Notícias
28 de janeiro de 2006

Novo acordo

Foi fechado na sexta-feira, 27 de janeiro, o novo acordo internacional sobre o comércio de madeiras tropicais. Ele ainda precisa ser ratificado pelos parlamentos dos países membros da International Tropical Timber Organization (ITTO), entidade que reúne produtores e consumidores de madeira tropical. Os técnicos do Ministério do Meio Ambiente não acham o novo acordo bom para os países produtores, todos eles nações em desenvolvimento.

Por Redação ((o))eco
28 de janeiro de 2006
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28 de janeiro de 2006

Nenhuma maravilha

Mas ele é melhor que o anterior, que não previa regras muito claras sobre a obrigatoriedade dos países consumidores, basicamente Estados Unidos e União Européia, de financiar projetos de manejo e conservação em florestas tropicais. O novo acordo prevê a definição de temas gerais nessas duas áreas. Se os projetos de países produtores forem aprovados no conselho da ITTO, o dinheiro sai automaticamente. Hoje, quem tem projeto aprovado, precisa sair mendigando atrás dos países consumidores para achar um que esteja disposto a desembolsar o dinheiro.

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28 de janeiro de 2006
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28 de janeiro de 2006

Nova tentativa

O governo vai empurrar o Projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas para ser votado no plenário do Senado na terça ou quarta-feira. Com a intermediação das Ongs ambientais, tentará derrubar as tres emendas que o relator, José Agripino (PFL-RN), meteu no texto antes que ele seja votado.

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28 de janeiro de 2006
Análises
27 de janeiro de 2006

Lagoa de Araruama

De Elísio Gomes FilhoHistoriadorwww.nomar.com.brPrezado Marcos Sá,Nosso grande defensor de nossa história e de nosso meio ambiente,Antes de tudo cabe te agradecer pela existência do ECO. Já que temos um veículo sério e eficaz para denunciarmos os danos ambientais, os quais não deixam de ser fatores de conseqüências históricas negativas para o bem-estar do homem e das gerações futuras. Portanto, teria como o senhor divulgar a essência da denúncia abaixo?Clique aqui para ler esta carta na íntegra

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27 de janeiro de 2006
Análises
27 de janeiro de 2006

Quem dá mais por Itatiaia? IV

Ralph SalgueiropresidenteAGUIMAN - Ass. de Guias de Turismo, Condutores de Visitantes e Monitores Ambientais das Agulhas Negras Região das Agulhas Negras / RJ Caro Marcos:Foi com grande espanto que recebi vosso artigo, "Quem dá mais por Itatiaia?". Com certeza o Sr. deveria ter nos ouvido anteriormente. Mas estou aqui para norteá-lo dos verdadeiros acontecimentos. Vejamos:. A Tv Rio Sul me convidou, para em nome da AGUIMAN, falar sobre o aumento da taxa do PARNA Itatiaia em sua parte alta. O local marcado para entrevista foi a portaria da parte baixa. Para lá me dirigi com alguns associados e outros também interessados em se pronunciar, num total de 8 pessoas.Clique aqui para ler a carta na íntegra

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27 de janeiro de 2006
Análises
27 de janeiro de 2006

Do Proálcool ao Antiálcool

De João Guilherme LacerdaPrezado Rafael,Leitor fiel do "O Eco" e ciclista, confesso que não gostei nem um pouco da sua reportagem em favor de um IPVA mais baixo para carros Flex. Antes de mais nada, os automóveis só para o seu processo de fabricação já geram mais danos do que durante praticamente toda a sua vida útil. Infelizmente não me recordo da fonte dessa informação. No entanto, recordo-me de outra fonte também bastante importante, essa mais diretamente relacionada ao seu artigo.Um estudo divulgado na Folha de S. Paulo mostra que os automóveis recebem subsídios públicos de no mínimo 8,5% e de no máximo 14,1%. Ou seja, infelizmente, a conta não fechará nunca em favor de melhores ruas e estradas, já que a arrecadação de impostos com o automóvel particular é insuficiente para cobrir seus custos. Resumindo, já pagamos todos em favor de uma minoria que usa carro. E minha decepção deriva do fato de que um veículo de comunicação com cunho ambientalista não deveria defender mais nenhum benefício para o "grande vilão das cidades" e um dos grandes vilões do aquecimento global.Espero ter sido claro em minhas críticas e quando precisar de maiores informações sobre bicicletas e mobilidade urbana sustentável em geral visite o site da ONG que participo em www.ta.org.br.Abs,Resposta do autor:Prezado João Guilherme,Muito obrigado pelas suas críticas. São sempre bem-vindas.Acredito, no entanto, que talvez sua interpretação do meu último texto esteja equivocada - possivelmente por falta de clareza de minha parte. Veja você que eu não defendo maiores incentivos para a indústria automobilística. Jamais fiz isso. Seria realmente absurdo.A redução do IPVA para os carros bicombustíveis não beneficiaria os fabricantes de carros, mas sim o consumidor que quisesse adquirir um veículo potencialmente menos poluidor do que os que utilizam apenas gasolina. Isso não aumentaria, de forma alguma, o ganho das montadoras ou do Estado e, por outro lado, poderia aumentar o número de carros nas ruas rodando com álcool - que, repito, polui muito menos que a gasolina e tem um processo de produção bem menos danoso ao meio ambiente.Como ciclista que pedala tanto por esporte como por lazer - faço mountain bike há mais de 14 anos e só abandonei o ciclismo de estrada por causa da violência do trânsito carioca, que já machucou e tirou a vida de muitos amigos queridos - gosto de carros tanto quanto você, mas entendo que sonhar com um mundo sem eles, atualmente, é um tanto utópico. Eles hoje são um mal necessário e crescente. Portanto, o que eu pretendi defender na matéria foi, tão-somente, a idéia de que, já que as pessoas comprarão carros de um jeito ou de outro, que pelo menos recebam incentivos para comprar aqueles que poluem menos. Essa era a idéia.Espero ter podido esclarecer a polêmica. Sinta-se livre para escrever sempre que quiser.Cordialmente,Rafael

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27 de janeiro de 2006
Fotografia
27 de janeiro de 2006

O Besouro

Depois da chuva, os insetos e os pássaros aparecem todos, em revoadas e passeios pelas plantas. Esse besouro foi fotografado na folha vermelha de...

27 de janeiro de 2006
Análises
27 de janeiro de 2006

Dilma é quem sabe

De Paulo Barreto Caro Kiko,A Danielle – pesquisadora assistente do Imazon – identificou um trecho confuso na reportagem sobre as UC no Oeste do Pará. No texto parece que eu apoio uma faixa de ocupação mais larga em torno da BR-163. Mas de fato, eu não opinei sobre a faixa e sim sobre o debate

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27 de janeiro de 2006
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26 de janeiro de 2006

A primeira

Na próxima terça-feira, 31, técnicos do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente se reúnem para discutir os detalhes da criação da Reserva Biológica de Perobas, no noroeste do Paraná. Com 11 mil hectares, Perobas é uma das cinco áreas de proteção de araucárias planejadas para o Estado desde o ano passado. As demais ainda não podem ser criadas por conta de liminares na Justiça.

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26 de janeiro de 2006
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26 de janeiro de 2006

Falta chefe

Já em Santa Catarina, o Parque Nacional das Araucárias e a Estação Ecológica da Mata Preta não saem do papel porque o Ibama não tem quem colocar como chefe. O cargo é comissionado e só deve ser ocupado depois que for assinado um decreto ou uma medida provisória permitindo que outros tipos de funcionários assumam o posto.

Por Redação ((o))eco
26 de janeiro de 2006
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26 de janeiro de 2006

Será?

O governo federal tem a intenção de criar mais 26 unidades de conservação na Amazônia até o final deste ano. A ver.

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26 de janeiro de 2006