Pedágio urbano: futuro certo

De Daniel MalagutiCaro Editor, Acabo de ler o artigo de Eduardo Pegurier sobre o pedágio urbano. De fato é uma idéia interessante em cidades como Londres ou Nova York em que há um sistema de transporte público eficiente, que atinge todas as principais áreas da cidade. Num lugar assim é justo punir quem insiste em tirar o carro da garagem. Agora fazer isso no Rio ou em São Paulo, cidades em que a maior parte dos bairros não conta com metrô ou sequer com um sistema de ônibus eficiente é de uma injustiça sem tamanho. Antes de punir quem usa o carro é necessário oferecer uma opção decente de transporte público. Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
2 de maio de 2007

Para quê mais um Instituto Chico Mendes?

De Lauro Eduardo Bacca Presidente RPPN Catarinense Sr. Editor, Fazendo eco ao artigo de Marcos Sá Correa e ao protesto de José Truda Palazzo Júnior contra o batismo de Chico Mendes ao Instituto Brasileiro de Conservação da Biodiversidade, anexo manifestação que fiz há dois dias, ainda que parecendo pueril e simples comparado ao que escreveram Marcos e Truda. Acima de tudo, quero protestar contra a verdadeira mania, muitas vezes casuística e emocional, de dar nome de pessoas a tudo quanto é coisa, sem necessidade, independente do mérito dos homenageados. Em tempo: não sou contra a criação do Instituto em sí, que vem em boa e necessária hora!Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
2 de maio de 2007

O Rio debaixo d´agua

De Lais Sonkin. Engenheira florestal. Prezado Eric, Li sua matéria intitulada O Rio debaixo d´agua e gostei muito. Com relação as soluções apontadas pouca gente sabe mas o Rio de Janeiro tem um polder localizado na margem do Rio Sarapuí em Olavo Bilac, Duque de Caxias. É o polder Alberto de Oliveira, previsto na decada de 70 para conter as cheias do Rio sobre os bairros vizinhos.Ocorre que tanto o dique quanto o polder estão sendo invadidos por uma população desesperada por moradia, insuflada por políticos sedentos de novas obras e enganada por imobiliárias sem escrúpulos. Eu estive recentemente no polder Alberto de Oliveira e pude ver novos loteamentos em fase de implantação dentro da área do polder, o último é tao grande que aparece na foto do Google (acima), veja você mesmo. Assim penso que esta solução que é amplamente utilizada na Hollanda por exemplo, no Rio de Janeiro só pode funcionar se alguma autoridade se responsabilizar pela manutenção do mesmo. Um grande abraço

Por Redação ((o))eco
30 de abril de 2007

Não que vira sim II

De Mário César de Mauro e Giovanna Picillo GP ComunicaçãoOs reais impactos de Tijuco AltoPrimeiramente, gostaríamos de enfatizar que os estudos ambientais do projeto de Tijuco Alto foram retomados porque necessitavam de atualizações por conta da mudança na legislação e em função do longo tempo decorrido da elaboração do primeiro EIA. Tanto é que o IBAMA não disse "não", deixando à CBA a possibilidade de abrir novo processo de licenciamento, o que legitimamente foi feito. Diante do que foi citado no artigo, achamos necessário fazer alguns esclarecimentos, pois é importante que sejam divulgadas informações corretas. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
27 de abril de 2007

O amanhã das Cagarras

O futuro das ilhas que dão charme à praia de Ipanema está em debate. Uma audiência publica foi marcada para ouvir opiniões contra e a favor a preservação do arquipélago.

Por Carlos Secchin
26 de abril de 2007

Não que vira sim

De AlcidesO artigo de Maria Tereza sobre Tijuco Alto é o que precisava ser escrito sobre o assunto. Antonio Ermirio sempre teve certeza que faria o que queria fazer. Há algum tempo li um comentário dele dizendo que conversara com Lula sobre o assunto e que "agora sai". E as leis? Ora, as leis e seus limites são para serem acertadas em conversas como esta indicada pelo empresário.Parabéns.

Por Redação ((o))eco
24 de abril de 2007

Em memória da taiuveira de Pompéia

De Harri Lorenzi Caro Marcos:Muito obrigado pela sua belessíma matéria sobre as frutas e nosso livro veiculada hoje no Estadão e em seu site O ECO. Somente um articulista com o seu gabarito seria capaz de prender a atenção de tantos leitores; já recebemos mais de 100 mensagens cumprimentando-nos após sua leitura.Sempre ao seu dispor.

Por Redação ((o))eco
23 de abril de 2007

Interesse nacional e licenciamento ambiental

De Jerson Kelman Diretor-Geral - ANEEL - Agência Nacional de Energia ElétricaPrezado Paulo Bessa, O Israel Klabin chamou minha atenção para o seu artigo intitulado " Interesse nacional e licenciamento ambiental". Observo que temos muito mais convergências do que divergências.Se me permite abusar de seu saber jurídico, é fato que a Constituição exige a elaboração de "estudo prévio de impacto ambiental", mas é silente sobre o licenciamento propriamente dito?A idéia de apresentar uma sugestão sobre o assunto nasceu de um debate ocorrido em audiência pública na Câmara dos Deputados. Anexo o texto que enviei, por solicitação dos próprios deputados. Teria muito interesse em seus eventuais comentários.Cordialmente,

Por Redação ((o))eco
23 de abril de 2007

Desespero

De Lincoln Saudações,A histórica ausência de governo ou a presença fugas, intempestiva e quase sempre desastrosa que tem ocorrido em nossa região, tem provocado muitos danos sócio-econômicos.A população local e a sociedade civil organizada não tem sido ouvida e ou sua participação no processo tem sido desconsiderada.A falta de conhecimento das muitas realidades Amazônicas e principalmente da nossa região onde o governo, apesar das muitas promessas, ate hoje não tem presença alguma; Este desconhecimento da realidade local tem provocado atitudes, medidas desastrosas por parte do governo e mesmo de outras instituições.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
23 de abril de 2007

Micos na floresta de dados

O avanço de infra-estrutura sobre a floresta amazônica acelera o seu desmatamento e consolida pasto e estradas.O estrago é quantificado em números que a população pouco entende

Por Efraim Rodrigues
20 de abril de 2007

Robalo volta ao mar

De Fabiano Bendhack Prezado Senhor,Gostaria, mesmo que um pouco atrasado, dar os meus parabéns pela reportagem "Robalo Volta ao Mar". Visto que o projeto que é por mim coordenado e foi relatado na reportagem de maneira fiel a qual é desenvolvido por nós.Agradeço o interesse pelo nosso trabalho e nos colocamos a disposição para contribuições futuras,

Por Redação ((o))eco
17 de abril de 2007

Proteção mínima

De Cyl Bom dia Andreia, Vc deve lembrar das mensagens que enviei a você sobre a APA do Pau-Brasil. Gostei da matéria Proteção mínima. Certamente você contou com importantes depoimentos sobre a questão oportunista das APAs, e em se tratando da costa brasileira (leia-se restingas!) a coisa é muito crítica já que poucas UCs cobrem esse ecossistema chamado de "associado" à Mata Atlântica: o número de perde aí em função da escala! Essas estreitas e cobiçadas faixas costeiras tem pouquíssimas UCs federais que a cobrem, menos ainda Ucs estaduais e uma farra de APAS. A diversidade florística da extensa faixa costeira brasileira (sabemos até o momento que a maior riqueza de espécies está concentrada no Sudeste-RJ/ES/Nordeste-BA) está sendo ameaçada flagrantemente por essas APAS. Veja o caso do litoral da Bahia e dos Resorts. Aqui no Rio o exemplo está para ser inaugurado em Cabo Frio, com a pretensão de se ocupar a Praia do Peró (área de ocorrência de Formicivora litorallis, única espécie de ave endêmica das restingas do Brasil e que só ocorre entre Araruama e Cabo Frio e de outras espécies da flora que estão na lista das espécies ameçadas de extinção, área de ocorrência de peixes anuais (peixes das nuvens) endêmicos. Dentro do Plano Diretor/Manejo chamaram de Zona de Ocupação Controlada áreas que a legislação considera de Proteção Integral. Solicito, mais uma vez, que seu veículo dê cobertura a esta situação. Retornaram as reuniões do Conselho Gestor da APA (04/04), justamente no momento em que o grupo emprendedor terminou o seu dever de casa. Desde a audiência pública no ano passado, nenhuma outra reunião foi realizada. Coincidência não? Arrependo-me muito em ter colaborado com um Parecer Técnico sobre a vegetação para justificar sua criação. Mais de 60% do território da APA são compostos pelhas ilhas e faixa oceânica, o restante são trechos terrrestres (cerca de 50% Floresta Estacional e 50% o que sobrou de vegetação de restinga em Cabo Frio na fachada costeira). Um abraço,

Por Redação ((o))eco
10 de abril de 2007