Ambientalismo e direitos animais I* – II

De Hélio PimentelParabéns pelo artigo Ambientalismo e direitos animais I. O texto está muito bom. Tenho apenas uma pequena correção a fazer: eu, Hélio Pimentel, não sou jornalista. Sou consultor de informática e estou iniciando minha carreira de escritor.Estou escrevendo atualmente um novo livro sobre o fanatismo dos veganos considerando os argumentos de Peter Singer em seu novo livro A ética da alimentação. Dessa vez, espero que alguma editora se interesse pela publicação, já que o livro Zoonazismo: quando os "defensores" atacam não chegou a ser avaliado.Finalizando, aproveito para registrar que meu livro pode ser baixado gratuitamente a partir do site www.hpm.net/zoonazismo.

Por Redação ((o))eco
12 de janeiro de 2007

Ambientalismo e direitos animais I*

De AnaSenhor Marc,O senhor é Caçador? Sua figura me lembra os Caçadores...Quanto ao Hélio, ele não é jornalista. Ele é técnico em manutenção de computadores. Leu de cabo a rabo todas as obras dos expoentes da libertação animal e fez uma resenha tosca sobre isso. Um mero especulador que busca fama e dinheiro às custas de mentes brilhantes.Seu artigo é tendencioso e mostra bem sua opção. Pergunto-lhe, qual o sentido de uma Ong chamada Fundação Pró Natureza?

Por Redação ((o))eco
12 de janeiro de 2007

Expansão cega

De Haroldo Castro Adriana e editores,Parabéns pela matéria sobre o Canal do Panamá. Passei para um casal de amigos que estão lá nessa semana.Feliz Ano Novo.

Por Redação ((o))eco
5 de janeiro de 2007

Criados para a liberdade

De Danianderson R. CarvalhoOlá, tudo bem?Estive visitando o seu site e vi uma reportagem muito boa sobre harpias e mutuns. O criador Roberto Azeredo já deu uma palestra uma vez, onde estive presente, mas infelizmente, não peguei seu endereço. Gostaria de saber se poderia me ajudar a entrar em contato com ele, pois pretendo fazer uma visita em breve.Obrigado

Por Redação ((o))eco
2 de janeiro de 2007

Sobre o anúncio dos dados de desmatamento da Amazônia

De Gilberto Camara Diretor, INPEEstimados colegas de O Eco:Como leitor constante do Eco, tenho acompanhado com muito interesse e muita simpatia a defesa intransigente de uma agenda ambiental responsável para assegurar nosso futuro.Entretanto, em vários artigos recentes, vocês tem sistematicamente criticado a recente divulgação dos dados de desmatamento, feita em Outubro de 2006. Em artigo de 09.12.2006, Sérgio Abranches afirma que o recente anúncio dos dados de desmatamento "não teve nem a transparência, nem o rigor técnico indispensáveis nessa matéria."Trata-se de uma afirmativa que não tem suporte nos fatos. A transparência do INPE é a mesma que adotamos desde 2003, quando pela primeira vez o INPE passou a divulgar os mapas detalhados do desmatamento. Foi apenas a partir do governo Lula que estes dados passaram a ser públicos. Antes, a sociedade recebia um número e só. Nada de informação qualificada, e nada de transparência.Os dados de 2006 estão na Internet, à disposição de toda a sociedade. E a metodologia que adotamos é a mesma dos anos anteriores. O rigor técnico é o mesmo de sempre.Erros podem ocorrer, e o INPE tem corrigido os mapas, sempre que verificamos incorreções. Não temos vergonha de errar, e mantemos a disposição de divulgar amplamente a melhor informação que dispomos.Peço assim ao Eco a publicação desta nota, pois acredito que seus muitos leitores tem o direito de conhecer a posição do INPE frente ao problema.Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
12 de dezembro de 2006

A água levada a sério

De Claudio Vaz Marinho Sou co-proprietário de áreas rurais no sul da Bahia proximo a Porto Seguro, áreas essas possuidoras de bolsões de Mata Atlântica que talvez beirem 1.000,00 ha em excelente estado de conservação e não tenho meios nem idéia de como continuar a preservá-los. Todas as hipóteses convencionais, incluída a tentativa de tornar essas áreas em Reserva de Preservação Particular deram em nada. O fato de que algumas dessas áreas situam-se próximas demais de algumas cidades da região fazem com qeu tenha sofrido pressões de prefeitos, MST, empresas fabricantes de celulose e tudo o mais. Como não há alternativa de exploração econômica dessas áreas, a manutenção das mesmas é uma carga cada vez mais pesada porque afinal de contas os recursos econômicos são limitados e o assédio é continuo e inflexivél. Resumidamente, busco qualquer tipo de solução que me permita preservar essas áreas e simultâneamente gerar algum tipo de receita. A leitura do artigo do Sr. Marcos Sá Corrêa "O água levado a sério" no jornal O LIBERAL, de Belém do Pará, instou-me a tentar fazer algum contato tanto com o sr. Marcos Sá Corrêa, como com o site O Eco.

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006

Sobre isopor na embalagem de eletrodomésticos

De Lais Salve querido editor, Leio O Eco com prazer, grata pela criatividade, a beleza das imagens, o conteudo. Esta semana eu percebi que um leitor de O Eco não soube como descartar o isopor da embalagem de sua geladeira nova. Eu vivi o mesmo problema, comprei um fogão e uma geladeira e a imensa pilha de isopor e cartolina eu tentei repassar para o entregador da Tele-Rio, que declinou educadamente minha proposta. Fiquei uns dias com o isopor em casa na área de serviço. A geladeira eu deixei sobre a base do isopor que acabou servindo de pé de geladeira. Eu nem sei se isso causa algum outro problema como o aumento do consumo...Acabei jogando o resto fora mas incomodou. Adotando praticas de longo uso dos eletro domesticos eu acredito que minha familia é "uma familia de baixo impacto". Mesmo tendo algum recurso nós evitamos trocar os aparelhos e minha geladeira durou mais de 10 anos. Assim o fogao o micro-ondas e a maquina de lavar , a batedeira, liquidificador, enfim nós demoramos muito para trocar os aparelhos e assim não contribuir para o "dumping" . Por isso eu acho que me impressionei com a quantidade de lixo de isopor que gera a compra de um fogão e uma geladeira.Um abração,

Por Redação ((o))eco
7 de dezembro de 2006

O canto do cisne verde

Coordenador da campanha Amazônia do Greenpeace faz uma análise crítica da criação da enorme rede de áreas protegidas esta semana no Pará. A medida beneficia madeireiros, diz.

Por Paulo Adario
7 de dezembro de 2006

Com a faca e o queijo

De Bruno Maia Brazil Ecotravel Oi Andreia,Muito boa sua reportagem sobre o Cristalino n"O Eco". Precisamos mesmo divulgar o que está acontecendo por lá para que não acabe em pizza e a área seja retirada do parque e desmatada.O Ecobrasil - Instituto Brasileiro de Ecoturismo e Turismo Sustentável, juntamente com a Vitoria da Riva do Cristalino Lodge, lançou ontem, dia 05/12/06 um Manifesto de apoio ao Cristalino, contra o substitutivo. Vale a pena dar continuidade no Eco sobre o assunto e divulgar o manifesto.Um abraço,

Por Redação ((o))eco
6 de dezembro de 2006

Uma agradável surpresa

De Claudia Editor,Recebo suas materias e gostei muito desta que fala do picapau. Onde eu moro, perto da represa de Guarapiranga em São Paulo, eles são vistos com frequência. Uns pequenos e outros maiores, ambos furando madeira, não sei se é o mesmo....Obrigada,

Por Redação ((o))eco
5 de dezembro de 2006

Enfim, aprovado

De Maximiliano Roncoletta Gerente Operacional- IFT Ola, Li seu artigo, gostei, sugiro acompanhar isto bem de perto, mas bem de perto mesmo, nos próximos 6 meses os bastidores do Congresso vão tratar deste tema, e devemos todos saber o que estará acontecendo. Precisamos muito da opinião do pessoal do Eco. Ao ler no final a opinião do representante do MMA, que fala em recuperação de reserva legal, percebe-se nitidamente que este cidadão vive em mundo paralelo. Afinal ninguém em futuro breve vai recuperar reserva legal, ainda mais no território ocupado pela nossa querida Mata Atlântica. As pessoas podem sim recuperar as áreas de preservação permanente APP, mas duvido que isto seja feita em áreas de RL. Infelizmente, os 8% que restam, nunca vão virar 40 %, como cita o tal cidadão do MMA. É triste ver um profissional citar isto, mostra que ele não sabe onde estão estes 8% que restam, nem o que existe hoje onde havia mata atlântica, por ex: mais de 75% da população brasileira vive nestes locais. É a parte rica do Brasil, rica graças a destruição das matas que lá existiam. Eu sou de Atibaia, criado em São Francisco Xavier Serra da Mantiqueira de SP, literalmente nasci dentro da Mata Atlântica, por isto posso falar deste jeito.Apesar de viver hoje na Amazônia. Quem sabe no século 22 podemos aumentar de 8 para 10 ou 12% de cobertura. Isto é possível, eu acho. Obrigado pela atenção. Att,

Por Redação ((o))eco
1 de dezembro de 2006