Notícias
7 de fevereiro de 2006

O Eco avisou

As construções de casas irregulares no Saco de Mamanguá, noticiadas pela imprensa graças à operação Ceriá, promovida pelo Ibama, já são casos antigos nas páginas de O Eco. Há um ano o Ibama não era o mocinho. Um laudo do instituto dizia que a mansão do piloto Xandy Negrão não fora construída na praia e que não havia mata atlântica no local, apesar de fotos provarem o oposto. Para o então gerente-executivo do Ibama no Rio, Edson Bedim, a área já estava antropizada. Ele classificou as denúncias de perseguição aos ricos. Bedim caiu em novembro e hoje sua administração é investigada por corrupção.

Por Redação ((o))eco
7 de fevereiro de 2006
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7 de fevereiro de 2006

Bola de cristal

Um dos casos mais complicados de resolver em uma operação de sete dias será a da estrada Paraty (RJ) - Cunha (SP). São nove quilômetros de terra batida que cortam o Parque Nacional da Bocaina e têm em suas margens casas, sítios, atividades agropecuárias e turísticas. Tudo ilegal. Em 2004, os fiscais do Ibama não estavam nem aptos a fiscalizar a estrada, como contou a reportagem Fiscal e Infrator.

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7 de fevereiro de 2006
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6 de fevereiro de 2006

Operação itinerante

O Ibama começou, neste domingo, uma grande operação itinerante de combate a crimes ambientais no Rio. Até o dia 12 de fevereiro, cerca de 70 agentes estarão baseados na região conhecida como Costa Verde, no sul do estado, para atividades de controle e fiscalização em estradas e unidades de conservação. Entre outras coisas, vão verificar autorizações para ocupação, desmatamento e toda sorte de atribuições executivas e administrativas do órgão. Participam o Ministério Público Federal e Estadual, Exército, Marinha, Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Militar, Civil e as prefeituras dos municípios da região.

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6 de fevereiro de 2006
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4 de fevereiro de 2006

Vitória equatoriana

A Petrobras desistiu de abrir uma estrada dentro do Parque Nacional de Yasuni, que protege a Amazônia equatoriana,e também engavetou o projeto de construção de uma instalação no local. Parabéns para a ministra Ana Albán, que ganhou uma senhora queda de braço.

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4 de fevereiro de 2006
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3 de fevereiro de 2006

No mundo da lua

Já imaginou uma viagem de camelo pelo deserto do Saara? Pois é, o jornal inglês The Guardianfoi até a Mauritânia, uma ex-colônia francesa, para...

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3 de fevereiro de 2006
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3 de fevereiro de 2006

As aves vêm aí

Tomas Sigrist, artista para naturalista nenhum botar defeito, lança em fevereiro o “Aves do Brasil, uma visão artística”, o mais completo guia sobre criaturas aladas em nossas terras. Tem patrocínio da Fosfértil e é a primeira obra do gênero com ilustrações sobre todas as espécies e a única que teve revisão científica. O livro ainda não veio, mas Sigrist já colocou um site com seu trabalho na internet.

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3 de fevereiro de 2006
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3 de fevereiro de 2006





Prêmios

A Sociedade de Jornalistas Ambientais dos Estados Unidos (SEJ) abriu concurso para premiar as melhores reportagens sobre meio ambiente produzidas por jornalistas latino-americanos. As categorias de premiação vão da TV à internet, passando por rádio, jornal e revista. Os vencedores receberão cada um mil dólares. O regulamento do concurso está em inglês na página da SEJ.

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3 de fevereiro de 2006
Fotografia
3 de fevereiro de 2006

A Esperança

A ninfa de esperança pertence a uma família (Tettigoniidae) que o entomólogo de Harvard e grande fotógrafo de natureza Piotr Naskreki considera...

3 de fevereiro de 2006
Análises
3 de fevereiro de 2006

Febeapá florestal

De Heitor Augusto O seu texto sobre o pandemônio na votação do projeto sobre a Amazônia - que eu descobri pela indicação do Tuffani numa lista de e-mails - é um dos melhores que já li. Sinceramente. Na construção dele vou me mirar para escrever minhas próximas coisinhas. Abraço, PS: Indiquei até para meu professor que costuma me falar muito do Stanislaw.

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3 de fevereiro de 2006
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2 de fevereiro de 2006

Clima pesado

Pelo que se tem lido na imprensa daqui e lá de fora, a impressão é que não existem mais climatologistas que discordem sobre a intensificação do fenômeno do aquecimento global e muito menos do conceito que ele está sendo fabricado pela atividade humana. Pela reportagem publicada hoje no The Wall Street Journal, não é bem assim. É verdade que a maioria dos climatologistas aderiu à teoria do efeito estufa e suas consequências catastróficas para o meio ambiente. Mas há ainda quem discorde disso, entre eles um dos decanos da climatologia no mundo, William Gray, reconhecido como uma das maiores autoridades em furacões. É ele quem vem liderando a resistência às teses do aquecimento global. Infelizmente, em termos nada científicos. Em seu site na internet, tem dito que a crença de que o aquecimento do Atlântico no Equador além de ser provocado pelo homem contribui para aumentar a intensidade dos furacões é uma idiotice. Chama seus defensores de idiota. Em troca, eles tem se referido ao cérebro de Gray como fossilizado. A briga assumiu contornos tão pessoais que a Sociedade Americana de Climatologia resolveu cancelar a mesa-redonda onde as relações entre calor e força dos furacões seriam discutidas. Nela, além de Gray, estaria Greg Holland, seu ex-aluno e hoje um de seus principais desafetos. Holland dirige o serviço de previsão de tempestades do Serviço de Metereologia dos Estados Unidos.

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2 de fevereiro de 2006