Salada Verde

De Alan Cativo Temple Comunicação Empresarial Prezado, Encaminho resposta da Alcoa Mina de Juruti a respeito da nota "Eu garanto", veiculada no dia 05.06. Conto com sua avaliação em como usar as informações neste website. Também reitero nossa contribuição com seu trabalho sempre que houver notícias a respeito da Alcoa. Qualquer esclarecimento, estamos aqui. Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
11 de junho de 2007

Jogo Brasil x Inglaterra

De Lauro Eduarco Bacca Presidente RPPN Catarinense - Blumenau - SC Parabéns Maria Tereza, excelente tanto o conteúdo quanto a contextualização. Assinamos embaixo.

Por Redação ((o))eco
11 de junho de 2007

O dique rompeu

De Hellen Cano IBGE / DGC - Diretoria de Geociências Prezados, Sou geógrafa e tecnologista na Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do IBGE/RJ. Quero parabenizá-los pela reportagem de 05.06 - O Dique Rompeu. No entanto, causa-me espanto e indignação (e põe espanto e indignação nisso!!!) que ninguém esteja incomodado com a ausência de punição real contra o descumprimento das leis. Assisti, na semana passada, um painel de debates durante a 50a. REunião Extraordinária do CONAMA e percebi que há uma tendência nacional (confirmada em nível estadual pelas intenções de Blairo Maggi) de se "compensar " através de incentivos fiscais e financeiros aqueles agricultores que cumprirem a lei e não desmatarem locais, como APPs, que desde há muito tempo já são protegidas por lei. Novamente, só no Brasil se dá dinheiro para aquele que cumpre a lei, e não se pune com prisão ou uma multa que realmente afete as finanças daquele que a descumprir. Não há ninguém, para fazer um artigo sobre isso??? Vimos contrabandistas sendo capturados com mais de 10.000 animais silvestres, e depois soltos para pagarem uma multa de apenas 5.000 reais! Esse valor é irrisório perto do que eles lucram. Não vi nenhum respórter falar sobre isso. Considero que o peso da punição seja fundamental para que as leis ambientais sejam de fato levadas a sério! Muito obrigada!

Por Redação ((o))eco
8 de junho de 2007

É duro ser turista

De Allan MilhomensCoordenador Geral - Proecotur Prezada Andréia, Li a matéria e acho apenas que no que se refere a nova fase de investimentos do Programa que, por competência institucional, será coordenada pelo MTUR, a matéria não foi fiel às informações que te passei, onde relata a etapa de preparação da nova fase de Investimento. Outra coisa, o Proecotur em sua fase I foi criado para desenvolver uma etapa de planejamento pára uma segunda fase de investimentos. E nesse sentido ele é pioneiro. Pela primeira vez uma programa de investimentos é antecedido por uma fase de planejamento ambiental e turistico. A fase II portanto será focada em investimentos de infra-estrutura, a exemplo dos Prodeturs, para a região Nordeste e Sul. Mas sobre isso você deve conversar com a Suzana Dickmann, Diretora de Programas de Desenvolvimento Regional do Ministério do Turismo, que coordenará a fase II. O MTUR não ficará sozinho nesta nova fase. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
1 de junho de 2007

Alhos com bugalhos

O mercado de créditos de carbono cresce vertiginosamente, mas o desafio de definir um padrão global a todos os projetos, não apenas para os que são topo de linha, não é fácil.

Por Steve Zwick
1 de junho de 2007

Fotografia

De Flavia Ribeiro Instituto Terra Brasilis Caro Adriano, Acompanho a seção de fotografia já faz algum tempo e notei uma expressiva mudança. Agora há textos referentes a fotógrafos antigos, homenagens e ecossistemas, o que muito me agrada, já que sou bióloga. Estive olhando o texto "Floresta branca ou Sem-floresta" que vc escreveu sobre a Caatinga. Adorei! Mas fiquei com uma dúvida: de quem são as fotos? São suas? Trabalho numa ONG e gosto sempre de ter contatos com fotógrafos de natureza. Gostaria de mais detalhes sobre os lugares onde fotografou. Obrigada pela atenção,

Por Redação ((o))eco
29 de maio de 2007

Cabo de guerra

De Oscar TarquinioVice-presidente / Ambiental Lagos São João - ALSJ Prezado Eric Macedo. Como representante da sociedade civil no Conselho Gestor da APA do Pau-brasil, congratulo-me com V.Sa. pela publicação da matéria "Cabo de guerra" em 22/05/2007, a respeito do Projeto Reserva Peró.

Por Redação ((o))eco
29 de maio de 2007

Floresta em terra devastada

De Lincoln Olá, Saudações, A mais de um ano foi criado o DFS BR163 , 05 meses após foi apresentado o Plano de Ação (2006-2007). O plano de ação não se consentrava apenas na concessão florestal, previa e orientava a realização de varias ações por parte dos órgãos do governo. Deveria ser um complexo geoeconômico e social onde com a implementação de políticas publicas se estimula se o desenvolvimento sustentavel. Incluiria política fundiária, de infra estrutura, de assistência técnica, de desenvolvimento industrial, de educação, de gestão de áreas publicas, de segurança, de credito, de investimentos e muitas outras.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
29 de maio de 2007

Miopia ministerial

Brasil deve exercer liderança na luta contra aquecimento trazendo divisas para o país a partir do controle do desmatamento. Até agora, o governo desvaloriza a oportunidade.

Por Paulo Moutinho
28 de maio de 2007

70 anos do Parque do Itatiaia

De Hamilton José Ferraz de Mello Prezados Editores de O ECO Entendo que o leitor de O ECO tem o direito de ter a outra face da versão oficial. Através de um caso particular, propomos uma questão maior, de âmbito geral: ocorrência de definição de limites de parques nacionais sem um estudo adequado e consistente. Considerando a "nova política ambiental", proponho uma corajosa reavaliação dos limites dos parques nacionais, e, ampliando, de unidades de conservação. Por razões históricas, burocráticas, de interesses vários, ocorreram definições de limites que não correspondem a interesses legitimamente ambientais, mas sim preponderantemente circunstanciais. Criam-se falsos dilemas, como várias vezes citado: "A legislação obriga o governo a desapropriar essas áreas, mas não há recursos suficientes par indenizar todas." Na verdade o erro não está na legislação, aliás correta e realmente visando a proteção ambiental, mas na definição de perímetros de parques sem estudos adequados, sem levantamentos adequados. Há, por outro lado, o contraponto: o receio de abrir essa comporta e não resistirem às pressões. Proponho examinar a ampliação do Parque Nacional do Itatiaia, desde a origem, como um caso a ser estudado.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
28 de maio de 2007

Pesquisa O Eco

De Marta JacobPrezados Editores,Em resposta a sua gentil solicitação, informo que já respondi sua pesquisa em uma de suas últimas newsletters. Por favor verifiquem, de outro modo será um prazer responder aos campos mais uma vez, é super rápido.Sua pesquisa poderia incluir um item para os que, como eu, são aposentados mas trabalham por conta própria. Marquei como aposentada, mas não é exatamente verdade pois tenho atividade profissional intensa.Aproveito a oportunidade para lhes dizer o quanto sou fã de seus artigos altamente didáticos, instrutivos e interessantes, que me permitem aprender muito sobre meio ambiente. Há uns 30 anos reciclo papéis, cascas de legumes para as plantas, economizo água e me sinto parte integrante do universo, e não dissociada dele como a maior parte das pessoas. Sou química e acompanho de perto as polêmicas sobre tipos de energia, etc. porque também trabalho com isto. O Eco é um canto onde me sinto perfeitamente à vontade...Parabéns pela escolha dos assuntos, dos articulistas, as fotos lindíssimas, as abordagens equilibradas. Vocês estão no caminho certo!Um grande abraço,

Por Redação ((o))eco
25 de maio de 2007

Um erro que não tem preço

De MasterCard Brasil A MasterCard Brasil informa que o comercial de televisão “Loro”, no ar desde a semana passada, tem por objetivo mostrar, por meio de um típico animal da fauna brasileira, as belezas da natureza de nosso país. A campanha faz parte do projeto “Viajante MasterCard”, cujo slogan é "Descubra o Brasil que não tem preço” e quer mostrar, através da publicidade, elementos de um país rico em sua diversidade cultural e ambiental. Empresa que preserva a ética no relacionamento com todos os públicos e o respeito aos consumidores em todos os mercados em que atua, a MasterCard também esclarece que o comercial “Loro” em nenhum momento teve a intenção de tratar de questões como a compra e a venda de animais silvestres, mas sim a de mostrar recursos naturais brasileiros que a própria empresa valoriza e respeita. A MasterCard se sensibiliza e respeita o ponto-de-vista de todas as comunidades que de alguma forma estão envolvidas na defesa pelos direitos animais e está analisando as mensagens transmitidas neste filme para evitar que seu conteúdo seja interpretado de forma contrária à proposta da campanha. É importante destacar ainda que a ave filmada para a campanha “Loro” foi comprada pelo treinador de animais Gilberto Miranda, nascida e criada em cativeiro, devidamente registrada – anilha TE GJA PP 033 - e autorizada pelo Ibama, ou seja, de origem legal. A ave também teve o acompanhamento de seu criador em todo o processo de gravação da peça publicitária.

Por Redação ((o))eco
23 de maio de 2007