Análises
3 de abril de 2008

Socioambientalista II

De Marcos Bidart Caro Professor Marc: Em nome da boa dialética porque O Eco não abre espaço para alguém escrever um texto perguntando:1) Você é a favor de gente morrer de fome do lado de enormes reservas intocadas e improdutivas?2) Você acha que se deve proibir de caçar quem está passando fome? É melhor que →

Por Redação ((o))eco
3 de abril de 2008
Análises
3 de abril de 2008

Socioambientalista?

De Maísa GuapyassúMarcVocê foi simplesmente perfeito!Esse “artigo” tem que fazer parte dos anais eternos da conservação da natureza.Um grande abraço →

Por Redação ((o))eco
3 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Áreas embargadas

Como prometeu, o governo lançou nesta quarta na Internet a listagem das áreas embargadas na Amazônia onde foram registrados desmatamentos ilegais. A relação traz interdições desde janeiro de 2007. A medida faz parte do Decreto 6.321/2007 e da Instrução Normativa 001/2008 do Ministério do Meio Ambiente, publicados após o susto governista com a retomada do desmatamento amazônico. As consultas podem ser feitas por estados ou municípios e até por “alvos específicos” – quando é necessário preencher nome, CPF, nome do imóvel, razão social ou CNPJ. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Palavras de quem entende

Logo no início de sua exposição, Nobre decidiu falar sobre o grupo de céticos que rebate os efeitos das mudanças climáticas. De acordo com ele, é fácil estabelecer uma série de argumentos para derrubar o discurso de que a variação na incidência dos raios cósmicos são os principais culpados pelo aquecimento global. “Basta ler as páginas 182 a 190 do primeiro relatório desta quarta série produzida pelo IPCC” para perceber, cientificamente, que a culpa pela maior concentração de carbono na atmosfera é das atividades humanas. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Chance

Começou, nesta quarta-feira, o II Seminário de Mudanças Climáticas promovido pela PUC-Rio. Durante dois dias, alguns dos mais importantes pensadores e cientistas do país vão expor suas idéias sobre o aquecimento global e os potenciais impactos no Brasil. A primeira mesa de debate do evento reuniu, pela manhã, o pesquisador do Inpe Carlos Nobre, o diretor da Coppe-UFRJ Luiz Pinguelli Rosa e o diretor/colunista de O Eco, Sérgio Abranches. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Silvicultura em debate

Um novo embate envolvendo o plantio de lavouras de eucaliptos no Rio Grande do Sul acontecerá no dia 4, mas o secretário estadual de Meio Ambiente Carlos de Moraes envia as convocatórias oficias em cima do laço. Segundo ambientalistas gaúchos, é mais um modo para enfraquecer o debate crítico às monoculturas no Pampa, um dos temas mais polêmicos dos últimos anos naquelas paragens. A 34ª reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente, em Porto Alegre, servirá “para fins de deliberação sobre a proposta de zoneamento para a silvicultura”. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Riscos

O pesquisador do Inpe também deixou claro que, a partir de agora, a Ciência precisa descobrir em quais aspectos já passamos do ponto de impedir um desastre. Daqui a 30 ou 40 anos, por exemplo, ele lembra que não haverá mais gelo algum no Ártico durante o verão – mesmo se as emissões parassem agora. Além disso, há riscos sistêmicos inerentes ao aumento da temperatura. A Holanda, segundo suas palavras, pode suportar com obras apenas um aumento de 1,5 metros no nível dos oceanos. Caso este limite seja ultrapassado, algumas cidades do país serão alagadas. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Análises
2 de abril de 2008

A raiz do problema

De Sérgio Galli Cristiane, É preciso acabar com o automóvel antes que ele acabe conosco (se é que já não acabou). As cidades são reféns e as pessoas escravas do automoóvel. Sinônimo para automóvel é desgraça e destruição. Essa é a raiz do problema. Não adianta nada a mídia fazer reportagens, matérias, colocarem helicópteros para →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Maggi, de novo

Em reunião na semana passada, o Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) de Mato Grosso referendou parecer técnico da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), recomendando a emissão da licença prévia para a usina hidrelétrica Juruena (46MW), da Maggi Energia S.A. A usina é um dos dez empreendimentos que compõem a seqüência de aproveitamentos hidrelétricos licenciados separadamente, mas que abrangerão uma extensão de mais de 100 quilômetros no rio Juruena, perto de sua cabeceira, entre os municípios de Sapezal e Campos de Julio. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Conselho pantaneiro

Oito anos depois de criada, a Reserva da Biosfera do Pantanal iniciou nesta quarta-feira a primeira reunião de seu conselho deliberativo. Trinta e sete representantes da sociedade civil e vinte das três das esferas de governo de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul compõem o grupo, que terá a missão de mediar conflitos, planejar e coordenar as atividades realizadas no Pantanal. O primeiro produto do encontro, que vai até o dia 4 de abril, será a redação do regimento interno do conselho. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Manejo de elefantes

A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), publicou nesta quarta-feira um estudo que aborda pontos positivos e negativos sobre diferentes formas de manejo de populações de elefantes, incluindo sua remoção para outros locais, aumento de seus territórios, uso de métodos contraceptivos e caça. Segundo os autores, algumas das decisões mais importantes sobre manejo de vida silvestre no continente sempre envolvem as populações de elefantes, cujo aumento de densidade influencia significativamente outras espécies. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008
Notícias
2 de abril de 2008

Condicionantes

Junto com o parecer técnico, a Sema listou 23 condicionantes na licença, entre as quais detalhamento dos programas ambientais, licenciamento de áreas de jazidas, apresentação de impactos e medidas mitigadoras, estudo de reserva de recursos hídricos, plano de monitoramento ambiental, etc. Os empreendedores estimam que, após a emissão da licença de instalação, a usina ficará pronta dentro de dois anos. →

Por Redação ((o))eco
2 de abril de 2008