Quando o ambientalismo enfia o pé na Jaca

De Gustavo MotaSr Editor,Li o artigo "Quando o ambientalismo enfia o pé na Jaca" e serviu para aumentar o meu interesse sobre este assunto. Tenho contato com uma empresa que dá de fundos para uma grande área da Floresta da Tijuca e está quase toda tomada por jaqueiras. Gostaria, se possível, o contato dos engenheiros florestais Luiz Fernando Lopes e Henrique Guerreiro para maiores esclarecimentos e se cabe alguma ação na área.Grato

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006

Foto da capa

De Raquel SalgadojornalistaEu adoro as matérias de vocês. Desde a variedade das pautas, a seriedade e, principalmente, as fotos que abrem a página. São demais.

Por Redação ((o))eco
21 de novembro de 2006

Floresta de Rico

De Beto MesquitaPrezados,O texto publicado pelo Marcos Sá Corrêa, assim como o outro ao qual está linkado, da Aline Ribeiro, não especifica se as tais florestas que estão crescendo nestes países e que estão sendo contabilizadas por este “novo” método são com espécies nativas ou se se trata de plantios comerciais homogêneos ou semi-homogêneos.Não há dúvidas que a ampliação de plantios comerciais para suprimento da demanda de madeira é uma alternativa válida e necessária para o desenvolvimento econômico de uma nação, além de reduzir a pressão sobre os remanescentes florestais nativos. Mas se assim o for, estas "florestas de rico" certamente não são tão ricas assim em termos de biodiversidade.Por outro lado, me pareceu notória a opinião de Peter Holmgren, chefe do setor de recursos florestais da FAO, citada no artigo da Aline. Segundo ele, o estudo se baseia em dados fornecidos pelos próprios governos, que com raras e honrosas exceções, entre elas o Brasil, não têm fama de saber monitorar, com régua e compasso, o estado de suas florestas. “Será que ouve uma mudança de paradigma”, perguntou ele ao repórter do jornal. “Não dá para afirmar com tanta certeza”.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
20 de novembro de 2006

Disputa no Pará

De Wagner Kronbauer Presidente da UNIFLORCaro Gustavo,Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-lo pela reportagem Disputa no Pará, pois você coloca diferentes pontos de vista e deixa ao leitor as conclusões. Para ajudar no debate desse tema colocamos abaixo nossos argumentos, e se possível gostaríamos que fossem "publicados". O Argumento de que a criação de uma FLOTA/Flona, qualquer que seja, vá beneficiar madeireiros instalados ilegalmente na região é completamente descabido, já que a criação de Flotas ou Flonas obriga o poder público a só permitir o uso econômico dessas áreas após um processo de licitação que é aberto e com critérios bastante rígidos!Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
16 de novembro de 2006

Energia elétrica e poluição

O Brasil, na contramão da história e do mundo, prefere investir em termoelétricas do que em soluções menos poluentes para gerar a energia que necessitará num futuro próximo.

Por José Goldemberg
10 de novembro de 2006

A normalidade brasileira ataca outra vez II

De Lúcia FagioloCaro sr. Marcos Li seu artigo A normalidade ataca outra vez e fiquei horrorizada. É claro que ainda considero brutal qualquer tipo de crime. Ou seja, ainda consigo me horrorizar. Tomara que seu trabalho não deixe esse assassino à solta por muito tempo. Incrível também certas ‘autoridades’ públicas deixarem para lá uma tragédia dessas. Às vezes, conversando com algumas pessoas parece que estou vivendo em outro planeta. Um exemplo: um rapaz que faz serviços gerais estava me dizendo, outro dia, que tem parentes em Minas Gerais e que são sitiantes. Segundo ele, algumas pessoas da família caçavam beija-flores para assá-los e comê-los.... E que essa era uma prática usual entre esses moradores dos confins de Minas. Qualquer pássaro. Deus me livre e guarde! Parabéns pelo seu artigo. Me entristeceu e também me comoveu.

Por Redação ((o))eco
24 de outubro de 2006

Purgatório pantaneiro

De Armando LacerdaPrezado José Augusto, Peter e Kiko, Aguardarei ansioso a programação, quanto ao Peter e ao Kiko, na subida quinta, à tarde saí gritando feito um desesperado para que parassem no Porto São Pedro, por conta do tempo que se formava.Infelizmente ao reconhecermos o barco, ele já ia longe, no retorno mesma coisa, estava com um pão doce e um café nas mãos e gritei e acenei inutilmente o pão doce de Jacinta, convidando-os para uma comunhão matinal.Li a reportagem e digo que tal fato me aconteceu ínumeras vezes, até que aprendi a viajar "a la monçoeira" ou seja, sem pressa, a pressa no Pantanal significa atrasos, mosquitos e calor.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
23 de outubro de 2006

A morte não é banal e A normalidade brasileira ataca outra vez

De Henrique M. TorresMarcos Sá Correa e Sergio Abranches,os seus textos (A morte não é banal e A normalidade brasileira ataca outra vez) sobre a morte estúpida do biólogo Eduardo Veado e sua esposa me emocionaram duplamente. Primeiro, por tomar conhecimento do importante trabalho desse brasileiro, que foi interrompido tão bruscamente e cuja continuidade ficou em suspenso. Segundo, pela forma como ocorreram essas mortes. A pergunta sobre o caráter intencional desse crime é importante, porque isso significaria um atentado à atuação de cientistas que contrariam interesses de bandidos. Porém, se o atropelamento se provar 'acidental', em que isso muda, objetivamente? Seria mais fácil aceitar essa tragédia? Mesmo que não fosse intencional, a situação em que ocorreu o atropelamento - no acostamento, com o carro em alta velocidade e na contra-mão - evidenciam tudo, menos "acidente".É preciso parar de falar em "acidentes" de trânsito, mas sim em "crimes". Há alguns anos atrás, durante um congresso de escritores de romances policiais na Inglaterra, fez-se uma pesquisa para saber qual seria o "crime perfeito". E ganhou, disparado, o atropelamento. Porque mesmo que seja intencional, é difícil provar. E, se a sociedade condena com veemência o assassinato de um ser humano, ela é complacente - a não ser, é claro, quando acontece com um ente querido - com as mortes violentas no trânsito. As pessoas valorizam mais a perda dos seus bens materiais do que uma vida que se perde dessa forma. Um favelado que rouba um celular é espancado pela polícia sob os aplausos quase unânimes dos passantes e da opinião pública, enquanto que um jovem rico que, dirigindo em alta velocidade, mata um homem que estava entrando em seu carro, é liberado pelo policial e ninguém acha isso anormal. Esses dois fatos aconteceram há poucos anos em Ipanema, Rio de Janeiro, no intervalo de alguns dias.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
23 de outubro de 2006

Flor de fogo

De Ioná Calábria Alguém conseguiu identificar a Flor de Fogo?Estou super curiosa, bem que tentei mas não consegui nada.É isso. Beijos. Resposta do editor: Oi, Ioná,Infelizmente ainda não conseguimos quem a identificasse. Assim que isso acontecer, vamos publicar aqui no site.

Por Redação ((o))eco
20 de outubro de 2006

A normalidade brasileira ataca outra vez

De Ermi Muzzi Machado Marcos Corrêa,Parabéns pelo texto sobre o Eduardo Veado - assassinado com sua mulher, sob a forma de "atropelamento normal". Acompanhei as reportagens aqui em Minas - foi impressionante. Mais ainda a impunidade e o trabalho interrompido.

Por Redação ((o))eco
20 de outubro de 2006

Candidatos e meio ambiente

Enquanto as campanhas à presidência discutem politicagem, assuntos importantes como crescimento demográfico, qualidade ambiental e o futuro das cidades ficam fora do debate.

Por Carlos Gabaglia Penna
19 de outubro de 2006

Canelas de emas no Parque do Cipó

De Roberto MessiasCaríssima Maria Tereza,Com muita satisfação li seu artigo no " O Eco" sobre o Parque Nacional da Serra do Cipó", e não posso deixar de agradecer por suas tão generosas - e profundamente pertinentes - palavras. Você sabe bem como é: tomando pancada o tempo todo, quando vem um eleogio a uma unidade sobre a qual tenho responsabilidade é realmente gratificante - sobretudo vindo de quem vem: você é uma referência, memória viva e atuante da proteção da natureza no Brasil.Se lá a natureza é maravilhosa, como você bem disse, também a dedicação dos servidores é notável: pude indicar o Henry como chefe do Parque, e vejo que a equipe está trabalhando com entusiasmo para superar as limitações; incentivamos a criação e funcionamento do Conselho Consultivo com a participação dos vizinhos e parceiros, e isso tudo vai avançando.Um grande e saudoso abraço a você e Marc

Por Redação ((o))eco
19 de outubro de 2006