É duro ser turista

De Allan MilhomensCoordenador Geral - Proecotur Prezada Andréia, Li a matéria e acho apenas que no que se refere a nova fase de investimentos do Programa que, por competência institucional, será coordenada pelo MTUR, a matéria não foi fiel às informações que te passei, onde relata a etapa de preparação da nova fase de Investimento. Outra coisa, o Proecotur em sua fase I foi criado para desenvolver uma etapa de planejamento pára uma segunda fase de investimentos. E nesse sentido ele é pioneiro. Pela primeira vez uma programa de investimentos é antecedido por uma fase de planejamento ambiental e turistico. A fase II portanto será focada em investimentos de infra-estrutura, a exemplo dos Prodeturs, para a região Nordeste e Sul. Mas sobre isso você deve conversar com a Suzana Dickmann, Diretora de Programas de Desenvolvimento Regional do Ministério do Turismo, que coordenará a fase II. O MTUR não ficará sozinho nesta nova fase. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
1 de junho de 2007

Alhos com bugalhos

O mercado de créditos de carbono cresce vertiginosamente, mas o desafio de definir um padrão global a todos os projetos, não apenas para os que são topo de linha, não é fácil.

Por Steve Zwick
1 de junho de 2007

Fotografia

De Flavia Ribeiro Instituto Terra Brasilis Caro Adriano, Acompanho a seção de fotografia já faz algum tempo e notei uma expressiva mudança. Agora há textos referentes a fotógrafos antigos, homenagens e ecossistemas, o que muito me agrada, já que sou bióloga. Estive olhando o texto "Floresta branca ou Sem-floresta" que vc escreveu sobre a Caatinga. Adorei! Mas fiquei com uma dúvida: de quem são as fotos? São suas? Trabalho numa ONG e gosto sempre de ter contatos com fotógrafos de natureza. Gostaria de mais detalhes sobre os lugares onde fotografou. Obrigada pela atenção,

Por Redação ((o))eco
29 de maio de 2007

Cabo de guerra

De Oscar TarquinioVice-presidente / Ambiental Lagos São João - ALSJ Prezado Eric Macedo. Como representante da sociedade civil no Conselho Gestor da APA do Pau-brasil, congratulo-me com V.Sa. pela publicação da matéria "Cabo de guerra" em 22/05/2007, a respeito do Projeto Reserva Peró.

Por Redação ((o))eco
29 de maio de 2007

Floresta em terra devastada

De Lincoln Olá, Saudações, A mais de um ano foi criado o DFS BR163 , 05 meses após foi apresentado o Plano de Ação (2006-2007). O plano de ação não se consentrava apenas na concessão florestal, previa e orientava a realização de varias ações por parte dos órgãos do governo. Deveria ser um complexo geoeconômico e social onde com a implementação de políticas publicas se estimula se o desenvolvimento sustentavel. Incluiria política fundiária, de infra estrutura, de assistência técnica, de desenvolvimento industrial, de educação, de gestão de áreas publicas, de segurança, de credito, de investimentos e muitas outras.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
29 de maio de 2007

Miopia ministerial

Brasil deve exercer liderança na luta contra aquecimento trazendo divisas para o país a partir do controle do desmatamento. Até agora, o governo desvaloriza a oportunidade.

Por Paulo Moutinho
28 de maio de 2007

70 anos do Parque do Itatiaia

De Hamilton José Ferraz de Mello Prezados Editores de O ECO Entendo que o leitor de O ECO tem o direito de ter a outra face da versão oficial. Através de um caso particular, propomos uma questão maior, de âmbito geral: ocorrência de definição de limites de parques nacionais sem um estudo adequado e consistente. Considerando a "nova política ambiental", proponho uma corajosa reavaliação dos limites dos parques nacionais, e, ampliando, de unidades de conservação. Por razões históricas, burocráticas, de interesses vários, ocorreram definições de limites que não correspondem a interesses legitimamente ambientais, mas sim preponderantemente circunstanciais. Criam-se falsos dilemas, como várias vezes citado: "A legislação obriga o governo a desapropriar essas áreas, mas não há recursos suficientes par indenizar todas." Na verdade o erro não está na legislação, aliás correta e realmente visando a proteção ambiental, mas na definição de perímetros de parques sem estudos adequados, sem levantamentos adequados. Há, por outro lado, o contraponto: o receio de abrir essa comporta e não resistirem às pressões. Proponho examinar a ampliação do Parque Nacional do Itatiaia, desde a origem, como um caso a ser estudado.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
28 de maio de 2007

Pesquisa O Eco

De Marta JacobPrezados Editores,Em resposta a sua gentil solicitação, informo que já respondi sua pesquisa em uma de suas últimas newsletters. Por favor verifiquem, de outro modo será um prazer responder aos campos mais uma vez, é super rápido.Sua pesquisa poderia incluir um item para os que, como eu, são aposentados mas trabalham por conta própria. Marquei como aposentada, mas não é exatamente verdade pois tenho atividade profissional intensa.Aproveito a oportunidade para lhes dizer o quanto sou fã de seus artigos altamente didáticos, instrutivos e interessantes, que me permitem aprender muito sobre meio ambiente. Há uns 30 anos reciclo papéis, cascas de legumes para as plantas, economizo água e me sinto parte integrante do universo, e não dissociada dele como a maior parte das pessoas. Sou química e acompanho de perto as polêmicas sobre tipos de energia, etc. porque também trabalho com isto. O Eco é um canto onde me sinto perfeitamente à vontade...Parabéns pela escolha dos assuntos, dos articulistas, as fotos lindíssimas, as abordagens equilibradas. Vocês estão no caminho certo!Um grande abraço,

Por Redação ((o))eco
25 de maio de 2007

Um erro que não tem preço

De MasterCard Brasil A MasterCard Brasil informa que o comercial de televisão “Loro”, no ar desde a semana passada, tem por objetivo mostrar, por meio de um típico animal da fauna brasileira, as belezas da natureza de nosso país. A campanha faz parte do projeto “Viajante MasterCard”, cujo slogan é "Descubra o Brasil que não tem preço” e quer mostrar, através da publicidade, elementos de um país rico em sua diversidade cultural e ambiental. Empresa que preserva a ética no relacionamento com todos os públicos e o respeito aos consumidores em todos os mercados em que atua, a MasterCard também esclarece que o comercial “Loro” em nenhum momento teve a intenção de tratar de questões como a compra e a venda de animais silvestres, mas sim a de mostrar recursos naturais brasileiros que a própria empresa valoriza e respeita. A MasterCard se sensibiliza e respeita o ponto-de-vista de todas as comunidades que de alguma forma estão envolvidas na defesa pelos direitos animais e está analisando as mensagens transmitidas neste filme para evitar que seu conteúdo seja interpretado de forma contrária à proposta da campanha. É importante destacar ainda que a ave filmada para a campanha “Loro” foi comprada pelo treinador de animais Gilberto Miranda, nascida e criada em cativeiro, devidamente registrada – anilha TE GJA PP 033 - e autorizada pelo Ibama, ou seja, de origem legal. A ave também teve o acompanhamento de seu criador em todo o processo de gravação da peça publicitária.

Por Redação ((o))eco
23 de maio de 2007

Arca de Noé virtual

De Daniela CarideAdorei. É bom ver alguém escrevendo sobre uma possível mudança de hábito da juventude de deixar a espingarda e apontar a câmera pra natureza. É bom ler sobre a enciclopédia da vida. Me faz pernsar que temos um futuro.

Por Redação ((o))eco
22 de maio de 2007

Distrito Florestal

De Lincoln O DFS BR-163 criado por decreto do Presidente da República de 13 de fevereiro de 2006, que no seu Art.1º diz: "Fica instituído o complexo geoeconômico e social denominado DFS-BR163, com a finalidade de implementação de políticas de estimulo á produção florestal sustentavel. Hoje, em Novo Progresso PÁ, que deveria ser o local de inicio de implantação deste Distrito florestal, podemos afirmar que de fato nada foi implementado no sentido de estimulo á produção florestal sustentavel o que se tem aqui e um "garimpo florestal" sem nenhum controle e quase na completa ilegalidade. No Art.3º diz: "Fica criado o Grupo Interinstitucional - GTI com a finalidade de propor ações voltadas ao fomento do desenvolvimento socioeconômico, com base em atividades florestais sustentáveis, e a conservação ambiental, do DFS da BR-163, e elaborar plano de implementação das ações propostas, que considerará, entre outros temas:" segue a enumeração de 13 temas dos quais nenhum foi ate agora implementado. Espero que a população envolvida no DFS Carajas tenha melhor sorte e que a única diferença do DFS BR-163 não seja a consulta publica que no nosso caso seque foi realizada. Espero que a falta de coordenação do Governo e de suas Instituições deixe de existir e que como previsto no Art.7º do Decreto de mais de um ano e que previa um Comitê de acompanhamento, constituído por representantes de governos municipais, setor acadêmico, setor empresarial, movimentos sociais, populações tradicionais e ongs seja constituído de fato. A população local aguada ansiosa pela presença de Governo. Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Interesse nacional e licenciamento ambiental

De Jerson Kelman Diretor-Geral - ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica Prezado Paulo Bessa, O Israel Klabin chamou minha atenção para o seu artigo intitulado "Interesse nacional e licenciamento ambiental". Observo que temos muito mais convergências do que divergências. Se me permite abusar de seu saber jurídico, é fato que a Constituição exige a elaboração de "estudo prévio de impacto ambiental", mas é silente sobre o licenciamento propriamente dito? A idéia de apresentar uma sugestão sobre o assunto nasceu de um debate ocorrido em audiência pública na Câmara dos Deputados. Anexo o texto que enviei, por solicitação dos próprios deputados. Teria muito interesse em seus eventuais comentários. Cordialmente,

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007