Paisagem um pouco mais florestal

De Helton P. F. LeiteMaria Tereza Jorge Pádua,Li hoje seu texto,Paisagem um pouco mais florestal, disponível no O Eco.Também sou agrônomo, também com vários anos de prática, também concordo que o plantio de eucalipto pode ser menos desastroso que muitos querem acreditar. Mas, especificamente com relação ao uso de água parece que não concordo com sua posição.Hoje já se adota, ou planeja adotar, o corte do eucalipto em mosaicos dentro de uma mesma bacia hidrográfica como forma de diversificar a intensidade de demanda por água. Assim haveria um mosaico com várias idades na mesma região e a consequente demanda por água menos intensa.O eucalipto tem grande capacidade de crescimento no centro-sul brasileiro, por isto também tem grande capacidade de consumo de água. É normal o abaixamento do lençol freático nos primeiros anos de crescimento da planta, isto é visível nos pequenos córregos que diminuem após o plantio. Ocorre que na prática ainda se corta toda a área quando atinge a idade de 6 a 7 anos. Assim a demanda por água novamente será alta durante a rebrota ou novo plantio. Por isto a tentativa de mitigar o impacto com o mosaico de idades.A diminuição do nível dos rios não é visível nas áreas de soja, ou milho, mas sim nas áreas abaixo dos novos reflorestamentos com eucalipto.Entendo que o eucalipto terá grande impacto positivo na preservação da madeira natural, na contenção das erosões nas encostas, no sequestro do carbono e até no ciclo de chuvas/microclima. Mas tenho visto que de fato os plantios comerciais diminuem a disponibilidade hídrica da região durante sua fase de alto crescimento incial (até os 3 ou 4 anos?).AtenciosamenteCaro colega Helton,Muito obrigada por suas sugestões e por ler o artigo. Com relação ao déficit hídrico do eucalipto, baseei-me em pesquisas científicas já publicadas. Se você quiser posso lhe enviar diretamente as fontes bibliográficas.Maria Tereza

Por Redação ((o))eco
5 de dezembro de 2005

O preço de uma montanha

De Mônica Laí­sMontanhista e escaladora paulistado CEU- Centro Excursionista UniversitárioOi Rafael, tudo bem?Li seu artigo sobre os pontões capixabas e fiquei muito indignada.Acabei mandando o link para o Ministério Público Estadual de lá. E pedi providências a respeito. Se acaso o André Ilha tiver mais fotos e ví­deo seria muito bom para juntar numa ação ambiental.Vou mandar para o MP Federal também. Já o caso de ação Civil Pública contra essas mineradores e contra o órgão ambiental frente à sua omissão fiscalizatária.Os montanhistas e escaladores devem tomar esse espaço antes q seja tarde demais. O negócio é sair grampeando vias e divulgando na net para ver se com o aumento de turismo, essa atividade cesse. Para convencer a população local, os detentores dessas propriedades, à fazer o calculo da economia ambiental que vale para uma eternidade, e não apenas de uma detonação.Estou lendo os seus artigos. Nem sempre da para ler tudo na net, mas faço o possí­vel.Parabéns!

Por Redação ((o))eco
30 de novembro de 2005

Meça sua Culpa

From JMDear Silvia,There is no question some of us need to re-look at our habits as a society... I would suggest however that the flesh eating people of the world do not Yet pose an eminent threat to our existence on THIS planet. Despite being a cynic, I still consider myself still an optimist... I am one of those who still believe we will evolve as a society before we need to look at leasing a new planet or moving to the sun. This belief is not derived from any other reason than the belief that we will adapt due to necessity and consequent economic gain.It is important for us to remember that today we have 6.5 Billion people on this earth of ours. Of the 6.5 Billion, more than 3 Billion live on less than US$2 a day (I would safely assume that these 3 Billion don't get much animal protein in their daily diets). This combined with the fact that 20% of the wolds population consumes 86% of the world goods produced on 1% of the surface of the earth is in fact alarming. I could bore you all day with statistics but remembering them might destroy that optimism I was speaking about.Looking on the bright side, I am "assuming" for example MyFootPrint" made several assumptions in their current calculation model. Assumptions such as a stagnant recycling and alternative energy model. It is evident that we have limited resources but we need to remember that "nothing is destroyed only transformed". We just need to ensure it is transformed into something usable by our consumer base.The fact is that we have a lot of work to do on getting meat / water / shelter / medicine / Ipod's to a very large number of people over the next few decades. As it seems apparent that Adam Smith's ever evolving capitalistic model keeps gaining strength around the world, I feel that it is inevitable that we will need more and more "consumers" so that we can feed this hungry machine. There is maybe centuries of fine tuning ahead of us, but there is no doubt in my mind that this system will "evolve", as will we in the long term.Can you just imagine Apple's stock value if he could sell a iPod to those starving 3 Billion??? I admire the ecological footprint test... But being as they can only reach max 15% of the world population online if they advertise aggressively on google... We will need to wait until IBM sells some more PC units. Do your part... But don't switch over to Soyburgers yet (uhmmm, I wonder if there is a good business in Soyburgers???)...

Por Redação ((o))eco
28 de novembro de 2005

Açougue no Mato III

De Alvaro MouawadDiretor Executivo da Sociedade Brasileira para Conservação da FaunaPrezada Senhora Silvia Pilz,Venho por meio desta parabenizá-la pelo artigo "Açougue no Mato". Um exemplo de bom senso e coerência.Levando em conta que nossa entidade em seus quase dez anos anos de atuação vem desenvolvendo um trabalho pragmático na conservação da natureza através da viabilização operacional, recursos humanos e suporte econômico a projetos ligados ao tema acreditamos que possa lhe interessar um artigo que trata justamente deste tema.Colocando-nos a seu inteiro dispor para dirimir aspectos ligados a este e outros temas na área ambiental.Atenciosamente,

Por Redação ((o))eco
28 de novembro de 2005

Velejar é outra coisa

De Isabella CruzSilvia,Me encaixei perfeitamente no seu texto. Realmente quem veleja e participa de regatas, passa um sufoco incalculável para aqueles que apenas apreciam as velas em terra firme.Quando você está em regata, aonde quase não se locomove, manter a higiene é complicado ainda mais ter conscientização ecológica. Tudo que incomoda é lançado ao o mar, desde embalagens para biscoito, latinhas (como você disse), absorventes, papeis, plásticos... tudo que interferir no seu mínimo bem estar dentro do barco. Quanto menos coisas para atrapalhar melhor. Ter uma latinha rolando pra lá e pra cá, realmente não dá! Principalmente pano de chão sujo com diesel. Não existe barco que não vaze óleo ou combustível. Por isso, o mar é um “desaparecedor de problema” perfeito. É só arremessar e está livre .Um pequeno detalhe que você deixou de escrever foi, que para ir ao pequeno/micro banheiro fazer qualquer coisa, com o barco de lado, é se transformar em mulher aranha. Outra situação que eu vivi foi: eu e minha família estávamos numa regata, com muito vento e ondas grandes, duas tripulantes (amigas), passaram mal. Depois de vomitar a vontade, veio a vontade de uma delas fazer xixi. Como descer, e ir ao banheiro é totalmente impossível quando esta enjoado, pois só em falar a palavra cabine, dá náuseas. O jeito foi segurar um baldinho e fazer ali mesmo na popa. E isso com varias pessoas ajudando pois o barco não parava de balançar. Uma situação constrangedora, mas como você mesmo falou, privacidade e individualidade não existe num barco.Parabéns pelo texto que relata o que realmente é velejar.

Por Redação ((o))eco
27 de novembro de 2005

Sensação do verão?

Revista anuncia: foie gras está na moda. Como pode? Ele foi abolido em vários países pela crueldade a que sujeitam os gansos. E não ter nada a ver com o verão.

Por Cynthia Howlett
25 de novembro de 2005

A última cartada

De Roberto Nóbrega Preazado Editor do Eco, Parabéns pela matéria com a Ministra. É uma pena que o assunto "lâmpadas fluorescentes" esteja indo tão devagar. Fica a sugestão de pauta! Saudações,

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2005

Rema, rema, remador: caiaque

De Guto Merkle Olá Ana Araújo, Sou instrutor de canoagem e topei por acaso na internet com sua coluna de 5.11.2005. Gostei bastante, só gostaria de comentar que o caiaque era uma embarcação esquimó utilizada exclusivamente para caça e não para passeios ou transporte. Daí só era utilizada por remadores (caçadores) experientes e não por "turistas da cidade", que na época não eram muito freqüentes por lá. Se já parece difícil apenas se manter de pé num caiaque, imagine arpoando algo e sendo arrastado pela presa... Para outros fins, os esquimós utilizavam o "umiak", embarcação maior e aberta com capacidade para várias pessoas, assim como uma baleeira. Aliás se alguém quiser apreender a rolar, é só falar com a gente... Abraços,

Por Redação ((o))eco
22 de novembro de 2005

Vestida de alface VI

De Paulo Moraes Tenho a curiosidade de saber se a jornalista Silvia Pilz dá alguma importância às críticas aos seus artigos, que muitas vezes se mostram mais provocativos do que informativos, atacando de forma frontal, movimentos que sem dúvida buscam, com imensas dificuldades, o bem estar da humanidade, como é o caso do movimento vegetariano/vegan.

Por Redação ((o))eco
22 de novembro de 2005

Vestida de alface V

Marilene VellascoPrezada Senhora,O que me conforta nessa vida é saber que apesar de no mundo haver muitas pessoas que pensam com a senhora (isso explica o mar de egoísmo em que vivemos), é ter a certeza de que TODOS, quando morremos, iremos enfrentar a Justiça de Deus que engloba em seu julgamento o nosso relacionamento com toda criação divina (seres racionais e irracionais).Se dependesse de pensamentos como o seu estaríamos, até hoje, diante da escravidão, de ir a uma arena e assistir o espetáculo de ver cristãos sendo jogados a leões, afinal, adequando suas palavras a cada situação tudo é válido em nome do fascínio:"Clique aqui para ler esta carta na íntegra."

Por Redação ((o))eco
21 de novembro de 2005

Parabéns

De Prof. Dr. Luís Fábio SilveiraDepartamento de Zoologia, Universidade de São PauloPrezado EditorGostaria de parabenizar toda a equipe que produz, semanalmente, o sítio O Eco. Apesar de receber as notícias via e.mail apenas à cerca de dois ou três meses, já há algum tempo eu venho ouvindo comentários positivos sobre as matérias produzidas e publicadas no sítio. Também é freqüente, mesmo fora dos ambientes mais acadêmicos, ouvir comentários sobre as notícias, o que atesta a grande penetração e popularidade do trabalho de vocês. Os alunos do programa de Pós-graduação do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo e vários docentes do mesmo instituto são também assinantes e leitores assíduos. A qualidade e a seriedade do trabalho de vocês é um alento no mar de pseudociência que assola a nossa imprensa, vide a monstruosa gafe da Folha de São Paulo, no último dia 14 ou 15, que deu crédito aos "ufólogos" (?!) que descobriram (?!) o crânio (?!!!!) de um extraterrestre (?!!!!!!!!!!) no Ceará (?!), sabidamente um prosaico crânio de tartaruga.Parabéns à todos por trazerem sempre notícias bem fundamentadas. Só com informação de qualidade é que podemos tomar as decisões mais corretas.Atenciosamente

Por Redação ((o))eco
18 de novembro de 2005

Pobres carrapatos

De Fabio ConcesiPricewaterhouseCoopersTax and Legal Services. Gostaria de expressar meu contentamento ao ler a matéria da réporter Carolina Elia, sobre Carrapatos. A matéria está ótima. O texto está informativo e descontraído ao mesmo tempo. Parabéns!

Por Redação ((o))eco
17 de novembro de 2005