Energia solar viável

Um estudo do WorldWatch Institute e do Promethus Instiute, dos Estados Unidos, pretende tranqüilizar quem não quer investir em energia solar porque acha que é muito cara. Estimativas indicam que a geração de eletricidade a partir do sol pode ficar 40% mais barata nos próximos três anos, a ponto de se tornar a principal opção energética de diversos países. Os custos vão baixar graças à adesão de grandes mercados, como o americano, depois da boa receptividade na Alemanha e no Japão. Embora esse tipo de produção não chegue a um por cento da energia elétrica gerada no mundo, esses países foram responsáveis por boa parte do crescimento de 50% da produção ano passado.

Por Redação ((o))eco
22 de maio de 2007

Ordem para cancelar

Em função da grande pressão popular para interromper as atividades da Omna Minérios, subsidiária da Alcoa, os ministérios públicos federal e estadual do Pará recomendaram nesta segunda-feira o cancelamento das licenças ambientais para exploração de bauxita em Juruti. Promotores e procuradores alegam que a revolta da população poderia ser evitada se fossem negociadas compensações pelos prejuízos ecológicos no estudo de impacto ambiental para instalação da mina. A empresa é acusada de irregularidades na elaboração do documento, que só pode ser cancelado pela secretaria de meio ambiente do Pará, que ainda não foi informada oficialmente sobre esta recomendação.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Planos

A New York Times Megazine desta semana trouxe um fabuloso perfil do Al Gore pós “Uma verdade inconveniente”. A reportagem fala das idéias do político para o futuro, que incluem mega shows ao redor do mundo para trazer à tona os males do aquecimento, um livro a ser lançado em breve sobre a visão curta dos políticos que não atacam o problema e uma possível (mas não provável) candidatura à presidência. Gore cultiva um jeito de quem sabe muito sobre assuntos que ninguém conhece (como a termodinâmica em sistemas abertos) e fala deles professoralmente, como faz sobre as mudanças climáticas. Uma conseqüência da nova fase, pelo menos, é visível a quem só o vê pela televisão: o político está bem mais gordo do que quando se candidatou à presidência. E, segundo a reportagem, mais feliz. Vale a pena dar uma olhadinha.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Novíssimas

A partir desta terça-feira, o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) realiza uma exposição sobre 33 novas espécies de animais e plantas amazônicas descobertas por seus pesquisadores nos últimos seis anos. Pinturas, desenhos e fotos acompanharão as descobertas in loco, assim como mapas que indicam os locais onde foram encontrados. A mostra "Fauna e Flora do Século XXI: novas espécies da Amazônia nas Coleções do Museu Goeldi" acontece até o dia 31 de julho na Sala de Exposições Temporárias do Parque Zoobotânico do museu.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Atrações

No mesmo evento será lançado um site com 2500 amostras de espécies para estudos de diversidade vegetal, um livro sobre a dinâmica biológica na bacia do rio Guamá (PA) e o Portal Brasileiro de Taxonomia (GTI Brasil), que procura juntar todas as informações sobre iniciativas em taxonomias nacionais e internacionais.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Camarão ilegal

A Polícia Federal de Angra dos Reis desencadeou no último sábado uma operação para combater a pesca do camarão rosa, que está em período de defeso até o fim do mês. Os policiais apreenderam redes de pesca e três barcos, que carregavam meia tonelada do crustáceo. O camarão recolhido será doado. Três pessoas foram presas e liberadas depois de pagarem fiança.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

O Eco quer saber

Você acha a cobertura jornalística de meio ambiente feita pelo O Eco boa ou ruim? Qual a seção que você mais visita? Fotografia? Reportagens? Colunistas? Para saber qual a opinião e as preferências de seus leitores, O Eco pôs no ar uma pesquisa. Entre, responda às perguntas e concorra ao sorteio de dez exemplares do livro Sinais da Vida, de Marcos Sá Corrêa e Haroldo Palo Jr, que conta a história de 15 projetos de conservação financiados pela Fundação O Boticário de Preservação à Natureza.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Aniversário de Itatiaia

Saiu a programação comemorativa dos 70 anos do Parque Nacional do Itatiaia, o mais antigo do país. No site oficial do parque há mais informações sobre as festividades.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Uso das águas

Nos dias 22 e 23 de maio um grupo de trabalho se reúne em Brasília para classificar e propor diretrizes ambientais ao uso das águas subterrâneas. Em 2005, foi revogada uma resolução de 1986 que as regulamentava junto às superficiais. Desprotegidas, as águas subterrâneas podem ter a qualidade afetada para o uso da população. O grupo se encontrará mais duas vezes para a conclusão da proposta.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Biodegradável

Pesquisadores brasileiros e franceses desenvolveram um tipo de plástico capaz de se decompor no ambiente em 45 dias. Criado a partir de embalagens, o produto foi misturado a um poliéster que acelera o processo de degradação por ser facilmente consumido pelos microorganismos presentes no solo. Mais informações na revista Pesquisa Fapesp.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

Na estante

Para quem anda confuso sobre como as mudanças climáticas podem afetar o mundo e o nosso estilo de vida, vale a pena ler Os Senhores do Clima, de Tim Flannery, à venda nas principais livrarias do país.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007

De mudança

Uma reportagem do Estado de S. Paulo do último domingo foi no cerne da diminuição de desmatamento na Amazônia nos últimos anos: a valorização do real. Com a queda da moeda norte-americana (hoje valendo menos de R$2), a ineficiência da infra-estrutura no Centro-Oeste deixou de ser compensada pelos altos ganhos. Relativamente próxima dos portos, a região Sul tem fretes muito mais baratos: representam 15% do preço de exporatação. Já no Centro-Oeste, o número sobe para 40%. Estados que tradicionalmente cultivam os produtos, como o Paraná, voltaram a ser o centro da produção no país. “O dólar deixou de cobrir a ineficiência da infra-estrutura”, disse ao jornal o economista José Roberto Mendonça de Barros.

Por Redação ((o))eco
21 de maio de 2007