Análises

70 anos do Parque do Itatiaia

De Hamilton José Ferraz de Mello Prezados Editores de O ECO Entendo que o leitor de O ECO tem o direito de ter a outra face da versão oficial. Através de um caso particular, propomos uma questão maior, de âmbito geral: ocorrência de definição de limites de parques nacionais sem um estudo adequado e consistente. Considerando a "nova política ambiental", proponho uma corajosa reavaliação dos limites dos parques nacionais, e, ampliando, de unidades de conservação. Por razões históricas, burocráticas, de interesses vários, ocorreram definições de limites que não correspondem a interesses legitimamente ambientais, mas sim preponderantemente circunstanciais. Criam-se falsos dilemas, como várias vezes citado: "A legislação obriga o governo a desapropriar essas áreas, mas não há recursos suficientes par indenizar todas." Na verdade o erro não está na legislação, aliás correta e realmente visando a proteção ambiental, mas na definição de perímetros de parques sem estudos adequados, sem levantamentos adequados. Há, por outro lado, o contraponto: o receio de abrir essa comporta e não resistirem às pressões. Proponho examinar a ampliação do Parque Nacional do Itatiaia, desde a origem, como um caso a ser estudado.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Redação ((o))eco ·
28 de maio de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
22 de junho de 2026

Conama aprova novas regras para uso do fogo

Resolução estabelece critérios mínimos para a emissão da Autorização por Adesão e Compromisso (AAC) para queima controlada no campo

Análises
22 de junho de 2026

E se a FIFA comprasse a Amazônia?

Imagine se 10% do lucro colossal da Copa fosse destinado à compra e proteção permanente de florestas e outros ecossistemas tropicais ameaçados

Notícias
22 de junho de 2026

Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo E

Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador disputam vaga no futebol e na conservação ambiental. Nas áreas protegidas, as disputas ocorrem com o peso de disputas anteriores

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.