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20 de setembro de 2005

Destruição de lâmpadas

Na cidade sul africana de Alexandra 40 mil casas foram incentivadas por companhias de energia a destruir as lâmpadas que tinham em casa. Esmagá-las. Em recompensa, ganharam lâmpadas novinhas que consomem 80% menos de energia do que a comum. Segundo o Environment News Service, 300 mil “lâmpadas limpas” serão distribuídas pelo país gratuitamente

Por Redação ((o))eco
20 de setembro de 2005
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20 de setembro de 2005

Baleia no telescópio

Cientistas descobriram novidades sobre a baleia-franca e seu passado ao dissecarem as informações genéticas contidas nos minúsculos crustáceos que vivem grudados nelas. Descobriram, por exemplo, que há milhões de anos essas baleias conseguiam o que hoje é impossível: cruzar a linha do equador. Segundo a BBC News, a quantidade de gordura atual as impede de enfrentar o calor dos trópicos.

Por Redação ((o))eco
20 de setembro de 2005
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20 de setembro de 2005

Enquanto é tempo

De Pieter M. van der Meer Olá Juliana! Meu nome é Pieter, sou Biólogo, e sobre sua reportagem do dia 18.09.2005, "Enquanto é tempo", gostaria de fazer alguns comentários, principalmente a respeito do seguinte parágrafo: Enquanto isso, o adeus acontece lentamente. Madeireiros e proprietários de áreas com floresta vêm desmatando incessantemente nos últimos seis meses, transformando as áreas em lavoura ou plantação de pinus. Ainda assim, o desenho das oito unidades desconsidera qualquer propriedade produtiva, incluindo apenas as florestas onde ainda restam araucárias. Conheço a região em questão (Principalmente as UCs na regiao dos Campos Gerais no Paraná), e posso afirmar que lá não houve desmatamentos, como ocorreu nos municípios de Palmas e no Estado de Santa Catarina. Os proprietários nessa região fizeram corretamente seu dever de casa, preservaram as matas ciliares, fazem uso de uma agricultura que protege o solo através do plantio direto e respeitam os 20% de reserva legal! Então peço a você Juliana, que evite generalizar! Não são todos os produtores rurais que são crápulas com sede de desmatamento. Nos Campos Gerais há anos não se implantam novas lavouras nem plantios de Pinus, ou seja, é utilizada apenas a área onde já se pratica a agropecuária! Outro comentário diz respeito à afirmação de que o desenho das UCs desconsidera áreas produtivas, o que não procede. No próprio site do MMA/Ibama e Rede Pro-UCs, existem mapas e dados que demonstram a inclusão de áreas produtivas. Inicialmente constavam para o Parque Nacional dos Campos Gerais (PNCG), quase 4.000 hectares de áreas agrícolas. Mais tarde, o MMA reviu os dados e concluiu que seriam quase 6.000 hectares, e apresentou esse número em uma mesa redonda no UnicenP em Curitiba. Já um os grupos de trabalhos das prefeituras falam em mais de 7.000 hectares! Ou seja, de qualquer forma, estamos falando no mínimo de 25% da área total (22.000 hectares) do PNCG, o que não é pouca coisa, concorda? Se possível peço a correção destas informações, pois de forma transparente o processo de criação das UCs tem chances maiores de vingar e ser implantado o quanto antes. Os produtores da região sugeriram a exclusão das áreas produtivas, e como compensação a criação de RPPNs. Parecem ser alternativas mais viáveis e com um apoio maior! Talvez fosse interessante também divulgar no site, que existem produtores preocupados com o meio ambiente, e não apenas maus exemplos! Mostrar os bons exemplos valoriza essas iniciativas, e faz com que elas se multipliquem! Agradeço a atenção, e aguardo um retorno,

Por Redação ((o))eco
20 de setembro de 2005
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20 de setembro de 2005

A política chegou aqui

De Alvaro Barros Cara Ana,Quero parabenizá-la pelo EXCELENTE artigo sobre o Projeto de Lei que está tramitando aqui na Câmara Legislativa do DF. Sou aqui de Brasília e estou bastante procupado com as conseqüências caso essa lei passe como está. Estarei com certeza na audiência do dia 22 e pretendo colocar minhas impressões sobre o projeto. Você estará lá? Você é de Brasília? Sua presença seria de grande valia...Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
20 de setembro de 2005
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20 de setembro de 2005

A ver baleias

A época de visitação às baleias francas em Santa Catarina dura até o fim de outubro e a expectativa é de que este ano bata o recorde de avistagens....

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20 de setembro de 2005
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20 de setembro de 2005

Múltiplo Peru

O começo da construção da Estrada Interoceânica, que vai ligar por terra o Brasil ao Peru, e a recente assinatura de acordo que permite o livre...

Por Redação ((o))eco
20 de setembro de 2005
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19 de setembro de 2005

O retorno dos bisões

Um grupo de ambientalistas, milionários idem e 3 veterinários estão tentando reintroduzir nos Alpes da Europa Ocidental uma espécie de animal que foi varrida completamente de lá pela caça indiscriminada há seis séculos. É o bisão, do qual restam no mundo, trancafiados em zoológicos ou ainda vagando por florestas da Polônia e Rússia, cerca de 3 mil exemplares. Uma manada de 13 bisões selvagens, constituída a partir de indivíduos previamente escolhidos em zôos europeus acaba de ser deslocada para uma reserva de cerca de 700 hectares nos Alpes franceses. A experiência, segundo o Le Figaro, baseia-se no trabalho feito com cavalos Przewalski, raça selvagem originária da Mongólia. Os equinos, também em número de 13, foram criados livres e sem interferência humana durante dois anos. Hoje, correm soltos pelo campos mongóis, para onde foram levados há pouco mais de um ano.

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2005
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19 de setembro de 2005

Madeira para a China

O Canadá, diz reportagem do Toronto Globe & Mail, está querendo vender a madeira que extrai de suas florestas para a China. É para não ficar tão dependente do mercado americano, onde os madeireiros, de olho na oportunidade que se abriu com a necessidade de reconstruir uma cidade do porte de Nova Orleans, estão pressionando o governo em favor de regulamentação protecionista. Aliás, a sede americana por madeira para reconstruir a Costa do Golfo e mais o continuo desenvolvimento econômico chinês sinalizam que, pelo menos no futuro próximo, mais árvores do que o habitual deverão ser cortadas nas florestas do planeta.

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19 de setembro de 2005
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19 de setembro de 2005

Troca-troca

A Coréia do Norte prometeu renunciar ao seu programa de armamento nuclear em troca de auxílio econômico, investimentos em projetos de geração de energia e reconhecimento diplomático. A reportagem está no The Los Angeles Times.

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2005
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19 de setembro de 2005

Debates híbridos

Estava bom demais. Os carros movidos a eletricidade e gasolina que tornaram-se a coqueluche entre os motoristas americanos ambientalmente corretos tem uma séria desvantagem em relação aos seus “primos” baseados apenas em combustível fóssil. Em caso de acidente, como seus motores praticamente não fazem barulho, é difícil saber se estão ainda funcionando. E isso, segundo o The New York Times, é um problema sério para as equipes de resgate. O livro de regras de salvamento usado nos Estados Unidos exige que bombeiros e paramédicos só cheguem perto de vítimas de uma batida depois de terem certeza que o motor foi cortado. E o mesmo jornal publica outra reportagem sobre o salão de automóveis de Frankfurt dizendo que os europeus finalmente aderiram aos híbridos. Há vários modelos equipados com essa tecnologia. Mas a Europa insiste que o melhor caminho para fabricar carros limpos é usar a tecnologia do diesel. Esse combustível, o que é produzido nos países desenvolvidos, que fique bem entendido, além do seu baixo teor de emissões, é eficiente e perdeu aquele cheirinho desagradável. Mas como o mercado americano parece enamorado com o híbrido, para não perder vendas, os europeus resolveram, adotá-lo. Ainda que a contragosto.

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19 de setembro de 2005
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19 de setembro de 2005

Reciclagem sobre rodas

Outra sobre carros que também está no The New York Times. No dia 1º de janeiro próximo, em vários países da Europa Ocidental, entra em vigor lei obrigando as montadoras a produzirem 85% de cada veículo que sair de suas linhas com material que possa ser reutilizado.

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2005
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19 de setembro de 2005

Um rosto, uma operação e muitas perguntas

Nas próximas semanas, vai acontecer em Cleveland, nos Estados Unidos, a primeira operação para transplante de face. Em teoria, a coisa é possível e recomendada a pessoas desfiguradas, que têm diante de si anos de dolorosas operações de reconstituição. Com o transplante, tudo se conserta em apenas uma cirurgia, diz o Guardian, que em termos bem simplistas consiste em colocar uma capa de pele de um terceiro sobre o rosto do paciente e atar nela os nervos da face. A questão é que isso nunca foi feito em humanos, o que abre a porta para muitas dúvidas. Com quem a pessoa ficará parecida depois de operada? Com ela própria? Com o doador do tecido? Há médico garantindo que será uma mistura das duas. E o doador, como ficará? E se houver rejeição? Os médicos que estudam o assunto dizem que há tantas dúvidas que é impossível um paciente tomar uma decisão se sentindo inteiramente informado. A cirurgia dura 24 horas.

Por Redação ((o))eco
19 de setembro de 2005