Notícias
8 de maio de 2006

Pernas para quê?

Karen Darke, uma britânica de 33 anos paraplégica há 13, vai realizar uma travessia inédita para mulheres do país, que dirá para as deficientes:...

Por Redação ((o))eco
8 de maio de 2006
Notícias
8 de maio de 2006

Renda-se a ela

Quem pratica esportes de aventura ou ao ar livre pode ter um certo preconceito com o povo das academias de musculação. Mais do que infundado,...

Por Redação ((o))eco
8 de maio de 2006
Análises
8 de maio de 2006

Prontas para adoção

De Aníbal Rafael Melgarejo, PhD Chefe da Divisão de Zoologia Médica e Responsável Técnico do Criadouro Científico do Instituto Vital Brazil Niterói, 07 de maio de 2006. Prezados Srs. Diretores do site O Eco e Chefia de Redação. Nesta manhã de 7 de maio de 2006 fui infelizmente surpreendido pela reportagem “Prontas para adoção”, de autoria da jornalista Aline Ribeiro. Face o conteúdo da mencionada matéria, que, ao que parece, permanecerá on-line durante toda a semana, insisto em consignar minha surpresa e indignação, mormente diante da seriedade do trabalho que parece ser desenvolvido por essa organização. Inicialmente, devo informar que o Instituto Vital Brazil S.A., instituição na qual exerço o cargo de Pesquisador e Responsável Técnico pelo criadouro científico de serpentes, foi procurado, através da Assessoria de Imprensa, pela jornalista que assina a matéria, sendo certo que lhe passaram o número de meu celular para a entrevista, diante da especificidade e minha ampla experiência no tema. Durante o contato com a referida jornalista, fui informado de que se tratava, apenas, de uma matéria sobre a surucucu, serpente peçonhenta da espécie Lachesis muta, dado seu interesse biomédico e ecológico. Evidentemente soube que se tratava do site ligado a jornalismo ambiental O Eco. Clique aqui para ler esta carta na íntegra e a resposta da autora Aline Ribeiro.

Por Redação ((o))eco
8 de maio de 2006
Análises
5 de maio de 2006

Índios e áreas de preservação

De Alexandre G. Guimarães Prezado editor, estou farto de ler artigos sobre esse assunto publicado em O Eco, escrito por pessoas* que têm uma visão restrita do assunto, pessoas desinformadas. A questão indigena é assunto delicado e complexo. Penso que para publicarem artigos sobre esse tema, é preciso que se vá a campo conhecer a realidade do outro lado, pesquisar histórias sobre como eram esses parques e áreas de preservação ambiental antes de serem oficializados. Principalmente, advogados ou profissionais que não costumam sair do escritório e mesmo assim escrevem opinando sobre um assunto que está longe de suas realidades. Escrever assim é fácil, moleza, mamão com açúcar, mas não tem fundamento, geralmente são textos conservacionistas e corporativistas.* Esta carta se refere às colunas de Marc Dourojeanni, Maria Tereza Jorge Pádua e Rafael Corrêa. Resposta do editor:Prezado Alexandre: Agradecemos o senhor ter expressado sua opinião, embora contrária a dos autores, sobre o tema dos indígenas nos parques. Trata-se, com efeito, de um assunto muito delicado e sempre complexo. Os colunistas de O Eco que trataram do assunto não são, de fato, antropólogos. Eles defendem o ponto de vista que a proteção da natureza é incompatível com as atividades econômicas dos índios assimilados à cultura nacional. Não obstante, eles têm experiência na Amazônia e inclusive com assuntos indígenas. Dois dos autores, Maria Tereza Jorge Pádua e Marc Dourojeanni, têm mais de 40 anos cada um de trabalho intenso na Amazônia. Ambos, respectivamente no Brasil e no Peru, contribuíram diretamente a estabelecer a maioria das unidades de conservação lá localizadas e, ambos, inclusive apenas o ano passado, fizeram uma avaliação de campo sobre a participação indígena em temas ambientais no Peru e no Equador, dentre outros paises. O segundo foi um dos principais autores da primeira legislação peruana que outorgou territórios amplos (reservas comunais) para as comunidades nativas, nos anos 1970s e é autor de vários livros sobre desenvolvimento amazônico. O jornalista Marcos Sá Corrêa conhece muito bem a Amazônia e já fez diversas reportagens sobre a cultura indígena ao longo da carreira. Rafael Correa é advogado e tem o respaldo necessário para criticar a legalidade da decisão do presidente Lula. O senhor pode não gostar ou não concordar com os resultados do trabalho dos autores de O Eco, embora não deva por em dúvida a sua seriedade e autoridade para tratar dos assuntos sobre os que escrevem.Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2006
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5 de maio de 2006

Cientistas ameaçados

Pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e da Embrapa Pantanal estão sendo ameaçados por terem feito um parecer técnico sobre os impactos ambientais de um pólo mínero-siderúrgico que a EBX pretende implantar, em Corumbá. Carros de som circulam pela cidade divulgando frases como “Fora ambientalistas”, “Vamos expulsá-los à bala”.

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2006
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5 de maio de 2006

Esclarece

A Embrapa Pantanal emitiu uma nota de esclarecimento informando que o parecer obre a siderúrgica é eminentemente técnico e foi feito a pedido do Ministério da Agricultura e da secretaria de meio ambiente de Mato Grosso do Sul. Não contém qualquer tipo de opinião dos pesquisadores sobre a instalação do empreendimento na cidade.

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2006
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5 de maio de 2006

Começou

A greve dos servidores do Ibama começou com a adesão de 26 estados. A exceção é o Ceará, que prometeu aderir a partir de segunda-feira. A paralisação é por tempo indeterminado.

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2006
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5 de maio de 2006

Inativos

O movimento grevista reivindica o enquadramento dos aposentados na nova estrutura de carreira do Ibama, implantada em 2002, quando foi criado o cargo de analista ambiental. Na época, os servidores inativos não foram beneficiados automaticamente com o aumento de salário decorrente dessa mudança.

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2006
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5 de maio de 2006

$$

Segundo o presidente interino do Ibama, Walmir Ortega, os servidores ganharam um aumento médio de 120% desde 2003. Mesmo assim, na pauta de reivindicações está uma gratificação por localidade, para beneficiar os funcionários lotados em regiões que dispõem de precárias condições de trabalho, como na Amazônia.

Por Redação ((o))eco
5 de maio de 2006