Análises

O perigo do Criacionismo IV

Redação ((o))eco ·
25 de janeiro de 2008 · 18 anos atrás

De José Sabino, Superintendente de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul – SEMAC/MSQuase 150 após a publicação de “A Origem das Espécies” a teoria de Darwin infelizmente não é adequadamente conhecida. Há enorme confusão nessa área como se pode ver pela reação desmedida de alguns comentários. Não “viemos do macaco”, tal e qual o conhecemos hoje, mas sim tivemos um ancestral comum há 6 milhões de anos. O texto de Marcos Sá Correa é denso de informações e quebra “muletas” que o darwinismo também derruba . O radicalismo pregado pelos criacionsitas blinda a visão bela da interpretação científica, que mostra interrelações evolutivas e parentescos genéticos, como o do homem com o chimpanzé, com aproximadamente 98% de similaridade em seus DNAs. Imaginemos a similaridade entre homens brancos, negros, índios… É para acabar com qualque tipo de preconceito! A ciência permite que vejamos o mundo de modo muito mais claro. O radicalismo religioso só faz com que radicais incapazes de compreender o mundo moderno sequestrem maravilhas tecnológicas -como aviões a jato- e os joguem contra torres. Mesmo aqueles que não “acreditam” na ciência, usam de seus benefícios. Marina Silva pode ter suas crenças, mas jamais usá-las em público, muitos menos confundi-las com o exercício de seu cargo público.

Leia também

Externo
9 de janeiro de 2026

Peixes do rio Doce continuavam contaminados quatro anos após desastre de Mariana

Análise abrangente realizada em 2019 detectou o acúmulo de 13 metais pesados e outras substâncias tóxicas, desaconselhando o consumo por riscos à saúde humana

Salada Verde
9 de janeiro de 2026

Maior cajueiro do mundo vira unidade de conservação no Rio Grande do Norte

O Monumento Natural Estadual Cajueiro de Pirangi garante a proteção da árvore gigante, ponto turístico da praia de Pirangi do Norte, em Parnamirim

Notícias
9 de janeiro de 2026

Ibama desmantela esquema de madeira ilegal no Pará e aplica mais de R$ 15 milhões em multas

Fiscalização em Altamira e Uruará identificou serrarias irregulares, descumprimento de embargos e indícios de extração em terras indígenas e áreas protegidas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.