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14 de abril de 2005

Aqui se faz… II

De Claudio Cisne Cid Silvia:Ao ler seu texto sobre a nova febre evangélica mais uma vez deliciei-me com seus comentários, e a pergunta implícita feita por você a todos nós: Na terra do “There’s no free lunch”, qual a real razão dessa nova “febre” ecológica por parte de tais líderes? Não que a ajuda seja mal-vinda, muito pelo contrário, mas como a própria história nos mostra, uma certa desconfiança é até saudável diante de tanto entusiasmo...Curioso notar também que alguns leitores ofenderam-se com suas colocações, como se seu intuito fosse ofender a quem é evangélico ou mesmo “colocar todos os gatos no mesmo saco” , já que a sua crítica foi de líderes que nem mesmo moram aqui... Espero que tais críticas não lhe influenciem, pois num mundo de textos enlatados, é bom saber que alguém ainda consegue ler nas entrelinhas.

Por Redação ((o))eco
14 de abril de 2005
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14 de abril de 2005

O estado da Amazônia

A evolução da indústria madeireira na Amazônia Legal nos últimos 6 anos mostra que a atividade é economicamente competitiva, gera empregos, mas também acelera a destruição da floresta pelo baixo índice de manejo florestal. Segundo um artigo publicado pelo Imazon, 6,2 milhões de árvores foram cortadas na região em 2004, mas uma maior eficiência no processamento da madeira levou a preservação de 950 mil árvores. Por outro lado, nos últimos anos o setor abriu milhares de quilômetros de estradas endógenas mata adentro, criando sérios impactos ambientais e socioeconômicos. No centro-oeste do Pará, maior produtor de madeira do país, 82% das estradas existentes em 2001 na região foram construídas em áreas florestais, sem planejamento e autorizações exigidas por lei. O avanço das estradas endógenas na Amazônia é o tema de um dos documentos publicados pelo Imazon para marcar o início da série "O estado da Amazônia".

Por Redação ((o))eco
14 de abril de 2005
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13 de abril de 2005

Comentários para Frederico Brandini

De Eline SimõesPrezado Professor Frederico, Meu nome é Eline, moro no Rio, sou bióloga e atualmente estudante do tecnólogo de controle ambiental na CEFET/RJ. Venho acompanhando suas matérias no "O ECO", e desta última data dia 10/04, sobre os despejos no oceano chamou muito a minha atenção, e vou explicar pq. Bom Professor, neste curso que venho fazendo, encontramos muitos profissionais bem técnicos, como engenheiros e afins. E durante uma das aulas foi levantada a questão dos emissários submarinos, especialmente o da Barra da Tijuca. Foi argumentado que o uso dos emissários, com o lançamento de esgoto in natura, não causava impactos ambientais em nível de contaminação. Foi dito que para o lançamento do esgoto, é calculado levando em consideração as correntes marítimas a fim de dispersar e diluir, e que os agentes patogênicos não resistem ao Sol e nem a salinidade. E que devido a esses fatores, a utilização de emissários é uma forma viável economicamente e que não acarreta prejuízos ecológicos para o tratamento do esgoto.Contudo, não acredito nesta hipótese, pois acredito que há sim um impacto ambiental e que a utilização de emissários para tratamento é só mais uma forma de tratar, mas sem resolver o problema.No entanto, não tenho dados que possam embasar essa minha afirmativa, na verdade, gostaria de consulta-lo se realmente isso é fato. Se puder sugerir alguma bibliografia que eu possa ler sobre esse assunto, e que possua dados confiáveis sobre o impacto dos emissários seria de grande valia.Se puder me ajudar eu seria muito grata, pois venho levantando uma série de questionamentos ambientais na disciplina q venho cursando, e meu prof. afirma que são coisas de 'eco-chatos'. Ele é engenheiro. Mas não tenho nada contra engenheiros, ok!Enfim, desde já agradeço,

Por Redação ((o))eco
13 de abril de 2005
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12 de abril de 2005

Na Justiça

A Procuradoria do Ibama no Rio de Janeiro interpelou judicialmente o ambientalista Ivan Marcelo Neves, da ong Sapê, de Angra dos Reis (RJ), por suas declarações na reportagem "Inferno astral", publicada no dia 13 de março pelo O Eco. A ação, encaminhada pela Justiça Federal, pede que Ivan se explique sobre as acusações que fez contra a instituição e seu gerente-executivo no Rio de Janeiro, Edson Bedim. A interpelação foi movida pelo Ibama no dia 1° de abril. No dia 8, a ong Sapê divulgou na Internet uma carta em que critica o que chama de "intimidação de ambientalistas" por parte do órgão público (leia a carta, em PDF).

Por Redação ((o))eco
12 de abril de 2005
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12 de abril de 2005

Não vazou

Cerca de 50 cilindros clandestinos de gás CFC 12 (diclorodifluormetano) foram apreendidos nesta terça-feira em Olímpia, interior de São Paulo. Foi a maior apreensão deste tipo já realizada no estado e possivelmente no país, já que ainda não existem registros oficiais do tráfico da substância em território nacional. O CFC 12 é considerado um dos gases mais prejudiciais à camada de ozônio e sua comercialização no Brasil só é concedida a empresas autorizadas. Mesmo assim, sua importação tem data para acabar: 2007, quando expira o prazo estabelecido no Protocolo de Montreal, orientando a substituição do gás, muito usado em equipamentos de refrigeração, por outros menos danosos à atmosfera. “Para agravar mais a situação, os botijões apreendidos eram reutilizáveis, o que torna o gás mais suscetível a vazamentos” esclarece o chefe de fiscalização do Ibama de São Paulo, Luis Antônio Gonçalves de Lima. A Polícia Federal e o Ibama ainda investigam a procedência do produto, mas a suspeita é que tenha vindo do Paraguai pela fronteira, em Mato Grosso do Sul. O motorista da caminhonete que transportava a carga foi multado em R$ 20 mil e está detido na cidade.

Por Redação ((o))eco
12 de abril de 2005
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12 de abril de 2005

Mistério

Os freqüentadores do litoral baiano passaram por maus momentos no último dia 31 de março. Pessoas que estavam na faixa de areia em Cabrália, Porto Seguro e Trancoso sentiram um cheiro estranho e começaram a sofrer falta de ar, dor de cabeça, febre e náuseas. Encaminhadas ao hospital e tratadas com antialérgico e corticóides, os sintomas passaram em um dia. O problema é que o fenômeno é recorrente. Desde 1997, foram vários episódios e centenas de vítimas da estranha intoxicação, cujas causas ainda são desconhecidas.

Por Ana Redação ((o))eco
12 de abril de 2005
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12 de abril de 2005

Ilha de natureza

De Romeu de Bruns NetoOlá Carolina,Gostei muito de sua matéria sobre Foz (Ilha de natureza). É um lugar muito especial pra mim. Já fui diversas vezes e, por mim, posso continuar visitando as cataratas muitas vezes mais que não vejo problema. Realmente, não basta conhecer por foto e nem mesmo de helicóptero. É preciso ver de perto, ouvir e sentir no chão as vibrações que vêm das quedas.Gostaria de ter mais informações sobre esse passeio da Linha Martins. O preço para brasileiros é diferente? Onde começa? Vc teve desconto ou não precisou pagar a taxa por ser jornalista e estar fazendo uma matéria a respeito?AbraçosRomeu, Fico feliz de você ter gostado da matéria. Foz é realmente um lugar bastante especial. O passeio da Linha Martins é organizado pelo pessoal do Macuco Safari (http://www.macucoecoaventura.com.br/home/home.html), mas infelizmente não há descontos para brasileiros nem preço camarada para estudantes. Como eu fui para escrever sobre o trajeto, não paguei o passeio que começa no portão principal.Abraços, Carolina

Por Redação ((o))eco
12 de abril de 2005
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11 de abril de 2005

Aqui se faz…

De Márcio de Carvalho Engº Agrº Prezados Senhores,A matéria da jornalista Silvia Pilz intitulada "Aqui se faz, aqui se paga" do dia 03/04 denota com tom sarcástico e tendencioso, o objetivo claro e infundado de desmoralizar o fato que grupos evangélicos "somente agora" estão acordando para o problema do aquecimento global. O aquecimento global é uma constatação cientifica recente e só agora os dirigentes mundiais se deram conta do problema, e a Igreja que esta inserida nesse contexto é feita de homens e mulheres iguais a todo mundo. De qualquer forma outros problemas ecológicos sempre foram motivos de discussão, ensinamentos e pregações em nossas igrejas e esse assunto com certeza desde a formatação da Bíblia e a sua tradução nas diversas línguas vem sendo abordado, estudado e entendido. O fato de evangélicos serrarem fileiras contra o aquecimento global, formando opiniões, discutindo, esclarecendo e protestando contra seus governos, de forma alguma é pegar carona na Bíblia, nem tampouco um bando de fanáticos irresponsáveis transformando qualquer coisa em febre. Envolver os evangélicos para a discussão de problemas ambientais é um fato extremamente positivo no entanto o texto sugere e faz muitos comentários maldosos e de forma jocosa e irônica nos coloca como mal informados e aproveitadores da situação. A Srta. Silvia definitivamente não é uma simpatizante de evangélicos e demonstra total desconhecimento à sua causa maior, mas isso deve ficar no foro intimo e particular dela. O fato de escrever, tecer comentários e evidenciar os seus preconceitos pessoais a um publico eclético de profissionais de várias formações religiosas que fazem parte do rol de simpatizantes do meio ambiente, merece nosso repudio, protesto e uma resposta a altura da sua evidente intolerância religiosa. Como simpatizante e leitor do site O Eco seria muito mais produtivo e ético focarmos nossas palavras, matérias e comentários naquilo que nos une: a defesa da natureza e o meio ambiente.

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2005
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11 de abril de 2005

Estudo de Impacto Ambiental

De MarcelloCarolina,Tudo bom?Bem, gostaria de dizer que é bom ter matérias falando sobre os estudos de impacto ambiental, visto que muitas irregularidades são cometidas e ninguém fica sabendo.Continue publicando matérias sobre este assunto e pesquise, há muita sujeira nesses estudos, nas empresas que realizam estes estudos. Principalmente na área de patrimônio arqueológico.Sei que a gente

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2005
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8 de abril de 2005

Pedalando

Florianópolis (SC) vai receber de 9 a 13 de abril um encontro nacional de “cicloativistas”. O objetivo é divulgar a utilização de meios não-motorizados na América Latina como alternativa à poluição gerada pelos automóveis. Entre as atividades planejadas estão um passeio de bicicleta pela ilha, no domingo (10), uma palestra no centro da cidade na terça-feira (12) e uma visita a Brasília na quarta-feira (13) para uma reunião com os ministros das Cidades, Olívio Dutra, e do Meio Ambiente, Marina Silva. Mas para Brasília a viagem é de avião, porque cicloativista não precisa ser atleta.

Por Redação ((o))eco
8 de abril de 2005
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8 de abril de 2005

Bikes em trilhas

A prática de mountain bike nas trilhas do Rio foi proibida, e até os ciclistas se organizarem para reparar a degradação de suas manobras nas...

Por Redação ((o))eco
8 de abril de 2005