Quilombo na Serra do Mar

De Fabio Olmos Picinguaba se tornou um exemplo clássico do que não fazer quando se implanta uma UC, resultado da visão romântica de um grupo de gênios que achavam que parques servem para conservar as tais culturas tradicionais, e que os habitantes locais fariam voto de pobreza e se conformariam em viver no neolítico. Pior, acreditaram nas bobagens dos que propoem que gente matando a fauna e derrubando a floresta não só conserva como gera biodiversidade. E também se opuseram a qualquer ação pro-ativa para indenizar e remover os ocupantes, estimulando um governo estadual inepto nest questão. O resultado foi uma bomba-relógio que todos sabiam que algum dia explodiria. O resultado está aí. O impressionante é ver alguns dos criadores desta situação ainda ter influência na Secretaria de Meio Ambiente paulista.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
16 de maio de 2007

Aves em foco

De Nunes D´AcostaCaro Editor. Parabéns pela matéria publicada.Gostaria apenas de fazer um observação: Celeus obrieni, é uma ave que sempre foi vista aqui pertinho de Goiânia, nos últimos 20 anos. Temos aqui em Goiânia o ornintólogo JOSAE HIDASI que sempre coleta essa espécie. Se precisar te mando algumas fotos. Sou fotógrafo ambientalista e estou fazendo um livro sobre aves de Goiás. Estou no encalce dessa ave, creio que em pouco tempo terei sua silhueta na mira da minha objetiva. Se precisar de fotos do seriado do celeus tenho aqui. Que viva no picapau para sempre.

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14 de maio de 2007

Nibs – o campeão do microlixo marinho

De Adriana DidierPara Frederico BrandiniOlá,Meu nome é Adriana e gostaria de parabenizar sua coluna. Sou proprietária de um restaurante em Porto de Galinhas, que se chama Beijupirá, atualmente estou com uma pousada no Litoral Norte de Alagoas na Praia do Lage na cidade de Porto de Pedras um lugar ainda anda no ritmo das marés. Uma praia deserta e tranquila com mar morno, arrecifes, santuário do peixe boi. Povoado pequeno, bucólico onde a maioria vive de pesca ( li seu texto "Pescadores pedem socorro", e é exatamente a realidade local ) e tirada de coco. A região é belissima, por enquanto....Quando puder venha nos visitar, aqui eu chamo de Começo do Mundo, que é para dar tempo de fazer alguma coisa!Atenciosamente,

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11 de maio de 2007

O mistério de Sultan

De Glenn SwitkesDiretor, Programa na América LatinaInternational Rivers NetworkSão PauloPrezados Gustavo e AldemGostaria de identificar que acho é um erro no seu artigo. O estudo de Sultan Alam analisa apenas o reservatório ("pool") entre as usinas Jirau e Santo Antonio. O estudo do Dr. Alam não analisa o acúmulo de sedimentos ao montante da usina Jirau, apontando por vários especialistas independentes e por IBAMA como problema mais sério sobre este tema, que inclusive poderia resultar em impactos na Bolívia.Por isso, as declarações da Dilma e o MME que "sedimentos não são um problema", citando o estudo do Dr. Alam são apenas para enganar o público.De qualquer forma, agradecemos a independência e a vontade da O Eco para examinar assuntos controvérsias e complexas como esta questão. Os rios da Amazônia têm vida, e possibilitam uma vida saudável e digna para milhares de famílias. Brasil e a região amazônica não merece um retrocesso no sistema de proteção ambiental que retornaria o processo de tomada de decisão sobre mega-projetos em processo político, sem debate público. Atenciosamente,

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9 de maio de 2007

Para quê mais um Instituto Chico Mendes? II

De Walmor Caro Marcos A respeito do Instituto Chico Mendes, vc. disse o que precisava ficar registrado a respeito da insensatez (burrice?) desse governo na maior parte de suas medidas administrativas. Incompetência é o que não falta. Bom, vamos em frente, vamos ver até onde a gente agüenta. Abração

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8 de maio de 2007

De fora para dentro

De Marisa Alves Gostaria de felicitar "O Eco" pela excelente entrevista com o Eng.Quimico Nilvo Silva do PNUMA - ONU. É alentador saber que ainda existem pessoas tão profissionais e preparadas como ele. Ainda por cima brasileiro. Isto nos da uma esperança que o Planeta Terra possa ser salvo.Parabéns Sr.Nilvo Silva. Parabéns "O Eco".

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7 de maio de 2007

Fotografia – Floresta branca ou Sem-floresta?

De Iomar MachadoCaro Adriano,o seu texto e as cristalinas imagens publicadas n'O Eco de 21.04.2007 me fizeram marejar os olhos. Baiano, sertanejo da micorregião de Irecê (vivendo há mais de vinte anos em Salvador), vi ali retratado quase todos os símbolos da dura e bela caatinga. Seu texto traduz a alma sertaneja. Só faltaram o juazeiro e o umbuzeiro. Com certeza, por falta de espaço na coluna.É uma pena que muitos brasileiros (creio que a maioria) nunca tiveram a chance de conhecer a beleza da caatinga. Seja na "seca" ou no "verde", quando o mesmo lugar parece estar a milhares de quilômetros de si mesmo. Mágica transformação por obra e graça de umas poucas chuvas. Muito obrigado pelo retrato desse belo lugar tão pouco valorizado.Atenciosamente

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2 de maio de 2007

Boas razões para se criar um instituto de unidades de conservação

De Marcelo Augusto Monteiro Ferraz. Analista Ambiental/IBAMA/DIREF/CGFLO/COFLO. Senhores, A princípio, pela sua redação clara e refinada, o artigo do Sr. Marc Dourojeanni sobre a criação do Instituto Chico Mendes parece convincente, mas o é apenas para os leigos e mal informados acerca do histórico da gestão ambiental na administração pública brasileira.Ao julgar ser ineficiente a atuação do IBAMA, o faz em um contexto isolado, sem apreciar as causas externas desta ineficiência, e o faz também segundo uma apreciação reducionista, generalizando o que seria esta ineficiência, ignorando que, nas suas diversas áreas, o IBAMA têm ilhas de excelência técnico-científica e profissional, nacional e internacionalmente reconhecidas. São inúmeras as causas exógenas desta dita ineficiência, a começar pela sistemática supressão de significativo quinhão do orçamento do IBAMA ao longo dos últimos anos, drenado para a realização de atividades de prioridade e efetividade um tanto questionáveis. O autor do artigo talvez sequer perceba que está propondo matar as vacas para erradicar os carrapatos.

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2 de maio de 2007

Pedágio urbano: futuro certo

De Daniel MalagutiCaro Editor, Acabo de ler o artigo de Eduardo Pegurier sobre o pedágio urbano. De fato é uma idéia interessante em cidades como Londres ou Nova York em que há um sistema de transporte público eficiente, que atinge todas as principais áreas da cidade. Num lugar assim é justo punir quem insiste em tirar o carro da garagem. Agora fazer isso no Rio ou em São Paulo, cidades em que a maior parte dos bairros não conta com metrô ou sequer com um sistema de ônibus eficiente é de uma injustiça sem tamanho. Antes de punir quem usa o carro é necessário oferecer uma opção decente de transporte público. Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
2 de maio de 2007

Para quê mais um Instituto Chico Mendes?

De Lauro Eduardo Bacca Presidente RPPN Catarinense Sr. Editor, Fazendo eco ao artigo de Marcos Sá Correa e ao protesto de José Truda Palazzo Júnior contra o batismo de Chico Mendes ao Instituto Brasileiro de Conservação da Biodiversidade, anexo manifestação que fiz há dois dias, ainda que parecendo pueril e simples comparado ao que escreveram Marcos e Truda. Acima de tudo, quero protestar contra a verdadeira mania, muitas vezes casuística e emocional, de dar nome de pessoas a tudo quanto é coisa, sem necessidade, independente do mérito dos homenageados. Em tempo: não sou contra a criação do Instituto em sí, que vem em boa e necessária hora!Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

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2 de maio de 2007

O Rio debaixo d´agua

De Lais Sonkin. Engenheira florestal. Prezado Eric, Li sua matéria intitulada O Rio debaixo d´agua e gostei muito. Com relação as soluções apontadas pouca gente sabe mas o Rio de Janeiro tem um polder localizado na margem do Rio Sarapuí em Olavo Bilac, Duque de Caxias. É o polder Alberto de Oliveira, previsto na decada de 70 para conter as cheias do Rio sobre os bairros vizinhos.Ocorre que tanto o dique quanto o polder estão sendo invadidos por uma população desesperada por moradia, insuflada por políticos sedentos de novas obras e enganada por imobiliárias sem escrúpulos. Eu estive recentemente no polder Alberto de Oliveira e pude ver novos loteamentos em fase de implantação dentro da área do polder, o último é tao grande que aparece na foto do Google (acima), veja você mesmo. Assim penso que esta solução que é amplamente utilizada na Hollanda por exemplo, no Rio de Janeiro só pode funcionar se alguma autoridade se responsabilizar pela manutenção do mesmo. Um grande abraço

Por Redação ((o))eco
30 de abril de 2007

Não que vira sim II

De Mário César de Mauro e Giovanna Picillo GP ComunicaçãoOs reais impactos de Tijuco AltoPrimeiramente, gostaríamos de enfatizar que os estudos ambientais do projeto de Tijuco Alto foram retomados porque necessitavam de atualizações por conta da mudança na legislação e em função do longo tempo decorrido da elaboração do primeiro EIA. Tanto é que o IBAMA não disse "não", deixando à CBA a possibilidade de abrir novo processo de licenciamento, o que legitimamente foi feito. Diante do que foi citado no artigo, achamos necessário fazer alguns esclarecimentos, pois é importante que sejam divulgadas informações corretas. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
27 de abril de 2007