Estado verde, cidade cinza

Analistas ambientais do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), ligado à Casa Civil, divulgaram nesta quinta-feira os números do desmatamento na área urbana de Manaus. Em 1986, havia 24.866 hectares de floresta dentro do perímetro da cidade, de 44 mil hectares. Ou seja, quase metade da área urbana era verde. Em 1995, restavam 20.612 hectares na mesma área. E em 2004, esse número caiu para 15.285 hectares.

Por Redação ((o))eco
22 de junho de 2006

Outros números

Em julho, o Sipam prometeu atualizar os números do desmatamento na região sul do Amazonas e, no mês seguinte, vai divulgar a taxa de desmatamento de Roraima.

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22 de junho de 2006

Meio termo

Quando proposto, o recém criado Parque Nacional dos Campos Amazônicos teria pouco mais de 600 mil hectares. Depois das consultas públicas, chegaram a cogitar uma área de até 1,1 milhões de hectares. Mas para evitar conflitos com a comunidade vizinha à área, o povoado de Santo Antônio do Matupi, o governo preferiu reduzir a unidade de conservação a 880 mil hectares.

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22 de junho de 2006

Novo desenho

O Ministério do Meio Ambiente considerou o tamanho final do novo parque ideal. Segundo um assessor da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF), além de evitar o conflito com a população local, as principais áreas, com nascentes e alta biodiversidade, foram mantidas dentro do parque. O desenho final também tornou a unidade de conservação mais próxima do Rio Guariba – região ainda preservada que formará um corredor ecológico com a Terra Índigena Tenharim.

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22 de junho de 2006

Experts em parque

Chegou-se a cogitar que os campos amazônicos virassem um refúgio da vida silvestre, em vez de parque nacional. O refúgio é uma categoria de unidade de conservação pouco usada no país, bastante restrita à visitação e específica para proteger espécies raras ou endêmicas. O MMA considerou que séria mais fácil demarcar um parque, algo com que o Ibama e o Incra já estão habituados a lidar. O aspecto paisagístico também foi levado em consideração. Nas palavras do assessor da SBF, a área é "muito bonita" e merece ser conhecida pela população e estudada por cientistas.

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22 de junho de 2006

Competição quente

Está marcada para começar no fim deste mês, em Utah, nos Estados Unidos, a Eco Primal Quest, considerada uma das corridas de aventura mais difíceis...

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22 de junho de 2006

Onde se pendurar

O rapel, prática que tem ganhado popularidade nas últimas duas décadas, é considerado uma técnica que auxilia modalidades esportivas como...

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22 de junho de 2006

Quase verde

A Alemanha está para ganhar a primeira usina energética a carvão mineral totalmente livre de emissões de dióxido de carbono. Localizada ao lado de duas outras usinas nada livres de gases poluentes, o protótipo retrata bem a situação européia: enquanto cultivam uma imagem de preocupação com o meio ambiente, Alemanha e Grã-Bretanha têm metade de sua energia produzida a partir de carvão. Segundo o jornal The New York Times, o mineral é um combustível barato e abundante, mas libera duas vezes mais CO2 do que o gás natural, por exemplo.

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21 de junho de 2006

Guarda-sóis aposentados

Uma coisa é certa para os cientistas quando se fala em aquecimento global: o nível dos oceanos vai subir. Outra reportagem do The New York Times alerta para as possíveis conseqüências do avanço do mar. Muitas praias podem estar com os dias contados; as limitadas por muros e outras construções devem ser as primeiras a desaparecer. E encontrar areia para manter as praias artificialmente, o que já é muito feito atualmente, pode ficar cada vez mais difícil.

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21 de junho de 2006

No escuro

Mesmo em oposição ao Ministério do Meio Ambiente, a Comissão Especial de Resíduos da Câmara aprovou nesta quarta-feira o projeto do deputado Ivo José, que permite a importação de toda espécie de lixo descartado por outros países, inclusive de pneus. A idéia deve ser incluída na lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

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21 de junho de 2006

Que papo é esse?

A audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados sobre compensação ambiental não ajudou muito a esclarecer a complexidade do tema. Após exposições do ponto de vista da indústria e do governo, notou-se que os deputados presentes ainda não haviam compreendido a real natureza do instrumento criado pela Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc). Muitos confundiam compensação com medidas mitigatórias feitas no próprio local do empreendimento. A compensação determina que os recursos sejam aplicados em unidades de conservação nos mesmos ambientes afetados.

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21 de junho de 2006

Ao relatório

A audiência foi requerida para a discussão do Projeto de Lei 4082/04, do ex-deputado Ronaldo Vasconcellos, que estabelece um percentual máximo para a compensação por impacto ambiental. Pela proposta, a compensação será de até 5%. Falta agora o relator Mauro Passos (PT-SC) apresentar sua visão sobre o tema para que o PL siga ou não para o plenário do Congresso. O setor privado, que já chegou a pedir que o teto seja de 0,5%, não gosta nem de pensar que a compensação possa chegar a 5%.

Por Redação ((o))eco
21 de junho de 2006