Notícias
17 de fevereiro de 2006

Olho vivo

Para prevenir, em vez de remediar, faça checagens regulares em sua bicicleta antes de enfrentar o asfalto. O site Bikemagazine traça o roteiro de...

Por Redação ((o))eco
17 de fevereiro de 2006
Análises
17 de fevereiro de 2006

Em nome do patrimônio

De Germano Woehl Jr. Instituto Rã-bugio para Conservação da BiodiversidadeJaraguá do Sul, SCPrezado Editor do O Eco:Causou-me indignação a falta de sensibilidade do Sr. Lorenzo Aldé na matéria sobre o projeto de lei que libera a destruição da Mata Atlântica. Na verdade, ele enfeitou a nota que o Ministério do Meio Ambiente enviou à imprensa para enganar a sociedade de que o projeto é bom, que vai proteger a Mata Atlântica. Como pode proteger se do 1o até o último artigo dá uma golpeada na Mata Atlântica? O Sr. Lorenzo também esqueceu de informar que a Mata Atlântica já é muito bem protegida atualmente em termos de legislação. Nesse enfeite da nota do governo ele faz propaganda enganosa de que somente agora a Mata Atlântica ficará protegida. Como ele pode ter certeza disso? É graças à legislação atual que ainda temos alguns vestígios desse valioso ecossistema, fato que ninguém nega e que o Sr. Lorenzo deveria ter mencionado na matéria.O que mais me chocou, na verdade, e que motivou-me a escrever esta carta, foi a falta de respeito com que ele tratou a opinião das pessoas preocupadas com o projeto, com o futuro da Mata Atlântica, mais especificamente com minhas críticas aos dois artigos que claramente liberam os desmatamentos. Tanto é que a dirigente de uma ONG governista está usando o artigo (como "munição" contra mim) junto com insultos a minha pessoa. Uma atitude dessa não contribui para melhorarmos a sociedade. É meu dever tentar alertar a sociedade sobre as graves conseqüências desse projeto e eu não deveria ser intimidado por isso.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
17 de fevereiro de 2006
Fotografia
17 de fevereiro de 2006

O Bem-te-vi

O bem-te-vi está aqui para lembrar que não é só bala que voa na Gávea, aninhada aos pés de uma Rocinha em guerra nos morros que emolduram a Zona...

17 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Mais um

O Ministério do Meio Ambiente vai organizar, até o início do mês de abril, um seminário convidando diversos ministérios que têm responsabilidades na prevenção e no combate ao fogo, como o da Agricultura, Transportes, Saúde e Justiça. A idéia é estabelecer até o final deste ano uma estrutura de atuação nos moldes do questionável plano interministerial de combate ao desmatamento na Amazônia, também sob o comando da Casa Civil.

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16 de fevereiro de 2006
Análises
16 de fevereiro de 2006

Um físico pouco tradicional

De Hamilton PereiraDeputado Estadual de São PauloPrezado Senhor Marcos Sá Corrêa,Tenho a honra de cumprimentá-lo e, na oportunidade, reportando-me à entrevista realizada com o Professor José Goldemberg, digníssimo Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, e publicada nesse site no dia 28.01.2006, sob o tema “Um físico pouco tradicional”, tecer algumas considerações no tocante a questões suscitadas acerca do “lado social do ambientalismo” paulista; “Parque Estadual do Jacupiranga” e “Estação Ecológica da Juréia-Itatins”, e as respostas fornecidas pelo ilustre entrevistado.Antes de mais nada, gostaria de esclarecer que tenho direto interesse nessas questões, tendo em conta que sou um dos Deputados a quem se referiu o Secretário Goldemberg e autor do Projeto de Lei 984, de 2003, que “altera os limites do Parque Estadual de Jacupiranga, criado pelo Decreto-Lei nº 145, de 8 de agosto de 1969, exclui áreas ocupadas pelas populações que especifica, incorpora área e dá outras providências” e co-autor, juntamente com o Deputado José Zico Prado, do Projeto de Lei nº 613, de 2004, com objetivos similares ao do Parque Jacupiranga, que “altera aos limites da Estação Ecológica da Juréia-Itatins, criada pela Lei nº 5.649, de 28 de abril de 1987, exclui áreas ocupadas pelas populações que especifica, e dá outras providências”.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

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16 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Recuo

Terminou em acordo água com açúcar o impasse provocado pela decisão da justiça de Rondônia de leiloar todos os caminhões apreendidos com produtos florestais contrabandeados. A medida levou madeireiros e toreiros a bloquearem a BR-364 por três dias. Para acabar com a confusão, O Ibama e o governo federal concordaram em pegar leve e atacar o mercado ilegal de madeira apenas com cadastros e projetos de manejo.

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16 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Começo do impasse

A determinação, que consta da Lei de Crimes Ambientais, foi tomada pela juíza de Ariquemes, Duília Sgrott Reis, após uma operação do Ibama em Rondônia apreender sete caminhões com 100 metros cúbicos de madeira ilegal e a carga ter sido liberada dois dias depois pela polícia civil.

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16 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Cerrado na Amazônia

Pesquisadores de Harvard identificaram uma área de 600 mil km2 na Amazônia propensa a virar Cerrado. Mudanças climáticas, secas e desmatamentos casados com a pouca precipitação dessa área pode provocar a alteração. A notícia está na Folha de São Paulo.

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16 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Aniversário

A Folha também lembra que hoje faz um ano que o Protocolo de Kyoto entrou em vigor. E que apesar de encontros no Canadá e na Inglaterra pouco se evoluiu. Os Estados Unidos continuam fora de qualquer acordo.

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16 de fevereiro de 2006
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16 de fevereiro de 2006

Ilusão

Cientistas alemães alertam que, ao contrário do que se imaginava, buracos na camada de ozônio continuam a ser um problema grave. Eles podem aumentar significativamente nos próximos anos graças a um fenômeno conhecido como ciclo solar, que interfere do processo de recuperação da camada que nos protege exatamente da radiação do sol. A situação só deve de fato melhorar a partir de 2010, escreve o The Guardian.

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16 de fevereiro de 2006