Gestão Compartilhada da Floresta da Tijuca

De Pedro P. de Lima-e-SilvaEngenheiro Ambiental, PhDServiço de Segurança Radiologica e AmbientalComissão Nacional de Energia NuclearCaro EcoIncrível, para dizer o mínimo, a coluna do Pedro Menezes sobre o Parque Nacional da Tijuca. Não fosse uma gestão compartilhada de um parque nacional como a que ele descreve uma experiência quase que isolada no Brasil, se é que há outras semelhantes, pelo menos em termos de conservação estaríamos, nós e o Brasil, muitos anos à frente. Vale a pena guardar esses relatos quase que como um documento histórico. Essa série, que poderia até virar um filme do Andrucha, está sendo até agora imperdível.abs,

Por Redação ((o))eco
13 de maio de 2005

Da bursite à cárie II

De Celia OsórioGostaria de parabenizar O Eco e a estudante de jornalismo Juliana Tinoco pela excelente reportagem "Da bursite à cárie".A divulgação de estudos científicos relacionados à nossa flora regional é muito importante, pois além do conhecimento, alerta para o dever, que é de todos nós, de preservar a nossa abençoada flora.

Por Redação ((o))eco
13 de maio de 2005

Da bursite à cárie

De Fernando Vianna A respeito da reportagem “Da bursite à cárie”, de 08.05.2005, valeria destacar que se trata, flagrantemente, de uma iniciativa que deveria passar pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético, órgão colegiado vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. É de espantar que um portal que esperamos informativo e combativo trate de um assunto

Por Redação ((o))eco
10 de maio de 2005

Risco país

De Dener GiovaniniCoordenador Geral - RENCTASCarolina,Como sempre O ECO dá um banho de informação!!! Estava fazendo falta um site como o de vocês.Parabéns pela belíssima matéria e obrigadíssimo pelo espaço!Estamos sempre à disposição de vocês.Abraços,

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6 de maio de 2005

Sufoco na Serra…

De Roney Perez dos Santos Centro Excursionista Universitário Um fenômeno curioso está ocorrendo no Brasil, toda atividade ao ar livre (ecoqualquercoisa) tem que ser acompanhada por um "guia experiente". Primeiro: guia é um termo seqüestrado pelo pessoal do turismo e só pode ser utilizado por aqueles que passaram por um curso reconhecido pela EMBRATUR e hoje pelo Ministério do Turismo, mesmo sem nenhum conhecimento do que é guiar em ambientes naturais. É uma profissão regulamentada. Segundo: expediente é uma palavra forte considerando a média. A maioria sabe muito pouco alem do caminho. A vivência em um ambiente natural exige algum conhecimento e bom senso e perder-se faz parte dos riscos assumidos nestes ambientes. Ainda mais nas trilhas brasileiras que carecem de marcações corretas, mapas e descrições detalhadas. Em parques a questão é mais séria, pois a culpa das trilhas não sinalizadas, ausência de qualquer informação e uma fiscalização frouxa é do cidadão e não da administração. Quando alguém se perde logo surge esta conversa: Eles deveriam contratar um guia! Deveriam?Nas minhas caminhadas prefiro algumas indicações, uma carta topográfica e uma bússola (uso GPS por diversão) e perder-se faz parte da da atividade. Este mito do guia é reforçado pelo discurso sociambientalista que impõe o guia (chamado de monitor ou condutor de visitantes para não afrontar os guias de profissão) como a solução mágica para o ecoturismo. As populações locais migram das culturas de subsistência para o turismo ambientalmente responsável. Na teoria é perfeito, na prática nem tanto. As associações criam lobies para obrigar a contratação de serviços, mesmo que os turistas não queiram ou para trilhas desnecessárias. As justificativas vão da pobreza a um serviço de polícia, vigiando o visitante para não cometer danos ao ambiente. Tudo facilmente questionável. Não é difícil pensar que é uma estratégia de privatização velada de áreas públicas colocando todos os visitantes como débeis e criminosos.A imprensa brasileira, famosa por repetir coisas sem questiona-las, colocou a morte do dentista brasileiro, no Aconcagua, como a falta de guias. Absoluta idiotice. É um esporte em que o risco é indissociável. Eles arriscaram e perderam. No mesmo período mais dois grupos -com guias- estavam em dificuldades, mas somente um site de notícias entrou nestes detalhes. O livro "no ar rarefeito" mostra bem a situação que pode levar a mercantilização de algumas atividades esportivas e de natureza.Na Europa, EUA e tantos outros países a contratação de serviços de guia s é totalmente opcional e não é por falta de riscos. Nos parques americanos existem ursos, sempre ávidos por comida. Não é motivo para não fazer as trilhas, mesmo só. A administração o informa dos cuidados e lhe deseja boa sorte.O caso das senhoras poderia não ter acontecido se a trilha fosse minimamente sinalizada, ou que existisse um mapinha indicando as bifurcações. Curioso também que quando alguém bate o carro, as pessoas não comentam algo como: - Deveria ter contratado um motorista...Atenciosamente;

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3 de maio de 2005

Sem rodeios

De Sérgio Abranches Silvia, Gostei do longa. Aprecio a ironia. É que estou aproveitando o fato de não ser lido para escrever textos longos e completar um livro mais rapidamente.Falando sério, eu sabia que a sua coluna ia dar o que falar. E deu. Estive na festa dos 40 anos da Globo e fiquei basicamente com o pessoal do jornalismo, entre os quais há vários ambientalistas. A maioria concordava com a sua posição, embora também não gostem de rodeios. Eu idem. No caso do rodeio, já andei tentando tirar uma conclusão a respeito da questão da quantidade de desconforto/sofrimento a que os animais são submetidos. Fui a vários - inclusive o de Barretos, a coisa mais machista que já vi - conversei com criadores e peões e ouvi de parte que é uma coisa cruel, de outra parte que não é. Saí dessa busca sem conclusão definitiva, mas com a suspeita de que o lado que acha cruel está certo. Os outros me mostraram os animais, todos muito saudáveis, e defenderam a tese de que é apenas condicionamento e que a tira "informa" o animal quando está valendo o jogo e quando não está. Em compensação, estou 100% convencido de que o ambiente de rodeio é machista demais para ser saudável. Os garotos azaram as garotas laçando-as - literalmente - pelo pescoço. Os homens ficam em massa na porta do banheiro feminino, pensei que era um bando de ciumentos esperando as respectivas, o que já seria machismo demais. Mas não, era só para ver as moças saindo do banheiro. As trovinhas são inacreditáveis olha só:Eu fui narrar rodeio e disse na arena: Perdi a chave, minha mulher desapareceuO delegado daqui é corno, o macho daqui sou euO delegado escutou, entrou na arena, segurou a minha camisa e disse:Repete se for homemAi eu repeti:Achei a chave de casaminha mulher apareceuO delegado daqui é machoO corno daqui sou eu!ôôô morena do cabelo compridomaior que teu cabelosó o chifre do teu maridoSe beijo desse sapinhominha boca era uma lagoanão perdôo a mocinhamuito menos a coroaA semana tem sete diaseu tenho catorze garotassete são solteiras e sete são casadassete são prá de diae sete prá de madrugada.Existem três coisas no mundo que homem não come de colherrapadura, melância e perereca de mulher(essa é campeã de audiência, é falada pelos narradores em praticamente todo rodeio, no Brasil inteiro).Da galinha eu tiro a penado peixe tiro a escamada morena eu tiro a roupae levo ela prá camaSapateia mulher feiaporque as bonitas não dão descansose tu casar comigote dou uma D20 um papagaio e um gansose a D20 não andar e o papagaio não falardeixa que te afogo o ganso.Meu quarto de milha é pretomeu manga larga é baioquando entro no rodeiodificilmente eu saiodinheiro ganho bastante trago dentro do balaiotenho loira de namoradae morena de quebra gaio.Carne eu corto com facafarinha em como com colhermenina de quinzes anoseu faço virar mulherCom essa cultura, é difícil acreditar que rodeio não faça mal. mas chega a ser tão chato quanto ambientalista xiita.Bjs.

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3 de maio de 2005

Sinal vermelho

De Germano Woehl Jr.Instituto Rã-Bugio Sobre a reportagem de 01/05/05, gostaria de informar que em Santa Catarina, o projeto de duplicação da BR-280 (trecho entre Jaraguá do Sul e porto de São Francisco do Sul) também terá medidas para evitar o atropelamento de animais silvestres. Foi uma reivindicação do Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade

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2 de maio de 2005

Sem Rodeios

De Gustavo Heinz Schmidt WiggersFlorianópolis/SCPrezada Silvia Pilz, muito interessante teu artigo intitulado "Sem rodeios". Entretanto, considero interessante tecer um comentário que não pode ser esquecido, o matadouro satisfaz a necessida carnívora do homem, que concorde ou não, parece ser cientificamente provada a necessidade do ser humano ingerir carne animal.Por outro lado, não creio, sinceramente, ser necessário assistirmos um rodeio para nos divertirmos com os maus tratos aos animais. Pode até falar que talanimal de rodeio é "bem tratado" em termos de alimentação etc..., melhor até que um cavalo de carroceiro, mas este é mais digno do que aquele que se autoproclama esporte.Ora, vamos e convenhámos, Sra. Silvia Pilz, verdadeiro esporte é aquele que só envolve o ser humano ou, no máximo, o hipismo, tudo isso sem drogase afins. Viva o esporte olímpico!!!A tal massificação contra tal novela, só prova uma coisa, foi achado um meio, pode não ser o melhor, de chamar atenção para a causa da proteção animal!Quanto custaria um espaço num meio comercial?A Internet é, hoje, sem dúvidas, o meio com melhor custo-benefício!Cordialmente,

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2 de maio de 2005

Alternativas

De Marcos GreinNão sou contra o desenvolvimento sustentável, mas às vezes fico pensando: Os ambientalistas adoram internet, chopp gelado, uisque com gelo e são contra a geração de energia. Qual é a alternativa? Voltarmos a viver como índios? Ora, vamos ser coerentes!!!

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28 de abril de 2005

Os “alemão” são contra

De ElianeBom Dia,Sou filha de agricultor, de um “colono alemão”, estudante de biologia, amo minha cidade e também luto por causas ambientais como o senhor, e gostaria de fazer algumas observações.A cachoeira da Bruaca localiza-se no interior da cidade ou colônia, como o senhor prefere chamar, mais precisamente na localidade Ribeirão dos Corrêas, sendo assim

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28 de abril de 2005

O Bandido e o mocinho II

De Marcia Porto TranslattiPrezada Silvia Pilz,Eu odeio rodeio, vivisecção, pesca, caça à raposa…mas e daí?Acho que este é o ponto da matéria. E dos seus artigos em geral. O (muito) bom é a mudança dos pontos de vista e dos questionamentos que todos esses artigos trazem. Concordo com as críticas de base da sua matéria. E é claro, os movimentos em defesa de seja lá o que for precisam urgente de esclarecimentos. Nota 10 para esse enfoque. Mas…Se o Touro Bandido escolheria – se pudesse – viver e morrer nos prados, livre, à mercê das regras da Natureza ou nas arenas de rodeio, ou em alguma criação de bois para engorda, eu não sei. Quem sabe a dieta… o que não se faz por algumas boas ofertas da vida? (O certo é que ele faz parte de uma elite, dos grupos de excessão, e não dos grupos de regras. Talvez a justificativa da análise – e mesmo a polêmica) que seu texto faz de rodeios e movimentos de defesa animal se enfraqueça um pouco indo por essa linha.)Mas… como eu ia dizendo, que escolhas a Glória Perez, ou qualquer outro roteirista contratado pela Globo teriam uma vez que a Rede Globo patrocina rodeios? O que ela realmente pensa de rodeios? Será que ela acha que é um novelão? Será que ela acha inofensivo o tema? Será se importa tudo isso? Será que ela não teve outra escolha?O que me preocupa, falando especificamente da defesa dos animais, é de como nos servimos deles, que nos dão tanto… De como nos calamos diante das 'faltas de escolhas', de como nos esquivamos a escolher só pelo velho medo de não sermos aceitos em sociedade, de parecermos 'frickies' diante do alheio, de não contarmos com a benção daquele mecenas ou daquele poderoso patrocinador. Não é muito descabido esse medo. A nossa sobrevivência, inclusive nossa felicidade depende de sermos aceitos…O sem cabimento é permitimos que outros paguem as nossas contas por nós. Outras pessoas, outras espécies, vegetal, animal, mineral… no presente ou no futuro, só porque é assim desde o passado. Que tal um não à certos aspéctos da Aldeia Global? Que tal aprender a dizer esse não? Que tal ponderar até dizer um sim. Que tal não nos deixarmos levar apenas por 'boas intenções'? Vale a pena tentar.Antes que cause embaraço: não é um discurso ideológico.Obs.: por favor, eu não quis dizer que não se deve analisar levando em conta es excessões. Jamais diria isso. Foi só para essa matéria. Talvez um outro ponto de apoio… enfim.

Por Redação ((o))eco
28 de abril de 2005

Jabuti sobe em árvore?

De Guilherme MartinsAchei a reportagem do "Jabuti" excelente. Informativa, criativa, bem humorada e importante para a sociedade. Por acaso foi a primeira vez que entrei no site e a primeira notícia que li. Vou frequentar mais vezes. Parabéns a todos. Especial parabéns para a jornalista Andreia Fanzeres.abraços

Por Redação ((o))eco
27 de abril de 2005