrica de Jirau é controlada pelo consócio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas GDF Suez (50,1%), Eletrobras (40%) e Camargo Corrêa (9,9%).

Leia também

Análises
27 de fevereiro de 2026

Borboletas e formigas: um ensaio sobre jardins e ciclos

A vida em comunidade envolve relações de cuidado, mas também conflitos, riscos e ambiguidades. A cooperação é fundamental, mas não significa harmonia perfeita. E, essa lógica não é exclusiva para o mundo dos insetos

Análises
27 de fevereiro de 2026

A esperada queda da SELIC e o maior ativo do século XXI

Nos territórios, onde as veias seguem abertas e pulsam o sangue e a alma das cidades e de seus habitantes, milhares de pessoas sofrem os efeitos das decisões sobre investimentos

Salada Verde
27 de fevereiro de 2026

Funbio lança chamada para expansão de unidades de conservação municipais

Entidade convida instituições a apresentarem projetos para Unidades de Conservação (UCs) nos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal; inscrições vão até 30 de março

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.