Análises
6 de dezembro de 2005

Esculpindo em cadáveres

De Vera LeiteSilvia,A forma como o escultor decidiu expressar sua arte nos faz pensar em muitas coisas. Ele nos coloca na parede dizendo que devemos pensar na natureza e em como ela nos serve. Por que cortar arvores vivas para nos servir se podemos utilizar suas sobras de queimadas que muitas vezes nós mesmos provocamos.Esta história da natureza é muito vasta. Se realmente formos pensar nos detalhes do dia a dia somos todos assassinos. Mas o pior são aqueles assassinos que ainda levam o troféu para casa, como alces pendurados nas paredes.Pessoas como Hugo França nos fazem pensar no que podemos colaborar. Não havia pensado desta forma, que todos os dias nos sentamos em móveis de madeira e nunca paramos para pensar no número de árvores que foram cortadas para fabricar tantas mesas e cadeiras. Porem, teu texto sobre o escultor me despertou para uma realidade cotidiana nunca questionada.Não saber e não pensar em nada do que está a nossa volta deve ser mais simples que viver com um ponto de interrogação na consciência.Um abraço,

Por Redação ((o))eco
6 de dezembro de 2005
Análises
5 de dezembro de 2005

Paisagem um pouco mais florestal

De Helton P. F. LeiteMaria Tereza Jorge Pádua,Li hoje seu texto,Paisagem um pouco mais florestal, disponível no O Eco.Também sou agrônomo, também com vários anos de prática, também concordo que o plantio de eucalipto pode ser menos desastroso que muitos querem acreditar. Mas, especificamente com relação ao uso de água parece que não concordo com sua posição.Hoje já se adota, ou planeja adotar, o corte do eucalipto em mosaicos dentro de uma mesma bacia hidrográfica como forma de diversificar a intensidade de demanda por água. Assim haveria um mosaico com várias idades na mesma região e a consequente demanda por água menos intensa.O eucalipto tem grande capacidade de crescimento no centro-sul brasileiro, por isto também tem grande capacidade de consumo de água. É normal o abaixamento do lençol freático nos primeiros anos de crescimento da planta, isto é visível nos pequenos córregos que diminuem após o plantio. Ocorre que na prática ainda se corta toda a área quando atinge a idade de 6 a 7 anos. Assim a demanda por água novamente será alta durante a rebrota ou novo plantio. Por isto a tentativa de mitigar o impacto com o mosaico de idades.A diminuição do nível dos rios não é visível nas áreas de soja, ou milho, mas sim nas áreas abaixo dos novos reflorestamentos com eucalipto.Entendo que o eucalipto terá grande impacto positivo na preservação da madeira natural, na contenção das erosões nas encostas, no sequestro do carbono e até no ciclo de chuvas/microclima. Mas tenho visto que de fato os plantios comerciais diminuem a disponibilidade hídrica da região durante sua fase de alto crescimento incial (até os 3 ou 4 anos?).AtenciosamenteCaro colega Helton,Muito obrigada por suas sugestões e por ler o artigo. Com relação ao déficit hídrico do eucalipto, baseei-me em pesquisas científicas já publicadas. Se você quiser posso lhe enviar diretamente as fontes bibliográficas.Maria Tereza

Por Redação ((o))eco
5 de dezembro de 2005
Notícias
2 de dezembro de 2005

Culpa de quem?

Claudio Langone, secretário-executivo de Marina Silva, deu um tiro no pé do governo. Ao anunciar esta semana que os ministérios do Meio Ambiente e da Integração pretendem investir 120 milhões na revitalização do rio São Francisco, disse que o futuro do Velho Chico ao Congresso pertence. O que só se explica pelo fato do governo ter renegado a necessidade de se revitalizar o rio quando planejou a bilionária transposição.

Por Redação ((o))eco
2 de dezembro de 2005
Notícias
2 de dezembro de 2005

Assim é fácil

Como já mostrou o colunista Sérgio Abranches, culpar o Congresso por se recusar a aprovar uma emenda constitucional que comprometerá 0,5% do orçamento com a revitalização do São Francisco pelos próximos 20 anos é fácil e, ao mesmo tempo, uma irresponsabilidade fiscal.

Por Redação ((o))eco
2 de dezembro de 2005
Notícias
2 de dezembro de 2005

Silêncio Padrão

Começou em Santa Catarina uma operação contra a poluição sonora, que cresce como uma praga na época do verão. Os principais alvos de fiscalização serão bares, restaurantes, carros de som, megafones, aparelhagem de som em estabelecimentos comerciais, postos de combustíveis e suas lojas de conveniências. A operação batizada de Silêncio Padrão só termina depois do carnaval.

Por Redação ((o))eco
2 de dezembro de 2005
Notícias
2 de dezembro de 2005

Cartilha Ambiental

A ong Apremavi lançou nesta sexta-feira, dia 2 de dezembro, em Atalanta, Santa Catarina, o material didático do projeto “Planejando Propriedades e Paisagens”. O objetivo é aliar a conservação da paisagem nativa com a utilização correta da terra para produção agrícola, mostrando ao agricultor que a preservação melhora o potencial produtivo da propriedade. Quem estiver interessado pode fazer o download da cartilha, do folder e do cartaz.

Por Redação ((o))eco
2 de dezembro de 2005
Notícias
2 de dezembro de 2005

Almanaque da floresta

E já está disponível no site do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) a publicação Fatos Florestais da Amazônia 2005, que resume tudo que aconteceu no setor florestal da região no último ano.

Por Redação ((o))eco
2 de dezembro de 2005
Fotografia
2 de dezembro de 2005

Cataratas de Iguaçu

Vistas de relance numa trégua das chuvas que engrossaram as Cataratas de Iguaçu em novembro, as três quedas argentinas foram fotografadas por...

2 de dezembro de 2005
Notícias
2 de dezembro de 2005

Eleição de coragem

A revista National Geographic Adventure elege o aventureiro do ano. O prêmio vai para o montanhista Ed Viesturs, primeiro cidadão americano a...

Por Redação ((o))eco
2 de dezembro de 2005
Notícias
2 de dezembro de 2005

Guia de compras

Época de Natal é sempre propícia para dar uma recauchutada em sua bicicleta, substituindo aquelas peças que já estão gastas. Mas antes de botar a...

Por Redação ((o))eco
2 de dezembro de 2005
Notícias
1 de dezembro de 2005

Fiscal de carteirinha

Em reunião em Brasília com os chefes de fiscalização do Ibama Brasil afora, Flavio Montiel, diretor de Proteção Ambiental do instituto, pediu a criação da carreira exclusiva de fiscal. Está farto de ver analistas ambientais serem nomeados para a função de risco e, com todo direito, desistirem por falta de segurança. O que deixa a linha de frente do Ibama vulnerável. Em compensação, defendeu melhores salários para quem topar o desafio.

Por Redação ((o))eco
1 de dezembro de 2005