Uma breve história dos equipamentos III

De José Carlos Lopes de OliveiraVotuporanga - SPParabéns pela excelente coluna que você nos presenteia. Não a conhecia, e tive uma grata surpresa.Suas matérias são deveras interessantes e escritas de uma forma muito atraente. Continue atuante.

Por Redação ((o))eco
5 de julho de 2005

Filhos: Por que não tê-los – VIII

De Germano Woehl Jr.São José dos Campos, SPRã-Bugio Silvia,Gostei muito de seu artigo e espalhei para alguns conhecidos. Todos elogiaram muito - fato que me surpreendeu!. Assim, deduzo que sua tribo é maior do que você imagina. Muitos podem não acreditar, mas minha esposa e eu decidimos não ter filhos por questões puramente "ecológicas", assunto que não gostamos muito de comentar, pelas razões que você aponta muito bem em seu esmerado artigo.Abraços,

Por Redação ((o))eco
4 de julho de 2005

Devastação em tempo real

De Enrico BernardCoordenador de Projetos para a Amazônia - Conservação InternacionalOlá,Com relação ao artigo "Devastação em tempo real" publicado no último número de O Eco, gostaria de informar que o número correto sobre a estimativa de árvores derrubas é da ordem de 117.585.000 a 143.715.000 e portanto 100 vezes maior do que foi publicado (1,3 milhão).Gostaria de esclarecer também que este estudo encontra-se em publicação na Revista de Estudos Avançados da USP, devendo ser publicado em seu próximo número.Obrigado,Nota: A informação foi corrigida conforme os dados acima.

Por Redação ((o))eco
4 de julho de 2005

Esperança cada vez mais verde

A criação de Unidades de Conservação nos estados do Paraná e Santa Catarina é defendida por uma população cansada de ouvir apenas notícias de destruição.

Por Clóvis Borges
1 de julho de 2005

Filhos: Por que não tê-los – VII

De Pedro P. de Lima-e-SilvaEngenheiro Ambiental, PhDServico de Seguranca Radiológica e AmbientalComissão Nacional de Energia NuclearCaro EcoParabéns a Silvia Pilz que teve a coragem que falta a muitas. Ao quase protesto que sua coluna atual se parece, acrescento um dado importante: os países que conseguiram boa qualidade de vida são os que estabilizaram sua população e vice-versa, mostrando que há uma correlação forte entre os dois fenômenos.Eu e minha esposa tivemos que pensar muito para ter nossa filha, que veio na data programada e no momento desejado, após acertos econômicos necessários. Criar uma criança hoje é uma opção caríssima, se todos os custos forem de fato considerados, de alta responsabilidade, porque você está obrigando um novo ser a sobreviver nessa selva, no sentido pejorativo da palavra, e elimina uma série de alternativas possíveis na sua vida. Uma nova vida detona a maioria dos seus momentos românticos, estressa seu tempo fora do trabalho e afeta, às vezes profundamente, sua saúde, porque aquelas malhações que você fazia não têm mais espaço.Nossa filha é amada, profundamente amada, e não nos arrependemos nem por um segundo de a termos "produzido". Mas isso não precisa me fazer hipócrita ou cego de que um filho é um terremoto na sua vida, e que é preciso querer isso com muita determinação e consciência. Fabricar 3, 4, 5 ou mais filhos porque não temos televisão, porque é "divertido", porque a gente "dá um jeito", porque "onde come dois, comem três" são falácias abomináveis e irresponsáveis.Não são poucos hoje os conhecidos que não têm filhos, e não vejo neles nenhuma infelicidade, muito pelo contrário. Se lhes falta essa experiência, lhes sobra tempo para atividades importantes, para uma liberdade invejável e, porque não dizer, para prazeres quase inalcansáveis aos pais. Não ter filhos deve ser uma opção de vida tão válida quanto qualquer outra.Só faço uma ressalva à coluna, que parece colocar que a opção de adotar deveria ser preferencial à de produzir. A vida não é assim determinada, e nenhum dinheiro do mundo me faria abrir mão de minha própria genética, ou de como diz minha mulher, daquele "cheirinho de cromossoma". Adotar é uma ação das mais nobres, e eu admiro profundamente quem o faz, mas assim como ter ou não ter filhos, também deve ser uma opção individual, na qual os outros não têm o direito de se meter.abs,

Por Lorenzo Aldé
30 de junho de 2005

Filhos: Por que não tê-los – VI

De MairySilvia, também não tenho filhos, não os quero nem nunca quis, para horror da maioria das pessoas. E não adoto pelo mesmo motivo que a maioria, hoje, não os adota: a questão genética. Somos 95% frutos dos nossos gens, imagine que carga genética traz uma criança abandonada, já que a mãe e o pai não quiseram,sequer, assumir sua prole. Mas não penses que estás sozinha, pois tenho muitos amigos que fizeram a mesma opção que eu e sou, realmente, muito feliz e vivo em paz com minha consciência e meu espírito. Um grande abraço.

Por Lorenzo Aldé
30 de junho de 2005

Filhos: Por que não tê-los – V

De PaulaSilvia,Gostaria de parabenizá-la pelo texto escrito por você no último dia 26. É um alivío muito grande saber que não estamos sozinhas no mundo e saber que existem pessoas que pensam como a gente!Há alguns anos atrás tinha muita raiva do poema Enjoadinho do Vinícius de Moraes, que dizia:"Filhos... Filhos?Melhor não tê-los!Mas se não os temosComo sabê-los?"...Eu, meio que me sentia na obrigação de ter filhos e muitas vezes me via prestando contas para a sociedade, acredita?E quando viam aqueles tias chatas e falavam: Nossa você já está casada há 2 anos e nada de bêbes? Olha se você esperar muito a idade vem e aí você já sabe, né! Juro, que tinha vontade de dar um murro na cara delas... e falar...a senhora não acha que tem coisas mais importantes no mundo???Bom, acabei me separando e hoje estou com 33 anos, e continuo sem a menor vontade de ter filhos!Fiquei muito feliz em saber que existe no mundo pessoas como você!Um grande abraço.

Por Lorenzo Aldé
30 de junho de 2005

Quatro dias para morrer

De Adriano ScottiOlá Liège, recebi a reportagem “Quatro dias para morrer – Centro de Controle de Zoonoses de Porto Alegre” é chocante a situação, em minha Cidade (Criciúma-SC) às vezes até me sinto aliviado por não termos um centro destes, o controle das zoonoses é importante mas o prazo dado por eles é muito curto,

Por Lorenzo Aldé
30 de junho de 2005

Filhos: Por que não tê-los – IV

De Verônica Beatriz GoidanichParabéns SilviaLi teu artigo no "ECO" e concordo 100%.Também não tive filhos e sempre os evitei. E ainda acho que as pessoas que têm filhos, muitas vezes o fazem egoisticamente. Senti a mesma coisa por parte dos conhecidos que me tratam às vezes como um ET. Agora simplesmente digo o que penso: que o grande problema do mundo é o excesso de gente e que estamos no mínimo 30 anos em atraso para um controle de natalidade no Brasil. Dificilmente alguém discorda de mim nesta parte.Cordialmente

Por Lorenzo Aldé
30 de junho de 2005

Filhos: Por que não tê-los – II

De IrmaPorto Alegre - RSSílvia concordo com você quando fala que "procriar virou uma imposição da sociedade"; essa sociedade medíocre que não se auto conhece, que se deixa levar por falsos e ilusórios padrões religiosos.Penso que o que importa na vida é você se bancar, ou seja, ser autêntica com você, fazer aquilo que você considera o adequado, não o que a igreja, o pastor, o presidente ou a sociedade recomendam, como o politicamente correto; correto para mim é aquilo em que realmente acredito e me identifico.Isso é uma questão de atitude, sem culpas!!!Adorei seu texto, Tchau!

Por Lorenzo Aldé
30 de junho de 2005

Filhos: Por que não tê-los

De Edu PedrasseCara Silvia,Li tua coluna "Filhos: por que não tê-los" na coluna do ECO. Minha opinião é a mesma que a tua e "sofro" da mesma amolação. Procurei no site da Revista Globo e não encontrei a reportagem da Fernanda Duarte sobre o assunto (aquela que você cita na reportagem). Você poderia me indicar o nº da edição da revista, para eu encomendar, ou o link que tem essa reportagem?Obrigado pela atenção,

Por Lorenzo Aldé
30 de junho de 2005