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14 de outubro de 2005

Boa para a saúde

Pesquisa feita no Canadá diz que, ao contrário do que ouvimos de nossos pais e dizemos aos nossos filhos, maconha faz muito bem ao cérebro. Principalmente se a droga consumida tiver altíssima potência. Uma variante de alto impacto da Cannabis foi injetada durante três meses em ratos e o resultado é que eles tiveram células de seus hipocampos regeneradas. O hipocampo é a região do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória. Pois é, a memória, coisa que todo maconheiro sempre imaginou ser a primeira grande vítima de seu hábito. O segredo para mantê-la viva à base de maconha é não só tragar a substância mais potente que houver, mas fazê-lo em doses regulares. A reportagem é do Toronto Globe & Mail.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Mais condenação

Está na Folha de S. Paulo. Relatório do Banco Mundial questiona, em tom delicado, a necessidade de se fazer a obra da transposição do rio São Francisco. O texto recomenda que o governo brasileiro reflita sobre sua decisão.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Uma no cravo…

O Ibama, que já viu de tudo em termos de agressão ambiental, anda assustado com o que está acontecendo no litoral baiano. Há tantos projetos para a construção de resorts – a maioria financiada por capital português e espanhol – esperando na fila para ganhar licença ambiental, que o órgão resolveu suspender o exame de todas elas por 90 dias. Vai usar o prazo para tentar organizar o que no mínimo parece ser uma imensa bagunça.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

… outra na ferradura

Mas como o mundo não é perfeito, antes de decidir-se pela suspensão, o Ibama liberou a construção de um resort da Ibero Star na Praia do Forte (BA), um dos principais pontos de desova de tartarugas marinhas no Brasil. A obra estava embargada porque e empresa não tomou os cuidados acordados para evitar impactos ambientais. Ela assinou um termo de ajuste de conduta e prometeu implementar medidas para evitar problemas para as tartarugas. A ver.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Incêndio anunciado

As chamas cederam no Acre. Mas os riscos de uma nova queimada no ano que vem como a que aconteceu em 2005 permanecem. Os resíduos de floresta chamuscada que estão espalhados pelo solo tem alta capacidade de combustão e independem de uma nova seca para começar a queimar. Precisam de alguma estiagem e do fogo que os humanos costumam atear para limpar suas roças. Para impedir novo desastre, só hea uma solução: impor programa de queimada-zero na região no ano que vem.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Interpretação

Aliás, a seca desse ano no Acre foi tão devastadora que o comandante do Corpo de Bombeiros do estado confessou em reunião com ongs e cientistas, que a maior lição que ele tirou do episódio foi sobre a necessidade de reaprender a interpretar o clima na região. Nada do que ele sempre usou olhando para o céu e sentindo o vento para se adiantar as intempéries do clima deu certo em 2005.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
Análises
13 de outubro de 2005

O loteamento das florestas públicas do Brasil III

De Sulema Mendes de BudinAmbientalista, advogada e Consultora em Gestão Ambiental O Diretor do Programa Nacional de Florestas (MMA) Dr. Tasso Rezende de Azevedo, deu-se pressa em comentar o meu artigo sobre o loteamento das florestas públicas do Brasil. Pedi a O Eco espaço para responder.O texto do Sr. Diretor começa com uma frase de efeito e vazia de conteúdo: “consideramos essencial manter o debate sobre o Projeto de lei de Gestão de Florestas Públicas (PL 4776/2005) e ainda mais quando o que está em discussão é a garantia de que as florestas públicas brasileiras permaneçam florestas e públicas”. O único “debate” possível depois que o PL virar lei será através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que, independente da solidez do fundamento jurídico, vai enfrentar um STF que tem um político na Presidência, cujas posições são, no mínimo, tendenciosas para o lado “político” e não jurídico das questões (as liminares para os deputados envolvidos em corrupção são uma amostra). Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
13 de outubro de 2005
Fotografia
13 de outubro de 2005

Paina

O instante em que o vento solta as sementes da paina foi fotografado no Parque Nacional do Itatiaia por Marcos Sá Corrêa com câmera digital Canon...

13 de outubro de 2005
Análises
13 de outubro de 2005

Acidentes acontecem

De Carlos Rangel Plasencia Montañismo y ExploraciónHolaBuen díaEl artículo "Los accidentes ocurren", de Ana Araujo, fue traducido ya al español y sólo nos gustaría contar con su permiso para difundirlo en nuestra lengua. También deseamos felicitar a la autora por su artículo.Saludos

Por Redação ((o))eco
13 de outubro de 2005
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13 de outubro de 2005

Fim de papo

Há muito se discute se existem ou não muriquis no Parque Nacional do Itatiaia. A discussão acabou graças a Marc Erger, observador de pássaros e frequentador do Parque. Ele fotografou seis indivíduos desses primatas a 1300 metros de altitute. Os muriquis – Brachyteles aracnóides – são bichos dóceis que têm o hábito de se abraçarem frequentemente. Em tupi, muriqui quer dizer povo manso das florestas.

Por Redação ((o))eco
13 de outubro de 2005
Análises
13 de outubro de 2005

APPs ou ADPs?

De Sérgio Arcoverde Senhor redator,Aprecio muito os artigos do Dr. MARC e sempre os leio.Até procuro alguns não lidos para fazê-lo presentemente.É o caso do artigo APPs ou ADPs.Neste caso há que reconhecer a falta de um conhecimento mais aprofundado do Dr. MARC sobre o que é um recurso mineral e suas relações com as APPs. Na verdade um conhecimento mais profundo sobre as ciências geológicas.Já se disse que "as mesmas confluências de fatores geológicos que levaram à formação das APPs originaram também as jazidas minerais, de modo que, infelizmente, quase todas as jazidas minerais estão localizadas em APPs".Não há como prescindir dos bens minerais e o Dr. MARC sabe muito bem disso. Ao dirigir (petróleo, ferro e vários metais), escrever (vários minérios usados como corantes), construir (areia, cascalho, argila, calcário do cimento, ferro, etc.), dormir protegido (telhas de argila), etc.Daí me chocou a sua referência generalista e preconceituosa contra a mineração.Aconselho ao Sr. MARC que conheça uma mineração em APPs. Obviamente, a sustentável que recupera o meio ambiente. P.ex. da CVRD nos topos e encostas de morro da Grande BH.E não um GARIMPO, palavra originada de GRIMPEIRO, escravos que se escondiam nas grimpas das serras e furtivamente, à noite, roubavam as lavras dos senhores portugueses do período colonial do Brasil. Atividade desastrosa para o meio ambiente até etmologicamente.Atenciosamente

Por Redação ((o))eco
13 de outubro de 2005