Análises

O perigo do Criacionismo IV

Redação ((o))eco ·
25 de janeiro de 2008 · 18 anos atrás

De José Sabino, Superintendente de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul – SEMAC/MSQuase 150 após a publicação de “A Origem das Espécies” a teoria de Darwin infelizmente não é adequadamente conhecida. Há enorme confusão nessa área como se pode ver pela reação desmedida de alguns comentários. Não “viemos do macaco”, tal e qual o conhecemos hoje, mas sim tivemos um ancestral comum há 6 milhões de anos. O texto de Marcos Sá Correa é denso de informações e quebra “muletas” que o darwinismo também derruba . O radicalismo pregado pelos criacionsitas blinda a visão bela da interpretação científica, que mostra interrelações evolutivas e parentescos genéticos, como o do homem com o chimpanzé, com aproximadamente 98% de similaridade em seus DNAs. Imaginemos a similaridade entre homens brancos, negros, índios… É para acabar com qualque tipo de preconceito! A ciência permite que vejamos o mundo de modo muito mais claro. O radicalismo religioso só faz com que radicais incapazes de compreender o mundo moderno sequestrem maravilhas tecnológicas -como aviões a jato- e os joguem contra torres. Mesmo aqueles que não “acreditam” na ciência, usam de seus benefícios. Marina Silva pode ter suas crenças, mas jamais usá-las em público, muitos menos confundi-las com o exercício de seu cargo público.

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