Um erro que não tem preço

De MasterCard Brasil A MasterCard Brasil informa que o comercial de televisão “Loro”, no ar desde a semana passada, tem por objetivo mostrar, por meio de um típico animal da fauna brasileira, as belezas da natureza de nosso país. A campanha faz parte do projeto “Viajante MasterCard”, cujo slogan é "Descubra o Brasil que não tem preço” e quer mostrar, através da publicidade, elementos de um país rico em sua diversidade cultural e ambiental. Empresa que preserva a ética no relacionamento com todos os públicos e o respeito aos consumidores em todos os mercados em que atua, a MasterCard também esclarece que o comercial “Loro” em nenhum momento teve a intenção de tratar de questões como a compra e a venda de animais silvestres, mas sim a de mostrar recursos naturais brasileiros que a própria empresa valoriza e respeita. A MasterCard se sensibiliza e respeita o ponto-de-vista de todas as comunidades que de alguma forma estão envolvidas na defesa pelos direitos animais e está analisando as mensagens transmitidas neste filme para evitar que seu conteúdo seja interpretado de forma contrária à proposta da campanha. É importante destacar ainda que a ave filmada para a campanha “Loro” foi comprada pelo treinador de animais Gilberto Miranda, nascida e criada em cativeiro, devidamente registrada – anilha TE GJA PP 033 - e autorizada pelo Ibama, ou seja, de origem legal. A ave também teve o acompanhamento de seu criador em todo o processo de gravação da peça publicitária.

Por Redação ((o))eco
23 de maio de 2007

Arca de Noé virtual

De Daniela CarideAdorei. É bom ver alguém escrevendo sobre uma possível mudança de hábito da juventude de deixar a espingarda e apontar a câmera pra natureza. É bom ler sobre a enciclopédia da vida. Me faz pernsar que temos um futuro.

Por Redação ((o))eco
22 de maio de 2007

Distrito Florestal

De Lincoln O DFS BR-163 criado por decreto do Presidente da República de 13 de fevereiro de 2006, que no seu Art.1º diz: "Fica instituído o complexo geoeconômico e social denominado DFS-BR163, com a finalidade de implementação de políticas de estimulo á produção florestal sustentavel. Hoje, em Novo Progresso PÁ, que deveria ser o local de inicio de implantação deste Distrito florestal, podemos afirmar que de fato nada foi implementado no sentido de estimulo á produção florestal sustentavel o que se tem aqui e um "garimpo florestal" sem nenhum controle e quase na completa ilegalidade. No Art.3º diz: "Fica criado o Grupo Interinstitucional - GTI com a finalidade de propor ações voltadas ao fomento do desenvolvimento socioeconômico, com base em atividades florestais sustentáveis, e a conservação ambiental, do DFS da BR-163, e elaborar plano de implementação das ações propostas, que considerará, entre outros temas:" segue a enumeração de 13 temas dos quais nenhum foi ate agora implementado. Espero que a população envolvida no DFS Carajas tenha melhor sorte e que a única diferença do DFS BR-163 não seja a consulta publica que no nosso caso seque foi realizada. Espero que a falta de coordenação do Governo e de suas Instituições deixe de existir e que como previsto no Art.7º do Decreto de mais de um ano e que previa um Comitê de acompanhamento, constituído por representantes de governos municipais, setor acadêmico, setor empresarial, movimentos sociais, populações tradicionais e ongs seja constituído de fato. A população local aguada ansiosa pela presença de Governo. Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Interesse nacional e licenciamento ambiental

De Jerson Kelman Diretor-Geral - ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica Prezado Paulo Bessa, O Israel Klabin chamou minha atenção para o seu artigo intitulado "Interesse nacional e licenciamento ambiental". Observo que temos muito mais convergências do que divergências. Se me permite abusar de seu saber jurídico, é fato que a Constituição exige a elaboração de "estudo prévio de impacto ambiental", mas é silente sobre o licenciamento propriamente dito? A idéia de apresentar uma sugestão sobre o assunto nasceu de um debate ocorrido em audiência pública na Câmara dos Deputados. Anexo o texto que enviei, por solicitação dos próprios deputados. Teria muito interesse em seus eventuais comentários. Cordialmente,

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Quilombo na Serra do Mar

De Fabio Olmos Picinguaba se tornou um exemplo clássico do que não fazer quando se implanta uma UC, resultado da visão romântica de um grupo de gênios que achavam que parques servem para conservar as tais culturas tradicionais, e que os habitantes locais fariam voto de pobreza e se conformariam em viver no neolítico. Pior, acreditaram nas bobagens dos que propoem que gente matando a fauna e derrubando a floresta não só conserva como gera biodiversidade. E também se opuseram a qualquer ação pro-ativa para indenizar e remover os ocupantes, estimulando um governo estadual inepto nest questão. O resultado foi uma bomba-relógio que todos sabiam que algum dia explodiria. O resultado está aí. O impressionante é ver alguns dos criadores desta situação ainda ter influência na Secretaria de Meio Ambiente paulista.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2007

Aves em foco

De Nunes D´AcostaCaro Editor. Parabéns pela matéria publicada.Gostaria apenas de fazer um observação: Celeus obrieni, é uma ave que sempre foi vista aqui pertinho de Goiânia, nos últimos 20 anos. Temos aqui em Goiânia o ornintólogo JOSAE HIDASI que sempre coleta essa espécie. Se precisar te mando algumas fotos. Sou fotógrafo ambientalista e estou fazendo um livro sobre aves de Goiás. Estou no encalce dessa ave, creio que em pouco tempo terei sua silhueta na mira da minha objetiva. Se precisar de fotos do seriado do celeus tenho aqui. Que viva no picapau para sempre.

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14 de maio de 2007

Nibs – o campeão do microlixo marinho

De Adriana DidierPara Frederico BrandiniOlá,Meu nome é Adriana e gostaria de parabenizar sua coluna. Sou proprietária de um restaurante em Porto de Galinhas, que se chama Beijupirá, atualmente estou com uma pousada no Litoral Norte de Alagoas na Praia do Lage na cidade de Porto de Pedras um lugar ainda anda no ritmo das marés. Uma praia deserta e tranquila com mar morno, arrecifes, santuário do peixe boi. Povoado pequeno, bucólico onde a maioria vive de pesca ( li seu texto "Pescadores pedem socorro", e é exatamente a realidade local ) e tirada de coco. A região é belissima, por enquanto....Quando puder venha nos visitar, aqui eu chamo de Começo do Mundo, que é para dar tempo de fazer alguma coisa!Atenciosamente,

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11 de maio de 2007

O mistério de Sultan

De Glenn SwitkesDiretor, Programa na América LatinaInternational Rivers NetworkSão PauloPrezados Gustavo e AldemGostaria de identificar que acho é um erro no seu artigo. O estudo de Sultan Alam analisa apenas o reservatório ("pool") entre as usinas Jirau e Santo Antonio. O estudo do Dr. Alam não analisa o acúmulo de sedimentos ao montante da usina Jirau, apontando por vários especialistas independentes e por IBAMA como problema mais sério sobre este tema, que inclusive poderia resultar em impactos na Bolívia.Por isso, as declarações da Dilma e o MME que "sedimentos não são um problema", citando o estudo do Dr. Alam são apenas para enganar o público.De qualquer forma, agradecemos a independência e a vontade da O Eco para examinar assuntos controvérsias e complexas como esta questão. Os rios da Amazônia têm vida, e possibilitam uma vida saudável e digna para milhares de famílias. Brasil e a região amazônica não merece um retrocesso no sistema de proteção ambiental que retornaria o processo de tomada de decisão sobre mega-projetos em processo político, sem debate público. Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
9 de maio de 2007

Para quê mais um Instituto Chico Mendes? II

De Walmor Caro Marcos A respeito do Instituto Chico Mendes, vc. disse o que precisava ficar registrado a respeito da insensatez (burrice?) desse governo na maior parte de suas medidas administrativas. Incompetência é o que não falta. Bom, vamos em frente, vamos ver até onde a gente agüenta. Abração

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8 de maio de 2007

De fora para dentro

De Marisa Alves Gostaria de felicitar "O Eco" pela excelente entrevista com o Eng.Quimico Nilvo Silva do PNUMA - ONU. É alentador saber que ainda existem pessoas tão profissionais e preparadas como ele. Ainda por cima brasileiro. Isto nos da uma esperança que o Planeta Terra possa ser salvo.Parabéns Sr.Nilvo Silva. Parabéns "O Eco".

Por Redação ((o))eco
7 de maio de 2007

Fotografia – Floresta branca ou Sem-floresta?

De Iomar MachadoCaro Adriano,o seu texto e as cristalinas imagens publicadas n'O Eco de 21.04.2007 me fizeram marejar os olhos. Baiano, sertanejo da micorregião de Irecê (vivendo há mais de vinte anos em Salvador), vi ali retratado quase todos os símbolos da dura e bela caatinga. Seu texto traduz a alma sertaneja. Só faltaram o juazeiro e o umbuzeiro. Com certeza, por falta de espaço na coluna.É uma pena que muitos brasileiros (creio que a maioria) nunca tiveram a chance de conhecer a beleza da caatinga. Seja na "seca" ou no "verde", quando o mesmo lugar parece estar a milhares de quilômetros de si mesmo. Mágica transformação por obra e graça de umas poucas chuvas. Muito obrigado pelo retrato desse belo lugar tão pouco valorizado.Atenciosamente

Por Redação ((o))eco
2 de maio de 2007

Boas razões para se criar um instituto de unidades de conservação

De Marcelo Augusto Monteiro Ferraz. Analista Ambiental/IBAMA/DIREF/CGFLO/COFLO. Senhores, A princípio, pela sua redação clara e refinada, o artigo do Sr. Marc Dourojeanni sobre a criação do Instituto Chico Mendes parece convincente, mas o é apenas para os leigos e mal informados acerca do histórico da gestão ambiental na administração pública brasileira.Ao julgar ser ineficiente a atuação do IBAMA, o faz em um contexto isolado, sem apreciar as causas externas desta ineficiência, e o faz também segundo uma apreciação reducionista, generalizando o que seria esta ineficiência, ignorando que, nas suas diversas áreas, o IBAMA têm ilhas de excelência técnico-científica e profissional, nacional e internacionalmente reconhecidas. São inúmeras as causas exógenas desta dita ineficiência, a começar pela sistemática supressão de significativo quinhão do orçamento do IBAMA ao longo dos últimos anos, drenado para a realização de atividades de prioridade e efetividade um tanto questionáveis. O autor do artigo talvez sequer perceba que está propondo matar as vacas para erradicar os carrapatos.

Por Redação ((o))eco
2 de maio de 2007