Quem dá mais por Itatiaia? VI

De Dalva CabralCoordenadora da área de Meio Ambiente da B.P.W. Rio Uma matéria foi escrita sobre esse tema, divulgada no site de O Eco. Continuando-a, quero resenhar os fatos e expressar minha opinião sobre o conteúdo conceitual da referida matéria. Há 75 anos, em 1931, imigrantes alemães compraram lotes colocados à venda pelo Governo Brasileiro no chamado Núcleo Colonial de Itatiaia. Em 1937, o Governo criou o Parque Nacional de Itatiaia junto ao qual se situavam as terras do antigo Núcleo Colonial. O Decreto de criação do Parque respeitou integralmente o legítimo direito dos proprietários privados e, na maior parte, as terras do Núcleo Colonial foram excluídas da abrangência do P.N.I.Durante todos esses anos, 3/4 de século, os proprietários privados e os titulares dos cinco Hotéis existentes nas imediações do Parque conviveram em clima de colaboração com os administradores desse Parque. Diga-se que toda a extensão do antigo Núcleo Colonial era, à época de sua compra, pura pastagem. As árvores de todas as espécies que hoje lá existem foram plantadas pelos sitiantes e hoteleiros, que passaram a cuidar do meio ambiente nas suas terras e até substituindo o poder público na manutenção de estradas e trilhas dentro do Parque. Vem agora, a administração do Ibama, por seu preposto no Parque Nacional de Itatiaia, declarar formalmente que é prioridade a desapropriação dos Hotéis já referidos, que passarão a ser administrados pelo próprio Ibama, por concessão a particulares.Clique aqui para ler esta carta na íntegra e a reposta de Walter Behr - Chefe do Parque Nacional do Itatiaia.

Por Redação ((o))eco
14 de março de 2006

História reinventada

De Guilherme Cynthia,Parabéns pelo artigo, muito inspirador.Para mim foi ótimo pois apesar de não ter nenhum antecedente no ramo, estou decidido a encontrar uma área gostosa e mergulhar nesse universo.Obrigado e um abraço

Por Redação ((o))eco
14 de março de 2006

Moratória

De Enesto Horn FilhoSr. Corrêa:Por que não incluir uma moratória no abate das florestas nativas, só permitindo o corte das reflorestada? Aproveitar-se-iam as terras desmatadas, degradadas e sem nenhum cultivo deixando todos os ecossistemas em paz para as próximas gerações. Quem quiser madeira que a plante! Quem não quiser, que mude de profissão, como os ex-metalúrgicos do ABC. Mas pelo amor de Deus, que não surja outro Lula!

Por Redação ((o))eco
13 de março de 2006

Entrada proibida

De Wilson CavalcantiSão José dos Campos - SP Caro Eduardo Pegurier:Li sua matéria “Entrada proibida”, publicada em 04.03.2006 em “O Eco”. Infelizmente, o seu texto adota sem grandes questionamentos o discurso do Representante do Ibama (Administrador do Parque). Lamento discordar dele e de você.Tenho sido freqüentador mais ou menos regular do Parque de Itatiaia ao qual, entretanto, não vou há mais de um ano. Pelo seu texto, eu me enquadro na faixa inferior da “maioria dos visitantes”, sempre me hospedo no Hotel Simon, mas não tenho carro maravilhoso nem “câmeras digitais reluzentes, botas e mochilas das melhores marcas”. Vou a Itatiaia apenas para curtir o Parque e o Hotel Simon é a melhor relação custo-benefício em termos de serviços de hospedagem. O Parque nada nos disponibiliza como alternativa...Clique aqui para ler esta carta na íntegra, e a resposta de Walter Behr, chefe do Parque Nacional do Itatiaia.

Por Redação ((o))eco
10 de março de 2006

Áreas de Preservação Permanente (APPs)

De Nilo Sérgio de Melo DinizDiretor do ConamaA propósito das colunas de “O Eco” (Marcos Correa e Maria Tereza Pádua) da semana de 24 de fevereiro a 3 de março, antes de tudo, vale destacar e enaltecer o espaço que “O Eco” dedica para o debate sobre APPs (Áreas de Preservação Permanente) e o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente). O Código Florestal completou 40 anos em setembro de 2005 e vem sendo desrespeitado em todo o território nacional, sobretudo no item “APPs”. Muitas vezes usos irregulares encontram amparo em instrumentos legais locais, instituídos por pressão do poder econômico ou de situações de ocupação irregular do solo urbano, efeito de exclusão social, especulação e grilagem. No mesmo sentido, tramitam no Congresso Nacional cerca de 20 projetos de lei, muitos dos quais com alterações que descaracterizam as APPs, reservas legais e outros dispositivos do Código. Ao mesmo tempo, reflete e reforça essa tendência a falta de informação da sociedade sobre a importância da função ecológica e social dessas áreas: preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, e proteger o solo e o bem estar das populações humanas.Estudos reunidos pela secretaria do CONAMA indicam que a proporção de APPs em relação ao território nacional pode ultrapassar os 20%. Isso equivaleria a cerca de um estado e meio do Pará, distribuído em beira de rios, lagos e olhos d’água, mangues, veredas, restingas, dunas, topos de morro, escarpas, encostas e chapadas. O que preocupa é que esse levantamento aponta um percentual superior a 40% das áreas analisadas em avançado estágio de ocupação e devastação, especialmente pela atividade agropecuária.Clique para ler esta carta na integra.

Por Redação ((o))eco
3 de março de 2006

O dedo grande de Zeca do PT

De Miguel da Rocha CavalcantiAgriPoint Consultoria Ltda.Prezado Marcos, boa tarde.Muito boa sua reportagem sobre Bonito. Meus parabéns.Por acaso (recebi por email) li seu texto e tive a oportunidade de conhecer seu site. Meus parabéns pelo trabalho.Sou coordenador do principal portal sobre pecuária de corte no Brasil e o tema manejo sustentável muito me interessa. Você

Por Lorenzo Aldé
3 de março de 2006

Forma e conteúdo

De Rogério Cunha de PaulaCENAP/IBAMA Prezada Andreia, Recebi só agora a reportagem que escreveu sobre a Serra da Canastra e gostaria de parabenizá-la pela excelente descrição bilateral dos acontecimentos na região. Sou biólogo e trabalho na Serra desde 97, com os mamíferos da região. Atualmente coordeno e desenvolvo pesquisas com o lobo-guará, um projeto grande engatilhado desde 2001 e iniciado sistematicamente em 2004. Participei também ativamente do conturbado e discutido Plano de Manejo do parque realizado em 2001/2002 e publicado somente no ano passado. Sendo assim, sou um dos defensores do parque e da desapropriação de parte das terras ainda não regularizadas. Mas, como no Brasil ainda o que prevalece são os interesses econômico-políticos, não vejo uma boa luz no fim deste longo túnel. Enfim, de qualquer forma, cabe aqui meus parabéns pela matéria e se precisar de qualquer coisa sobre a fauna da serra, pode contar comigo. Abraços

Por Redação ((o))eco
2 de março de 2006

Solução de mercado

De Luiz de FreitasParabéns pela forma aberta e clara de sua declaração "empregos desta qualidade, não deviam existir" desautorizando teóricos de gabinete que continuam protestando... contra o avanço da mecanização agrícola!Não admira que ainda nos idos anos 70, um professor francês achou por bem desautorizar um "especialista" brasileiro, afirmando "que o BRASIL só exportava açúcar barato porque embutia no custo o sangue de seus trabalhadores e as esperanças de sua juventude".Saudações,Luiz de Freitas

Por Redação ((o))eco
2 de março de 2006

Clima Bíblico IV

De Simone Leitão Miami UniversityOi Sérgio,Li e fui abençoada pelo seu artigo no "O Eco".Fiquei impressionada com tantas citações bíblicas de tantos livros destintos: pentateuco, salmos, eclesiastes, profetas, evangelistas...fiquei muito feliz com o artigo...e aprendi muito de bíblia com você!! Parabéns! Já pode dar aula de escola dominical.Um beijo grande e que Deus continue te abençoando nessa sua missão linda e necessária e dessa revista virtual.Sou sua leitora assídua.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Clima Bíblico III

De Wilma Kruger Atlanta, GeorgiaExcellent ... muito boa a reportagem.Obrigada Sergio por este estudo biblico. Gostei muito do seu site fiquei lendo ...lendo ... e lendo quando vi estava lendo por umas duas horas.

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Clima Bíblico II

De Lysias LeitãoMuito boa a coluna do Sérgio, muito bem fundamentada. Eu Aproveitei e dei uma olhada geral no site, está muito bom.Abraços,

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Nadando na seca

De Haroldo Rego Relaxa Carolina, e vá pular seu carnaval... Somos brasileiros e estamos nos lixando com o Acre e com tudo o que acontece nesse país. Prioridade de brasileiros é farrear, ver o show dos Rolling Stones, samba, futebol e cachaça. Portanto, conheça a Amazônia e tire boas fotos como lembrança antes que ela vire cinzas e pó. No mais, é relaxar e partir pro abraço. Dane-se o Brasil !!!

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006