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12 de janeiro de 2007

Responsabilidade

Em artigo publicado nesta sexta-feira no jornal Estado de S. Paulo, o jornalista Washington Novaes defende que frente às evidências de que o Brasil já está sofrendo com as mudanças climáticas, o governo deveria assumir compromissos formais com a redução de suas emissões de gases estufa. Novaes cita diversos especialistas e fatos, como o aumento das chuvas e tufões, como provas de que estamos à mercê do câmbio climático. Para o Brasil, que já é o quarto emissor do mundo, graças ao desmatamento promovido nas mudanças de uso do solo, é "inacreditável" não assumir maior responsabilidade, diz o jornalista.

Por Redação ((o))eco
12 de janeiro de 2007
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12 de janeiro de 2007

Fragmentação assassina

O Projeto de Biologia Dinâmica de Fragmentos de Floresta indica, através de artigo publicado na revista Science, que a fauna não prospéra em reservas de curta extensão. Os resultados do estudo podem ser encontrados em reportagem da Folha de S. Paulo. Um equipe internacional liderada por pesquisadores brasileiros analisou 55 espécies e mostrou que grande parte delas é influenciada pelo tamanho da área conservada. "Fragmentos de cem hectares perdem a metade do número de espécies de ave em cerca de 15 anos", diz um pesquisador.

Por Redação ((o))eco
12 de janeiro de 2007
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12 de janeiro de 2007

Discurso novo

Depois de ter sido acusada de financiar pesquisas e comunicados fraudulentos sobre a não-existência do aquecimento global, a petrolífera Exxon Mobil resolveu participar de diálogos sobre como reduzir emissões. De acordo com notícia do site Planet Ark, ela e mais vinte companhias estão reunidas em Washington para elaborar um documento com sugestões sobre como deve ser a regulação americana para promover o corte de emissão de gases estufa. A razão para tão rápida mudança na estratégia, observam especialistas, se deve à derrota dos republicanos no parlamento. As empresas de petróleo temem que os democratas possam aprovar regras muito rigorosas.

Por Redação ((o))eco
12 de janeiro de 2007
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12 de janeiro de 2007

Inconsistencias analisadas

O site da revista britânica The Ecologist traz duas análises interessantes sobre as declarações polêmicas que membros do governo trabalhista andam soltando por aí. A primeira diz respeito sobre Tony Blair, que afirmou que não será ele quem dirá aos britânicos que deixem de viajar de avião por conta do aquecimento global. O articulista Paul Kingsnorth acha que ouvir tal frase dos donos das companhias aéreas é compreensível, afinal já há uma tradição de "capitalismo irresponsável". Mas ouvir isso do primeiro-ministro... A outra declaração que tem gerado polêmicas no Reino Unido é do secretário de Meio Ambiente, David Miliband, aquele que falou em comprar a Amazônia. Segundo ele, não existe comprovação ainda que aumentar a produção de orgânicos é mais benéfica ao meio ambiente. A Ecologist pediu que uma especialista no assunto comentasse as idéias de Miliband.

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12 de janeiro de 2007
Análises
12 de janeiro de 2007

O buraco é mais embaixo

De Zuleica Nycz Conselheira Titular do Conama representante das ONGs ambientalistas da Região Sul"Os novos cães de guarda"Na matéria que está circulando agora, abaixo, até que não é tão ruim, mas pena que o repórter esqueceu de entrevistar justamente quem fez o parecer sobre a resolução que aponta erros incorrigiveis denunciando muitas das barbaridades ali contidas: o Engenheiro Químico Élio Lopes, de SP, que assessora atualmente o Ministério da Saúde...! Isso que o repórter teve acesso a uma cópia do parecer, e lhe foi dado o telefone do Dr. Élio para entrevistá-lo.... A reportagem quer provar que "o buraco é mais embaixo" ... (! ?). Alguns entrevistados dizem que não adianta fazer um carnaval contra essa resolução, porque o problema é mais grave ainda. Que o que preocupa é onde essas novas fontes vão se instalar. Na minha opinião tanto os altos limites permitidos quanto o local onde poderão se instalar são problemáticos. Ninguém quer saturar mais uma área saturada, lógico, mas isso não pode justificar levianamente que uma cidade onde o ar é puro, então, possa receber tranquilamente uma refinaria de petróleo emitindo altos níveis de emissão legalizados pelo Conama porque lá o ar não está saturado? Isso é um absurdo. Não podemos silenciar enquanto eles socializam a poluição e apenas nos preocuparmos em impedir a saturação. Muito antes de uma área atingir a saturação atmosférica, as doenças e os malefícios já podem estar ocorrendo.... Principalmente porque a saturação atmosférica certamente estará perversamente acompanhada da contaminação química dos solos e das águas... essas fábricas têm efluentes líquidos e sólidos, todo mundo sabe.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

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12 de janeiro de 2007
Análises
12 de janeiro de 2007

Ambientalismo e direitos animais I* – II

De Hélio PimentelParabéns pelo artigo Ambientalismo e direitos animais I. O texto está muito bom. Tenho apenas uma pequena correção a fazer: eu, Hélio Pimentel, não sou jornalista. Sou consultor de informática e estou iniciando minha carreira de escritor.Estou escrevendo atualmente um novo livro sobre o fanatismo dos veganos considerando os argumentos de Peter Singer em seu novo livro A ética da alimentação. Dessa vez, espero que alguma editora se interesse pela publicação, já que o livro Zoonazismo: quando os "defensores" atacam não chegou a ser avaliado.Finalizando, aproveito para registrar que meu livro pode ser baixado gratuitamente a partir do site www.hpm.net/zoonazismo.

Por Redação ((o))eco
12 de janeiro de 2007
Análises
12 de janeiro de 2007

Ambientalismo e direitos animais I*

De AnaSenhor Marc,O senhor é Caçador? Sua figura me lembra os Caçadores...Quanto ao Hélio, ele não é jornalista. Ele é técnico em manutenção de computadores. Leu de cabo a rabo todas as obras dos expoentes da libertação animal e fez uma resenha tosca sobre isso. Um mero especulador que busca fama e dinheiro às custas de mentes brilhantes.Seu artigo é tendencioso e mostra bem sua opção. Pergunto-lhe, qual o sentido de uma Ong chamada Fundação Pró Natureza?

Por Redação ((o))eco
12 de janeiro de 2007
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11 de janeiro de 2007

Pós-industrial

Apelidado de "Revolução Pós-Industrial", o plano de redução de emissões da União Européia é bastante ambicioso. Segundo reportagem da Folha de São Paulo, o pacote foi anunciado nesta quarta-feira pelo presidente da Comissão Européia, o português José Manuel Barroso, e prevê a redução de 20% do lançamento de gases estufa até 2020. Mas ambientalistas consideraram a proposta tímida e afirmaram que o ideal teria sido uma meta de 30% de redução, a fim de que se mantivesse o aumento da temperatura estabilizado em no máximo 2 graus. Porém, a União Européia só avançará em seus cortes de emissão se os Estados Unidos derem sinais de que farão o mesmo.

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11 de janeiro de 2007
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11 de janeiro de 2007

Que moda é essa?

O parlamento britânico resolveu investigar como estão sendo realizados os projetos de neutralização de carbono. A moda está cada vez mais difundida no Reino Unido: uma empresa ou personalidade, para mitigar emissões de eventos e viagens de avião resolve plantar árvores para ser "carbono neutro". A idéia de investigar a prática, de acordo com relatos do The Guardian surgiu com as polêmicas declarações de Tony Blair esta semana, quando disse que não deixaria de voar de avião para emitir menos mas pagaria pelo plantio de algumas árvores. Em uma nota, membros do parlamento afirmaram que "alguns comentários dão a entender que o próspero mundo ocidental pode continuar a desfrutar de uma vida intensa em emissões apenas com um pequeno custo extra".

Por Redação ((o))eco
11 de janeiro de 2007
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11 de janeiro de 2007

Mundo Urbano

De acordo com o relatório do Worldwatch Institute, o Estado do Mundo 2007, o ano que vem será o momento em que no planeta haverá mais habitantes nas cidades do que no campo. As conclusões estão em uma reportagem do Estado de S. Paulo desta quinta-feira. Segundo o documento da ONG, as cidades ocupam apenas 0,4% da superfície global, mas são responsáveis pela emissão de 75% dos gases estufa. Na opinião dos autores do estudo, é preciso começar a se movimentar agora para evitar um colapso futuro, por falta de água, alimentos e excesso de poluição.

Por Redação ((o))eco
11 de janeiro de 2007
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11 de janeiro de 2007

Aquém do prometido

Em se tratando de aquecimento global e emissões todos estão de olho nos países em desenvolvimento. Uma matéria publicada na BBC mostra que a maioria das províncias chinesas está longe de atingir suas metas de eficiência energética. Apenas Pequim e outras cinco cidades foram capazes de apresentar uma redução de 2% nos níveis de emissões nos primeiros seis meses de 2006. No novo plano quinquenal do governo da China a meta é de redução de 10% da poluição.

Por Redação ((o))eco
11 de janeiro de 2007